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Depois de quase um ano de pandemia, e num contexto de ainda grande incerteza, é difícil prever o comportamento do setor imobiliário em 2021. Mais do que nunca, segundo a CBRE, o mercado vai registar velocidades distintas.
O mercado residencial português conseguiu resistir à Covid-19 e o arrendamento ganhou terreno, segundo um relatório apresentado esta semana pela MVGM, que reúne 'insights' sobre os principais efeitos da pandemia nos vários setores do imobiliário na Europa. Nas duas grandes cidade
Com o regresso do confinamento, teletrabalho e aulas às distância, voltaram as queixas por causa da internet lenta um pouco por todo o país.
O mercado imobiliário, à semelhança de muitos outros setores económicos, está a sentir os efeitos da Covid-19. Mas afinal como se estão a comportar a oferta e a procura de casas para comprar em Portugal com a pandemia?
O teletrabalho passou a fazer parte do “novo normal” que se vive praticamente em todo o mundo em tempos de pandemia da Covid-19. Mas trabalhar a partir de casa significa para muitas pessoas trabalhar mais horas. E também isso parece estar a fazer parte do referido “novo normal”.
O teletrabalho veio para ficar, mas sabemos que nem todas as casas têm espaço suficiente para um escritório adequado e, mesmo que tenham, é benéfico separar a vida pessoal da profissional.
O Governo defende que as empresas têm de pagar as "despesas relacionadas com telefone e internet" aos colaboradores que estejam em teletrabalho.
Num contexto de incerteza económica, o segmento das residências para estudantes e jovens profissionais mostra-se resiliente aos efeitos da Covid-19.
Portugal está mergulhado num novo confinamento, o que significa que muitas pessoas estão em teletrabalho. A juntar a isto está o facto de ter arrancado esta segunda-feira (8 de fevereiro de 2021) o ensino à distância, o que significa que muitas famílias estão, nesta fase, juntas em casa. Ou seja, com todos em casa, a fatura da luz e da internet tendem a disparar durante este período. No artigo de hoje da Deco Alerta ajudamos-te a perceber o que podes fazer para minimizar estas despesas e, desta forma, conseguires cumprir com as tuas obrigações.
Quais são as casas mais procuradas em Portugal em tempos de pandemia da Covid-19? Segundo um inquérito realizado pela Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) em janeiro de 2021 – junto de 850 empresas suas associadas ativas –, as moradias estão a ganhar adeptos no país. A maioria dos imóveis residenciais vendidos em 2020 foram apartamentos de tipologia T2 (48%), seguindo-se precisamente as moradias (42%). Apartamentos T3 e terrenos ocupam, por esta ordem, o terceiro e quarto lugares.
“No segmento onde a Vanguard Properties está inserida, tivemos um ano de 2020 bastante positivo”, começa por dizer ao idealista/news José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Segundo o responsável, apesar do contexto de pandemia da Covid-19, os resultados da promotora imobiliária “foram muito animadores”. “E o início de janeiro continua a ser muito positivo”, acrescenta, salientando que há muitos portugueses a investir no setor imobiliário e a comprar casa.
Os millennials estão a mudar “drasticamente” o mercado imobiliário de luxo nos EUA. Em nítido contraste com o estereótipo "preguiçoso" que definiu a sua geração, diz a Bloomberg, os jovens mais ricos não estão a viver no “sotão” dos pais, mas a comprar casas multimilionárias.
A maioria dos portugueses está em teletrabalho, e em confinamento, por causa da pandemia da Covid-19. Um ano depois, e numa altura em que estamos física e psicologicamente exaustos, equilibrar a vida pessoal e profissional dentro de casa pode mesmo ser uma tarefa difícil.
Mais e mais pessoas estão à procura de se reconectarem com a natureza. Para isso, as casas longe de grandes espaços urbanos são uma ótima alternativa.
A “febre” das reuniões de Zoom, Skype ou Teams instalou-se com a pandemia e o (necessário) teletrabalho. As casas transformaram-se em escritórios e é assim que milhões de pessoas começam e terminam os dias: com videochamadas que se prolongam, muitas vezes, em demasia no tempo.
O tráfego de dados bateu um novo recorde na semana em que os portugueses voltaram a ficar confinados em casa. Entre 18 e 24 de janeiro de 2021, semana em que foi restabelecido o dever geral de recolhimento domiciliário e em que foram suspensas as atividades letivas (22 de janeiro), o tráfego de dados aumentou 9% face à semana anterior, tendo atingido o valor máximo desde o início da pandemia da Covid-19. Em causa estão dados da ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações.
“Há bastante trabalho a fazer em matéria de habitação acessível, nomeadamente nas cidades onde as oportunidades de emprego estão mais concentradas e, por isso mesmo, mais pressionadas pela procura”. O alerta é dado por Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, que considera “prioritário aumentar em Portugal o ‘build to rent’, a oferta pública de habitação para arrendamento”. Até porque o país “tem dos stocks de habitação social mais reduzidos da Europa”, diz, em entrevista ao idealista/news.
Como é que o mercado de escritórios se vai comportar em 2021, um ano que continua a ser marcado pela pandemia da Covid-19? O teletrabalho vai “obrigar” as empresas a mudar ou a repensar o seu modelo de negócios? Segundo Pedro Salema Garção, Head of Agency da Worx, os principais negócios serão avançados por empresas de grande dimensão. “Vamos assistir a maiores renegociações, reduções de área e, nos casos onde a mudança não é uma prioridade, um maior atraso nos processos”.
A Segurança Social arrancou esta terça-feira, 26 de janeiro de 2021, com um projeto piloto em que vai promover o atendimento remoto por videoconferência por marcação.
O teletrabalho veio para ficar, mas também veio pôr à prova a capacidade das equipas se relacionarem à distância.