Arrendamento ganha dinamismo: rendas sobem 11% e contratos 6,9%
O mercado de arrendamento continua bem dinâmico em Portugal, numa altura em que a compra de casa continua a estar fora do alcance de muitos, seja pelos elevados preços e juros, seja pela dificuldade em reunir poupanças. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) espelham bem esta realidade: o número de novos contratos de arrendamento subiu 6,9% num ano no segundo trimestre de 2024. E a alta procura para a escassa oferta de casas para arrendar gerou uma nova subida das rendas de 11,1%.
Preço das casas de luxo sobe no mundo - com Lisboa a liderar
O contexto económico global continua a apresentar desafios e incertezas. Mas o imobiliário de luxo continua a mostrar-se resiliente. Prova disso é que os preços das casas de luxo continuam a aumentar na maioria das grandes cidades do mundo, com Lisboa a liderar as subidas nos primeiros seis meses de 2024 (+4,2%). E as rendas das casas 'prime' estão a subir ainda mais.
Arrendar é 21% mais caro que comprar casa- mas crédito exige poupanças
O acesso à habitação em Portugal está no centro do debate social e político. Tanto os preços das casas para comprar, como as rendas estão a subir a um ritmo superior aos rendimentos das famílias. A boa notícia é que, depois de uma temporada de juros altos, as taxas nos créditos habitação estão a descer há vários meses, reduzindo as prestações da casa nos novos contratos. E tanto assim é que arrendar uma casa com dois quartos acaba, atualmente, por sair 21% mais caro do que o custo da prestação mensal de um crédito habitação para adquirir a mesma casa. Mas a opção de compra de casa exige uma poupança de 32.585 euros, em termos medianos, de acordo com a análise publicada pelo idealista (editor deste boletim). Isto porque para se conseguir um empréstimo habitação, no atual contexto, é necessário ter um fundo de reserva para dar como entrada da casa nova.
Vender casa arrendada: quem tem direito a deduzir caução no IRS?
Quando uma casa arrendada é vendida, o novo proprietário fica responsável por devolver o valor da caução no final do contrato de arrendamento. Mas quem é que tem direito a deduzir a caução no IRS?
Viver sozinho em Portugal? Arrendar estúdio custa o dobro de um quarto
Viver sozinho em Portugal representa um grande desafio nos dias de hoje, para muitas pessoas, devido às altas rendas praticadas sem o acompanhamento real dos salários. E, para muitos estudantes universitários, profissionais deslocados ou quem passa por situações pessoais como uma separação, surge um grande dilema: arrendar um estúdio ou um quarto numa casa partilhada. A verdade é que as diferenças económicas entre os dois continuam a ser bastante significativas, sendo que a privacidade de um estúdio face a arrendar um quarto acaba por sair duas vezes mais cara. Esta é a conclusão da mais recente análise do idealista, editor desta newsletter, que mostra que a renda média de um estúdio foi de 900 euros no segundo trimestre deste ano, enquanto a renda de um quarto foi de 450 euros.
Rendas antigas: tudo sobre a compensação que os senhorios podem pedir
Os senhorios com rendas antigas, ou seja, com contratos de arrendamento celebrados antes de 15 de outubro de 1990, já podem pedir compensação financeira a que têm direito. Trata-se de um diploma que já tinha sido aprovado em dezembro de 2023 e que entrou em vigor a 1 de julho de 2024. Os dados mais recentes indicam que o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu até agora 2.900 pedidos de compensação, sendo que o valor médio ronda 216 euros. Explicamos tudo sobre este assunto no Deco Alerta desta semana.
Arrendar casa em Lisboa: proprietários defendem “tudo” para subir oferta
O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários defendeu na sexta-feira (dia 13 de setembro), em audiência na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), que se faça “tudo” para aumentar a oferta de arrendamento na capital.
“O problema da habitação só se resolve com o aumento da oferta”, sublinhou
Pagar rendas adiantadas para ter desconto? O que diz o mercado e a lei
A criatividade faz parte dos negócios imobiliários. E para evitar situações de incumprimento, conseguir liquidez para enfrentar gastos relacionados com impostos, créditos ou despesas com a manutenção dos imóveis, há proprietários a pedir vários meses de rendas adiantadas, alguns até ao valor equivalente a um ano, no momento de fechar um novo contrato de arrendamento. Em troca, alguns destes senhorios oferecem um desconto no total a pagar pelos inquilinos, que se tiverem liquidez para dar este passo se sentem tentados a aceitar o acordo, devido aos preços das rendas em alta, num contexto em que a procura continua a superar a oferta, de uma forma generalizada. Mas será que esta prática, habitual em mercados como os EUA ou Austrália, e que começa a despontar também em Espanha, é já tendência em Portugal? E o que diz a lei? O idealista/news tenta dar resposta a estas e outras perguntas, com fundamento jurídico e testemunhos de quem anda no terreno a arrendar casas.
Rendas antigas: quase 3.000 senhorios pediram compensação
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu até agora 2.900 pedidos de compensação financeira de senhorios com rendas antigas, cujo valor médio ronda os 216 euros, referiu fonte oficial organismo.
Em resposta a questões colocadas pela Lusa, o IHRU referiu que o a
Quartos para arrendar: há 22 interessados por cada divisão anunciada
As rendas das casas em Portugal continuam a subir. E estão tão elevadas que tornam o arrendamento inacessível para muitos. É por isso que estudantes universitários, profissionais deslocados e quem está a reorganizar a sua vida familiar, seja por desemprego ou divórcio, acaba por ser empurrado para o mercado das casas partilhadas. A verdade é que, apesar da oferta ter subido no último ano, os preços não baixaram e a procura de quartos para arrendar continua em alta no nosso país. Registou-se, em média, 22 interessados por anúncio no segundo trimestre deste ano, tal como revela a análise do idealista, editor desta newsletter.
Rendas acessíveis em Lisboa: 146 casas a concurso até dia 7 de outubro
Estão abertas as candidaturas, até dia 7 de outubro de 2024, a um novo concurso do Programa Renda Acessível (PRA), para a atribuição de 146 habitações. É “a maior bolsa de atribuição desde a abertura do programa”, revela a Câmara Municipal de Lisboa (CML) em comunicado.
Vila Real terá 180 casas com rendas acessíveis (a custos controlados)
A cidade de Vila Real vai contar com 180 habitações municipais a custos controlados a partir de dezembro de 2025, num investimento de 25 milhões de euros, foi anunciado esta quinta-feira (12 de setembro de 2024). “Estas habitações serão fundamentais para responder a quem procura habitação no concelho de Vila Real. Vinte anos antes de 2013 foram construídas quatro habitações e, em cerca de 10 anos, 180. Este é este o saldo que temos para apresentar”, afirmou o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, que ganhou as eleições pela primeira vez para o PS em 2013.
Rendas sempre a subir – e senhorios podem aumentar até 2,16% em 2025
Agora é oficial. Em 2025, os senhorios podem aumentar o valor das rendas até 2,16%. Isto porque o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou, esta quarta-feira (11 de setembro de 2024), que nos últimos 12 meses até agosto a variação média do índice de preços, excluindo a habitação, foi de 2,16%, sendo este o valor que serve de base ao coeficiente de atualização anual das rendas para o próximo ano, ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
Alojamento Local: fim da taxa extraordinária já está em vigor
O diploma que revoga a contribuição extraordinária sobre o Alojamento Local (AL) e a fixação do coeficiente de vetustez destes imóveis, e introduz medidas em sede de IRS para facilitar a mobilidade geográfica, entrou em vigor esta quarta-feira (11 de setembro de 2024).
Singapura endurece regras de habitação pública para travar preços
Singapura avançou com novas restrições para comprar habitação pública.
Cooperativas de habitação: novas medidas do Governo trazem novidades
As cooperativas de habitação ajudaram a criar casas dignas (e a preços mais baixos) para milhares de famílias durante o século passado. Mas este modelo conjunto de construção de casas acabou por cair em desuso no virar do milénio. Hoje, com a crise no acesso à habitação que assola o país, as cooperativas de habitação voltaram à ribalta, tendo sido reconhecidas pelo Governo da AD como entidades promotoras de habitação a preços acessíveis, seja para comprar ou para arrendar. Descobre como as cooperativas de habitação vão ganhar nova vida com as novas medidas do Construir Portugal, com fundamento jurídico.
Tudo sobre o arrendamento vitalício: das vantagens às obrigações
O contrato de arrendamento vitalício oferece aos inquilinos a possibilidade de viverem de forma estável num imóvel por toda a vida. Mas, afinal, como funciona? E quais são as vantagens e desvantagens? E efeitos legais? Explicamos tudo neste artigo, com fundamento jurídico.
Arrendar casa: há 32 famílias interessadas por cada imóvel no mercado
Embora haja falta de casas para arrendar em Portugal e de as rendas terem aumentado 6,5% no último ano, a verdade é que o mercado de arrendamento continua a ter elevada procura no nosso país. Prova disso é que os anúncios de casas para arrendar no idealista receberam, em média, 32 contactos no segundo trimestre de 2024, antes de serem retirados. Mas a análise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter, também mostra que o número de contactos por anúncio diminuiu 29% face ao mesmo período de 2023, quando foram recebidos, em média, 45 contactos por cada casa para arrendar anunciada.
Arrendar casa: Lisboa está entre as capitais europeias mais rentáveis
As rendas das casas em Portugal continuam a subir e a um ritmo mais elevado que em outros mercados europeus. E este cenário torna o arrendamento habitacional num negócio interessante para investir no nosso país.
“Portugal continua a ser cobiçado pelos investidores norte-americanos”
Kevin Sears é o novo presidente da Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA (NAR). Licenciado em História e com uma longa carreira como agente imobiliáro em Massachusetts, o responsável destaca nesta entrevista ao idealista/news o aumento do interesse dos investidores norte-americanos no mercado residencial português e espanhol, graças ao clima, estilo de vida e benefícios fiscais.