À procura de uma nova casa? Os fatores a que é preciso estar atento na pandemia
Atualmente, as pessoas passam mais tempo em casa do que nunca.
“Escritórios vão deixar de ser espaços estáticos para se tornarem locais mais dinâmicos”
“A pandemia e o teletrabalho vieram acelerar tendências que já estavam em desenvolvimento”, diz ao idealista/news Duarte Aires, CEO da Vector Mais, empresa – fundada em 2000 – que desenvolve projetos de conceção e construção de espaços interiores, apresentando soluções globais para escritórios, hotéis, retalho e espaços de saúde. O responsável considera que, na sequência da crise pandémica, irá assistir-se “a algumas mudanças” na “forma de trabalhar”, com os escritórios a deixarem “de ser espaços estáticos para se tornarem em locais mais dinâmicos que promovem a inovação e o trabalho de equipa”.
2020, o ano das vídeochamadas – Portugal não escapa à tendência
É caso para dizer “e tudo a pandemia mudou”. Em 2020, devido à crise pandémica, que obrigou os países a confinar e as pessoas a ficarem em casa, muitas em teletrabalho, a barreira da comunicação foi quebrada com um grande aliado chamado tecnologia. As videochamadas, quer seja de teor profissional ou pessoal, viraram tendência.
Empresas “fintam” novo confinamento: há mais a conseguir manter atividade que em abril de 2020
Estarão as empresas a “sobreviver” melhor a este confinamento, face ao primeiro? Segundo um inquérito do Banco de Portugal (BdP) e do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), na primeira quinzena de fevereiro, 92% das empresas estavam em produção ou funcionamento, um valor que compara com 82% no primeiro confinamento, ou seja, na primeira quinzena de abril de 2020. Conclui-se, portanto, que há mais empresas a conseguir manter a atividade atualmente.
Apoio aos pais em teletrabalho: as datas em que as empresas têm de entregar os pedidos
As empresas têm dez dias, entre 5 e 15 de março, para preencher o formulário que lhes permitirá receber a comparticipação da Segurança Social (SS) relativa ao apoio excecional à família, destinado aos trabalhadores que têm de prestar assistência a crianças, na sequência do fecho das escolas, que estão encerradas desde 22 de janeiro. De recordar que o apoio em causa foi recentemente alargado aos pais de alunos até ao 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família.
"A pandemia não teve e não deverá ter impacto nos preços da habitação nova"
O diretor-geral Avenue, Aniceto Viegas, explica em entrevista ao idealista/news as razões que justificam os atrasos no avanço do Bonjardim, um projeto considerado emblemático para a Baixa do Porto e que fica localizado a poucos metros da Avenida dos Aliados e junto do Mercado do Bolhão.A m
Teletrabalho: dicas práticas e soluções que ocupam pouco espaço em casa
A grande maioria das pessoas continua a trabalhar a partir de casa, por causa da pandemia. Um modelo que, de resto, veio para ficar, com muitas empresas a prepararem terreno para implementar uma solução de trabalho à distância e presencial alternada.
Espaço, espaço, espaço... o fator que está a fazer subir os preços das casas na pandemia
Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020, em termos médios, no país - e a tendência de subida deverá manter-se este ano. E o que explica este fenómeno num contexto de crise económica gerada pela Covid-19?
Novo confinamento “congela” ocupação de escritórios no arranque de ano
O mês de janeiro apresentou uma “baixa dinâmica” no mercado de escritórios, registando uma ocupação de cerca de 2.000 metros quadrados (m2) em Lisboa e de 500 m2 no Porto, segundo o mais recente Office Flashpoint da JLL.
Pais em teletrabalho: desde a declaração às coimas, tudo sobre os apoios em vigor
O alargamento de apoios às famílias em tempos de pandemia para pais de alunos até ao 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família entrou em vigor esta terça-feira (23 de fevereiro de 2021), tendo a Segurança Social (SS) já disponibilizado a nova declaração a requerer o apoio excecional à família. Um documento que terá de ser preenchido pelos trabalhadores e entregue aos empregadores. Os pais em teletrabalho que peçam indevidamente o referido apoio arriscam pagar uma coima até 12.500 euros.
Converter escritórios em casas: uma solução para combater a falta de oferta na Alemanha?
Fazer da crise uma oportunidade.
Preço das casas arrefece na Europa com a pandemia: S&P prevê subida de 2,6% para Portugal em 2021
O preço da habitação vai arrefecer na maioria dos principais mercados europeus em 2021, segundo o relatório divulgado esta terça-feira, 23 de fevereiro de 2021, pela Standard & Poor’s (S&P). A agência de rating estima que os preços em Portugal cresçam 2,6% este ano, e que recuperem 4,7% em 2022. Além disso, refere ainda que os mercados onde os alojamentos de férias são um importante motor do setor residencial - como Espanha e Portugal - provavelmente terão uma procura mais fraca este ano, por causa das viagens internacionais ainda limitadas.
Apoio excecional aos pais em teletrabalho passa a estar disponível a partir de hoje
O alargamento de apoios às famílias em tempos de pandemia para pais de alunos do 1.º ciclo e de famílias monoparentais que optem por não exercer teletrabalho para dar assistência à família entra em vigor esta terça-feira, 23 de fevereiro de 2021.O decreto-lei, aprovado pelo Conselho de Ministro
Efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores de vários países
O bem-estar mental dos trabalhadores em tempos de pandemia da Covid-19 varia consoante as medidas em vigor nos vários países. Em muitos, como é o caso de Portugal, o teletrabalho passou a ser obrigatório, o que aumentou a tensão e o stress, nomeadamente tendo em conta que muitas pessoas tiveram de conjugar o trabalho com o facto de terem os filhos em casa, em ensino à distância. A juntar a tudo isto há, por exemplo, a organização e arrumação da casa. Os efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores são, por isso, elevados.
Alargamento de apoio a pais em teletrabalho aprovado: estas são as novas regras
Os pais de crianças que frequentem até ao primeiro ciclo do ensino básico (até ao 4.º ano, o que, em alguns casos, significa que as crianças têm até 10 anos) ou com incapacidade superior a 60% clinicamente comprovada que se encontrem em teletrabalho vão poder optar entre manter-se em trabalho remoto ou requerer o apoio criado pelo Governo para garantir a manutenção de rendimento às famílias afetadas pela suspensão temporária de atividades letivas presenciais. O alargamento do apoio aos pais em teletrabalho foi aprovado em Conselho de Ministros na semana passada, mas só entrará em vigor depois de ser publicado em Diário da República. Fica a saber quais são as novas regras (as que já são conhecidas).
Escritórios híbridos: Zoom propõe rececionistas virtuais e reuniões controladas pelo telemóvel
O futuro dos escritórios passará por um modelo híbrido que irá combinar o trabalho presencial e o teletrabalho.
Como mudar de operadora de telecomunicações: quem cancela o contrato?
Com o país em confinamento, para tentar combater o aumento do número de casos da pandemia da Covid-19, os portugueses passam mais tempo em casa, muitos em teletrabalho. Significa isto que, por exemplo, aumentam os gastos com eletricidade, gás, água e internet. A solução pode passar, neste último caso, pela mudança de operadora de telecomunicação. Será que é um processo fácil? Explicamos tudo sobre este tema mo artigo de hoje da Deco Alerta.
Estado de emergência renovado desde hoje, mas sem novidades extra
O Governo voltou a renovar o estado de emergência até 1 de março de 2021 e as regras vão manter-se inalteradas.
Mais de mil infrações em nova fiscalização da ACT ao teletrabalho e uso de máscaras
A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) fiscalizou o regime de teletrabalho e o uso de máscara em 1.380 empresas, com 60.400 trabalhadores, e detetou 1.084 infrações, entre 19 de janeiro e 5 de fevereiro de 2021.
Precariedade e baixos salários dominam prática em arquitetura, conclui inquérito laboral
O trabalho em arquitetura é “altamente precarizado”, com um “peso notório” dos falsos recibos verdes entre os 87% de trabalhadores dependentes e um salário médio mensal de 870,75 euros, cem euros abaixo da média nacional apurada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em 2018.Est