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A sexta edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana (PNRU) deverá registar um número recorde de candidaturas. A organização do evento revelou que já estão inscritos projetos nas áreas de habitação, escritórios, equipamentos sociais e culturais, hotéis e espaços públicos espalhados por todo o país.
Mais casas e mais baratas. Onde estão essas casas? Não estão. O mercado imobiliário está a viver um drama: muita procura e pouca oferta a preços acessíveis. As poucas casas que chegam ao mercado são o resultado de reabilitações, na maior parte das vezes a preços incomportáveis. A solução? Mais apoios à reabilitação urbana e, claro, à construção nova.
É em pleno Geopark de Arouca, reconhecido internacionalmente pela riqueza e diversidade do Património Geológico, que esta aldeia pode ser encontrada. São 11 as casas em pedra, típicas da região nordeste de Portugal e distribuídas em cascata pela montanha, que estão à procura de um novo dono.
O mercado industrial português parece estar a viver, também ele, um bom momento. O desempenho positivo do setor das exportações resultou, segundo um estudo da Worx, numa melhoria da atividade económica nacional, com impacto positivo na atividade dos operadores logísticos. Os investidores internacionais, esses, também parecem estar de olho em Portugal.
Tens carro e queres comprar uma casa com garagem ou lugar de estacionamento? Fica a saber que esta não será uma tarefa fácil. É que apenas 20,6% dos imóveis à venda em Portugal têm garagem: duas em cada dez casas ou uma em cada cinco. Em causa está um estudo realizado pelo idealista.
O Grupo Parlamentar do PS já aprovou o conjunto de recomendações – preparadas pela deputada independente socialista Helena Roseta – que devem integrar o projeto lei de bases de habitação a ser entregue ao Governo.
O empreendimento Aliados 107 vai trazer habitação de luxo à principal artéria da cidade do Porto. As obras de reabilitação deste imóvel histórico, antiga morada do jornal O Comércio do Porto, arrancaram em 2016 e têm data prevista de conclusão para breve. Ainda assim, os 23 apartamentos de luxo já foram todos vendidos, na sua grande maioria a compradores nacionais.
O número de insolvências registadas em Portugal aumentou 1,8% em janeiro. No total registaram-se 627 empresas insolventes, mais 11 que no período homólogo do ano passado. Segundo o relatório da Iberinform, o acumulado no primeiro mês do ano é superior aos valores registados nos últimos três anos em igual período. Há mais insolvências, mas também há mais constituições: aumentaram 15%.
Arrendar quarto (ou casa) em Lisboa sai mais caro às carteiras dos estudantes. Quer isto dizer que viver na capital custa, em média, mais 120 euros que no Porto. A conclusão é do Relatório do Mercado de Arrendamento a Estudantes 2017, divulgado pela Uniplaces. A plataforma online revelou ainda que o número de reservas em Portugal registou um aumento de 37% ao longo do último ano.
Os portos do Continente terminaram o ano de 2017 com o registo do volume de carga mais elevado de sempre, atingindo 95,9 milhões de toneladas, mais 2,2% que no anterior máximo, registado precisamente em 2016.
O emblemático edifício do IADE (Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing), localizado na zona de Santos, em Lisboa, foi vendido no ano passado. O negócio terá sido fechado por um valor que oscila entre os 12 e 13 milhões de euros. Segundo a consultora imobiliária JLL, que divulgou a transação no estudo Market 360º, o edifício será transformado em habitação.
A promotora imobiliária Avenue vai iniciar um projeto de reabilitação urbana na zona das Amoreiras, em Lisboa, que contará com 31 novos apartamentos de luxo, num investimento de 13,5 milhões de euros. As obras arrancam em breve, até março, e devem estar concluídas no segundo trimestre de 2019.
A Uniplaces, plataforma online para alojamento de estudantes universitários, gerou 100 milhões de euros em rendas para proprietários e senhorios de seis países europeus (Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha e Reino Unido) que colocam as suas habitações para arrendamento através do site. Um número a ter em conta tendo em conta que a startup foi lançada em 2012.
Situado plena Baixa do Porto, na Rua do Breiner, o empreendimento Primrose – City Living promete surpreender. São 19 apartamentos, de T0 a T3 e com áreas que variam entre os 35 metros quadrados (m2) e os 158 m2, localizados numa zona de grande centralidade e boas acessibilidades. Os preços? Oscilam entre 160.000 euros e 730.000 euros.
Está ao rubro o mercado residencial em Portugal, sendo que a “moda” dos preços altos parece não ter fim à vista. O valor mediano dos preços dos alojamentos familiares vendidos no país subiu para 912 euros por metro quadrado (m2) no terceiro trimestre do ano passado, um aumento de 7% face ao período homólogo. E mais: há seis municípios onde o m2 custa mais de 1.500 euros.
O Pestana Hotel Group vai investir cerca de 200 milhões de euros nos próximos três anos na abertura de 20 novos hotéis. Mas há mais novidades. O grupo vai levar a marca CR7 até Marraquexe, com a instalação de um novo hotel boutique. O objetivo é chegar a 2019 com cinco unidades assinadas por Cristiano Ronaldo.
É oficial. A multinacional norte-americana Google escolheu Portugal para instalar um centro de serviços (hub tecnológico) para a Europa, Médio Oriente e África. A instalação vai arrancar com 500 empregos qualificados no Lagoas Park, em Porto Salvo. O anúncio foi feito por António Costa em Davos, que abriu a conferência dedicada a apresentar Portugal no âmbito do Fórum Económico Mundial.
Sim, comprar casa está definitivamente mais caro. E a tendência deve manter-se nos próximos tempos. Esta é, pelo menos, a previsão da agência de notação financeira Fitch, que estima que os preços das casas em Portugal subam cerca de 5% em 2018 e 2019.
O presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), Manuel Reis Campos, rejeita o cenário de bolha imobiliária. O responsável defende que os preços nos centros das cidades foram inflacionados, mas que “não são o espelho do país”. Para o responsável "esse mercado terminou".
A fase de candidaturas ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana (PNRU) 2018 termina dia 16 de fevereiro. A concurso, nesta sexta edição, estarão projetos e intervenções de reabilitação urbana concluídos nos últimos dois anos (entre 1 de janeiro de 2016 e 31 de dezembro de 2017) e que não se tenham candidatado em edições anteriores.