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O Deutsche Bank anunciou que chegou a acordo para vender o seu negócio de retalho em Portugal ao banco espanhol Abanca. Quer isto dizer que o banco galego comprou o negócio comercial de particulares (balcões) ao banco alemão, que continuará, no entanto, no país, mas apenas com o segmento de empresas de investimento.
Acolhimento. Esta é a palavra que resume o porquê de cada vez mais brasileiros rumarem ao Porto para comprar casa. Segundo um estudo da Predibisa, a afetividade da generalidade dos portuenses, a facilidade de integração na cidade, a qualidade de vida, a segurança e a gastronomia estão entre as razões que levam os investidores do Brasil a apostar no mercado residencial do Porto.
Durante a 4ª edição do Open House Porto – realiza-se de 30 de junho a 1 de julho, nas cidades do Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos – será possível visitar 65 espaços, mais cinco que em 2017. Segundo a Casa da Arquitetura (CA) – Centro Português de Arquitetura, responsável pela organização e produção da iniciativa, 70% dos 65 espaços são inéditos.
Há cada vez mais lojas a serem transformadas em casas. E escritórios também. A procura de casa nos centros de Lisboa e Porto está a pressionar também este segmento, onde se encontram cada vez mais espaços a ser transformados em habitação. Com isto, o reforço de um problema: a oferta de escritórios é cada vez mais escassa.
Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto (CMP), acredita que a solução para a especulação imobiliária, na sequência do crescimento da atividade turística, passa por aumentar a oferta de habitação na cidade.
Se estás a pensar em arrendar casa fica a saber que o valor da renda em Lisboa custa duas vezes mais que no resto do país. Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) não deixam dúvidas: em 2017, o valor mediano das rendas dos 84.383 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal foi 4,39 euros por m2, muito inferior ao verificado no município de Lisboa (9,62 euros por m2).
O mercado imobiliário comercial português deverá continuar atrativo para os investidores estrangeiros. A consultora Worx prevê, aliás, um novo recorde de investimento para este ano, que deverá ultrapassar a fasquia dos 2.000 milhões de euros.
Primeiro Lisboa, agora Porto. A Glovo, aplicação espanhola de entrega de comida e documentos, chegou à capital em outubro do ano passado e opera desde segunda-feira (19 de março) na Invicta. Vai cobrar, na fase inicial e à semelhança do que acontece em Lisboa, uma taxa de entrega de um euro.
A maioria das propostas de lei apresentadas pelos diferentes partidos será a “morte do mercado de Alojamento Local (AL)”. Esta é a posição defendida pela APEMIP, para quem o AL tem sido alvo de uma “diabolização errada”. Os mediadores sugerem, entre outras coisas, quotas de condomínio a duplicar.
Lisboa continua a “dar cartas”. Desta vez a capital portuguesa subiu cinco posições na lista de cidades com melhor qualidade de vida. Segue à frente de Paris, Londres, Milão, Madrid ou Nova Iorque, aparecendo no 38º lugar no estudo anual Quality of Living, da Mercer. A ocupar o primeiro lugar do ranking, há nove anos consecutivos, está Viena (Áustria).
Em 2017 foram licenciados 18,5 mil edifícios e concluídos 12,4 mil edifícios, mais 10,6% e 17,1%, respetivamente, que no ano anterior. Segundo o INE, no quarto trimestre de 2017 o número de licenciamentos diminuiu 4,8% face ao trimestre anterior. Já os edifícios concluídos aumentaram 0,7% em três meses.
As antigas instalações do Centro Hípico do Sport Clube do Porto, localizado junto às ruas Silva Porto, São Dinis e 9 de abril, vão mudar de localização, já que onde se encontra o atual complexo de Paranhos vai nascer um novo empreendimento residencial dirigido à classe média e uma superfície aliment
Os arquitetos vão manifestar-se esta quinta-feira contra os projetos de lei que estão para aprovação na Assembleia da República (AR) e que irão permitir a um grupo de engenheiros civis assinar projetos de arquitetura. Os protestos começam junto da AR e terminam com uma vigília junto à Ordem dos Arquitetos.
Norte, Centro e Alentejo. Cerca de metade – ou mais – das unidades criadas nestas três regiões estava desocupada quando foi transformada em Alojamento Local (AL). Mais precisamente 56% no Norte, 47% no Centro e 55% no Alentejo. Nas regiões Norte e Alentejo, cerca de um quarto das casas era usada para habitação.
A retalhista espanhola Mercadona só chegará a Portugal em 2019, mas a verdade é que já está a investir no mercado nacional. Só no ano passado, a empresa pagou 63 milhões de euros a 50 fornecedores portugueses para “alimentar” supermercados em Espanha, mais 11 milhões que em 2016.
O Jumbo, do grupo Auchan, é a cadeia de supermercados mais barata de Portugal continental. Seguem-se o Continente, da Sonae, e o Pingo Doce, da Jerónimo Martins, por esta ordem. Em causa está um estudo realizado pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor com base em preços recolhidos entre setembro e novembro de 2017.
A Mota-Engil, empresa liderada por António Mota e por Gonçalo Moura Martins, anunciou a adjudicação de quatro novos contratos no valor de 225 milhões de euros. Um na Costa do Marfim, por 83 milhões, e três no Peru, no valor conjunto de cerca de 142 milhões de euros.
O mercado imobiliário português é cada vez mais interessante para os estrangeiros, sobretudo para os brasileiros e franceses. Os dados revelados pelas mediadoras imobiliárias e pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) confirmam esta tendência.
Crise e austeridade parecem ser palavras do passado. Nos dois primeiros meses do ano foram criadas em Portugal 8.820 empresas, mais 12,1% que no mesmo período de 2017. Já as insolvências recuaram 6,5% em termos homólogos.
O turismo está em alta, tanto que o alojamento português continua a dar resposta à procura, que não para. Só no ano passado entraram em processo de licenciamento 80 novos projetos de hotéis em Portugal Continental, um crescimento de 60% face a 2016, segundo apurou a Confidencial Imobiliário (Ci).