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O teletrabalho voltou a estar na ordem do dia com o novo confinamento. É obrigatório para todas as funções compatíveis e desafia, mais uma vez, a capacidade de resposta das empresas à mudança.
Com o confinamento a decorrer, desde o passado dia 15 de janeiro de 2021, e conhecidas as regras de funcionamento da sociedade e da economia em geral, no país, para este período de recolhimento domiciliário, são várias as dúvidas que surgem associadas ao dia-a-dia de cada atividade.
Como salvar vidas sem matar a economia? A resposta a esta pergunta não é, claro, fácil de dar, mas há uma combinação de medidas que, a ser cumprida, garante “uma eficácia máxima” com o difícil equilíbrio entre restrições da mobilidade, controlo da pandemia e proteção da economia. Em causa está um estudo realizado pela consultora PSE, especializada em ciências de dados, denominado “Mobilidade, Pandemia, Economia – Impactos e Efeitos Multiplicadores”.
O uso de máscara obrigatório em Portugal foi sendo reforçado desde abril de 2020, passando a aplicar-se desde os trasportes públicos, recintos de espetáculos, espaços comerciais, vias públicas até aos locais de trabalho.
Portugal está “mergulhado” num novo confinamento geral, que começa esta sexta-feira (15 de janeiro de 2021) e deverá durar, pelo menos, um mês. Significa isto que volta a estar em vigor o dever de recolhimento domiciliário. Há, no entanto, exceções, ou seja, motivos que permitem que as pessoas possam sair de casa de forma “normal”. São 24 e vão de A a X, como se pode constatar no Decreto n.º 3-A/2021, publicado em Diário da República esta quinta-feira (14 de janeiro de 2021).
O teletrabalho vai voltar a ser obrigatório para todas as funções compatíveis, independentemente da vontade do empregador ou do trabalhador, não sendo necessário haver um acordo de qualquer uma das partes. As coimas por incumprimento serão também agravadas, podendo chegar aos 61.200 euros. Estas foram algumas das medidas anunciadas pelo primeiro-ministro António Costa esta quarta-feira (13 de janeiro de 2021) e que estarão em vigor durante o novo período de confinamento, que começa às 00h00 de sexta-feira (15 de janeiro de 2021).
O novo confinamento geral começa esta sexta-feira, 15 de janeiro de 2021, e deverá durar, pelo menos, um mês.
As lojas de mediação imobiliária podem abrir as portas? As empresas do setor podem continuar a funcionar? Podem realizar-se escrituras, contratos de promessa de compra e venda (CPCV), bem como de arrendamento? Podem fazer-se visitas a imóveis? As obras podem continuar?
Estar desmotivado e farto da pandemia é natural, mas há algumas dicas que podem ajudar a sobreviver a este segundo novo confinamento.
Numa época marcada por grande agitação social e económica, e por uma inesperada crise à escala global, o setor imobiliário mostrou-se resiliente à pandemia. Ainda assim, a subida dos preços das casas abrandou, e perspetiva-se um cenário de estabilização - e até queda - que dá o mote à pergunta de milhões para qual toda a gente procura resposta: vender casa agora, sim ou não? O idealista/news consultou várias mediadoras imobiliárias para perceber se este é um bom momento para colocar um imóvel no mercado. Mas não só. Procurámos perceber quais os passos a dar para fechar negócio neste contexto, as vantagens e desvantagens de recorrer a um mediador, a par dos riscos de tentar vender a casa sozinho, reunindo com a ajuda dos profissionais um conjunto de boas práticas para tentar vender bem (e mais depressa).
A venda de prédios para reabilitação manteve-se alta num ano marcado pela chegada da pandemia da Covid-19. No espaço de um ano, entre dezembro de 2019 e novembro de 2020, a Remax Portugal foi responsável pela comercialização de 273 prédios, que resultaram posteriormente em 501 transações imobiliárias. “Apesar de um decréscimo de 27% face a período homólogo, que se explica pela conjuntura pandémica, só entre janeiro e novembro de 2020, a venda de prédios significou um volume de preços na ordem dos 82,5 milhões de euros”, adianta a mediadora, em comunicado.
O teletrabalho – ou se quisermos, smart working – virou tendência e veio mesmo para ficar, mesmo que as nossas casas muitas vezes pareçam não estar preparadas para esta mudança de hábitos.
O setor imobiliário português está a “dar luta” à pandemia da Covid-19. Os números revelados pela JLL mostram isso mesmo, comprovando que o setor está resiliente à crise pandémica. “O mercado manteve um volume de transações elevado, estimando-se 2,6 mil milhões de euros investidos em imobiliário comercial e outros 24 mil milhões de euros em compra de habitação”, revela a consultora, frisando que, em ambos os casos, trata-se do terceiro melhor ano de sempre do mercado: em 2019 foram transacionados 3,240 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 25,1 mil milhões de euros em residencial e no ano anterior 3,356 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 24,1 mil milhões de euros em residencial.
O “mundo” do trabalho mudou com a pandemia da Covid-19. As profissões relacionadas com o marketing digital ganham terreno e tendem, cada vez mais, a não passar ao lado de quem está a recrutar. Segundo a empresa de automação de marketing Selligent Marketing Cloud, é possível prever quais são os perfis digitais com mais projeção em 2021. “Atualmente, a comunicação digital é primordial. É importante oferecer planos de marketing bem estruturados, com foco no mundo digital em que atuamos”, diz, em comunicado, Pablo Rueda, Partner Manager da empresa.
Num ano marcado por uma inesperada crise pandémica, que deixou marcas em todo o mundo, incerteza foi – e continua a ser – palavra de ordem. O setor imobiliário, como não podia deixar de ser, também sentiu os danos colaterais deixados pela passagem da Covid-19, mas mostrou-se resiliente. A construção não parou e os preços das casas, depois de vários anos a subir em flecha, estarão a desacelerar. Também o Alojamento Local e os vistos gold, que têm estado no olho do furacão ano após ano, voltaram a dar que falar em 2020.
A pandemia da Covid-19 chegou de forma inesperada e em força, levando a que as “regras do jogo” mudassem no negócio da mediação imobiliária, sendo a digitalização um trunfo das empresas do setor. Este foi, de resto, um tema em análise em vários webinares realizados ao longo do ano, como por exemplo este. A verdade é que as mediadoras imobiliárias tiveram de se adaptar às novas tecnologias para fintar a crise.
A pandemia veio mudar invariavelmente o mundo laboral, acelerando tendências e dando lugar a outras, com o teletrabalho a marcar o ano, tendo mudado a vida de milhões de pessoas.
Está a chegar a hora de dizer adeus a 2020 e, sobretudo, dizer adeus a este ano complicado.
Todos desejamos a vinda de 2021, com a expetativa de que tudo melhore. Mas não nos podemos esquecer do presente ano, marcado pela pandemia da Covid-19, para nos prepararmos melhor para o futuro.
Mais de 60% dos inquiridos gostaria de manter o teletrabalho, num futuro próximo, pelo menos em parte, com 51% a preferir um modelo misto, segundo um estudo do grupo Ageas e da Eurogroup Consulting Portugal.