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Arrendar casa em Portugal continua a ser um desafio para milhares de famílias, apesar do recente aumento da oferta disponível. A escassez de imóveis para arrendar mantém a pressão sobre os preços, ainda que se tenha observado uma ligeira desaceleração no crescimento das rendas. O índice de preços do idealista - editor deste boletim - revela que, em maio, o preço das casas para arrendar subiu 4,4% face ao mesmo mês do ano passado (enquanto em abril havia subido 5,1% em termos anuais). Assim, o custo mediano de arrendar casa em Portugal fixou-se nos 16,8 euros por metro quadrado (euro/m2) no final de maio. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,4%.
A Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) já havia iniciado conversações com o antigo Executivo da AD sobre a simplificação da entrada de fundos de investimento imobiliário no mercado de arrendamento acessível.
Uma fórmula aparentemente simples, mas transformadora: adquirir imóveis, reabilitá-los com empresas locais e arrendá-los a preços acessíveis a quem mais precisa — sem deixar de garantir sustentabilidade financeira.
As famílias em Portugal estão mais cautelosas perante futuras subidas dos juros e incerteza económica. Em 2024, os agregados familiares pouparam 12,2% do rendimento disponível, o valor mais elevado em duas décadas.
A Nigéria, um dos países com a maior taxa de crescimento populacional, enfrenta uma crise de habitação sem precedentes, com os jovens a serem os mais duramente afetados.
O investimento em imobiliário comercial apresentou uma franca recuperação no primeiro trimestre deste ano, tendo o montante investido quase triplicado face ao mesmo período do ano passado: totalizou 625 milhões de euros transacionados, contra 234 milhões de euros nos primeiros três meses de 2024 (+167%). Em causa estão dados que constam no research trimestral da JLL “Market Dynamics”, que acompanha a atividade de investimento, ocupação e transação do mercado imobiliário nos segmentos comerciais e residencial.
O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) é uma contribuição anual cobrada pelos municípios portugueses a quem for proprietário de imóveis.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) abre esta quarta-feira (21 de maio de 2025), às 15 horas, o processo de candidaturas para o Concurso nº 29 do Programa Renda Acessível, que decorrerá até 16 de junho. São ao todo 133 habitações de tipologias que variam entre T0 e T3 que serão sorteadas.
Proprietários que disponibilizaram casas ao Estado no âmbito do programa “Arrendar para Subarrendar” estão a ser surpreendidos com a tributação das rendas, apesar de o regime prever isenção de IRS.
Embora as rendas das casas continuem a subir em 2025 (o preço cresceu 4,6% no início do ano), e a compra de casas se tenha tornado mais atrativa com os juros mais baratos e os incentivos fiscais do Governo, continua a haver um elevado interesse das famílias pelo mercado de arrendamento. Os dados mais recentes do idealista, editor desta newsletter, revelam que os anúncios das casas para arrendar receberam, em média, 21 contactos no primeiro trimestre de 2025. No entanto, face ao mesmo período de 2024, o número de contactos por cada casa para arrendar anunciada caiu 36% (na altura recebiam 33 contactos, em média), o que pode ser explicado pelo aumento da oferta de casas no mercado de arrendamento.
Há cerca de quatro anos, a banca vendeu uma carteira com mais de 4.000 casas em todo o país aos fundos Tikehau e Albatross, uma operação avaliada em 300 milhões de euros.
Os especialistas que participaram num debate organizado no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, na segunda-feira (dia 12 de maio), dividiram-se quanto à eficácia de medidas de controlo das rendas para dar resposta à atual crise habitacional.Organizado pela Rede H – Rede Nacional
A Autoridade Tributária e Aduaneira vai rever até final de junho todas as liquidações de IMI em que tenha sido requerida isenção do imposto e restituir ou reduzir nas prestações seguintes o valor que possa ter sido já pago.“A AT irá rever, até ao fim do mês de junho - data em que termina o prazo par
Há uma nova tendência identificada sobre as rendas pagas pelos inquilinos em Portugal. Durante 2024, as rendas ficaram praticamente estáveis, subindo em torno de 7% mês após mês.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa já arrecadou cerca de 12 milhões de euros com a alienação de património imobiliário desde a entrada em vigor do atual plano de reestruturação, revelou o provedor da instituição.Em entrevista à agência Lusa, Paulo Sousa adiantou que foram vendidos onze imóveis n
A Comissão Europeia (CE) lançou esta segunda-feira, dia 12 de maio, uma consulta pública para recolher opiniões de cidadãos, empresas, autoridades públicas, sociedade civil e outras partes interessadas na habitação, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do plano europeu de habitaç
Os senhorios com rendas antigas estão isentos de pagar Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Mas o Fisco tem enviado notas de liquidação de IMI a estes proprietários.
Há casas no mercado que são arrendadas mais rápido do que outras por vários fatores. A localização, a tipologia, o preço e outras comodidades (como varanda, elevador ou garagem) costumam pesar na decisão das famílias. No início de 2025, cerca de 9% das casas para arrendar anunciadas no idealista estiveram menos de 24 horas no mercado. E boa parte apresentava rendas mais acessíveis, mostra a análise realizada pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa e editor deste boletim.
Num ano, em 2024 face a 2023, o salário médio real (já descontando os efeitos da inflação) subiu 182 euros, de 1.261 euros brutos para 1.443 euros brutos. Já o salário médio aumentou de 1.505 euros para 1.602 euros enquanto o salário mínimo cresceu de 760 euros para 820 euros. No entanto, as despesas com a habitação aceleraram (muito) nos últimos, tendo o peso dos encargos com a casa saltado de menos de 20% em 2000 para mais de 39% em 2023.
O mercado de arrendamento de casas de luxo em Londres foi inundado com anúncios após a saída de inúmeros proprietários com alto poder aquisitivo, que deixaram a capital britânica devido à abolição do regime tributário para não residentes decretado em abril deste ano pelo governo trabalhista.