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A melhor forma de fazer com que a venda de um imóvel se destaque das demais é conhecer a situação do mercado.
A possibilidade de trabalhar remotamente, facilitada pelas medidas de contenção da pandemia, está a impulsionar a redescoberta das pequenas aldeias do interior do país.
Os últimos 12 meses revolucionaram o mundo, a economia, os modos de vida e os mercados. A Covid-19 foi a grande protagonista de 2020, num ano marcado por grandes mudanças, a vários níveis, e que também impactaram o imobiliário. O país fechou-se em casa e muitos descobriram que o local onde viviam estava longe de ser o espaço ideal; outros decidiram ir viver para segundas residências, com a crescente afirmação do teletrabalho; e houve ainda quem decidisse pôr mãos à obra para remodelar a casa. Os negócios continuaram a fazer-se, mesmo que dentro de portas, e Portugal manteve-se atrativo para os investidores. Apesar da dificuldade de realizar qualquer tipo de previsão, num contexto de grande incerteza, o idealista compilou as análises de mercado da habitação até hoje para fazer um retrato de 2020, deixando pistas sobre o que esperar de 2021.
A pandemia e o confinamento da população deram impulso ao aparecimento de novas tendências no setor residencial.
Ao longo dos últimos anos, os ecrãs têm vindo a ganhar um protagonismo crescente no quotidiano, em várias áreas. Mas foi na pandemia que se consagrou o seu reinado.
Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
Que a pandemia está a gerar grandes mudanças e novos paradigmas, é absolutamente indiscutível.
Estar em teletrabalho sai mais caro que ir para o escritório. Esta é uma das conclusões a retirar de um estudo da Universidade de Harvard (EUA). Segundo o mesmo, conseguir ter um espaço extra em casa que funcione como local de trabalho/escritório ou um jardim um pouco maior para a família significa ter gastos superiores aos tidos antes da pandemia da Covid-19, ou seja, quando, por exemplo, se ia de transportes públicos para o escritório.
Na apresentação do plano de desconfinamento, que arrancou esta segunda-feira (15 de março de 2021), o primeiro-ministro António Costa tinha dito que o teletrabalho era para manter “sempre que possível”, mas o decreto-lei nº4/2021, já publicado em Diário da República, veio esclarecer que se mantém obrigatória a adoção do teletrabalho.
As mediadoras imobiliárias voltam à atividade “normal” a partir desta segunda-feira, 15 de março de 2021, dia que marca o arranque do plano de desconfinamento em todo o país.
Um ano de pandemia e tudo mudou. A economia, o trabalho, as casas, as famílias, os hábitos – o mundo, a vida.
Uma reabertura cautelosa, gradual e a “conta gotas”. Assim será o plano de desconfinamento em Portugal, que assenta em quatro fases de levantamento progressivo de restrições.
As mediadoras imobiliárias podem abrir ao público a partir de 15 de março de 2021, fazendo parte do primeiro grupo de estabelecimentos definidos pelo Governo com luz verde para voltarem a funcionar de portas abertas, no âmbito do plano de desconfinamento aprovado ontem.
Estar farto de trabalhar em casa é normal, assim como estar desmotivado e desgastado emocionalmente.
O comissário europeu para o Emprego resumiu o último ano, marcado pela pandemia, como aquele em que se passou de trabalhar em casa para viver no trabalho, realçando que essa possibilidade foi, porém, “uma bênção” para a economia.
A taxa de poupança disparou a nível nacional, em termos médios.
Empregos perdidos e horários de trabalho reduzidos, violência doméstica crescente provam que o impacto da pandemia foi mais forte nas mulheres e fez “descarrilar as conquistas de igualdade”, alerta o Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE, na sigla em inglês).
Símbolo da resiliência, da luta pela igualdade de direitos, não só de género, mas também de equidade profissional.
A economia dos países e os mercados financeiros continuam a sofrer os efeitos da pandemia a nível internacional, mas há já sinais encorajoradores de que o pior já passou na área do imobiliário. Segundo o mais recente estudo internacional sobre investimento imobiliário da Cushman & Wake
A comercialização da Flower Tower, uma torre com mais de 100 apartamentos pensada para as novas gerações, que irá ser construída em Leça da Palmeira, continua “a todo o gás”.