Défice do segundo trimestre (10,5%) é o maior desde a resolução do BES, em 2014
No primeiro semestre de 2020, o défice ficou nos 5,4% do PIB, mas esta é uma “média” – entre janeiro e junho – com dois períodos muito diferentes: no primeiro trimestre, que foi parcialmente afetado pela pandemia da Covid-19, o défice foi de 1,1% enquanto no segundo trimestre, completamente afetado pela crise, o défice foi de 10,5% do PIB, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do maior défice num trimestre desde a resolução do BES, no terceiro trimestre de 2014, a qual levou o saldo orçamental para os -16%.
Onde é mais barato (e caro) arrendar casa em Portugal
Quanto custa arrendar uma casa no município mais barato do país? E no mais caro? Dados divulgados esta quinta-feira (24 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que no primeiro semestre do ano (últimos 12 meses acabados no semestre) o valor mediano das rendas dos 74.088 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares atingiu 5,47 euros por metro quadrado (m2), mais 9,4% que no período homólogo. Mas o custo do arrendamento varia muito consoante a zona do país. Na vila de Cinfães (Viseu), por exemplo, arrendar uma casa custa apenas 2,21 euros por m2, ou seja, um inquilino de uma habitação com 100 m2 paga ao senhorio 221 euros por mês.
Rendas das casas travam a fundo no 2º trimestre por causa da pandemia – só subiram 0,2%
No primeiro trimestre de 2020, o valor mediano das rendas dos novos contratos de arrendamento em Portugal subiu 10% face ao período homólogo. Mas com a chegada da pandemia, o ritmo de crescimento travou a fundo, e acabou quase “congelado” no segundo trimestre. De abril a junho, e apesar da variação ser positiva, o valor mediano das rendas fixou-se nos 5,41 euros por metro quadrado (m2), um aumento marginal de apenas 0,2% face ao mesmo trimestre do ano passado.
Taxa de poupança das famílias foi de 10,6% no 2º trimestre – o valor mais elevado desde 2013
No segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19, a taxa de poupança em Portugal acelerou para um novo máximo, tendo aumentado para 10,6%, mais 3,1% que nos primeiros três meses do ano (7,5%). Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (23 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta é, de resto, a taxa de poupança mais elevada desde o segundo trimestre de 2013 (10,8%).
Preço das casas ainda sobe em tempos de pandemia, mas menos – e venda de imóveis cai a pique
A Covid-19 deixou marcas em todos os setores de atividade, e o imobiliário não é exceção. Os preços das casas continuaram, no entanto, a subir em tempos de pandemia, tendo aumentado 7,8% no segundo trimestre de 2020. Trata-se, contudo, de um crescimento homólogo 2,5% inferior ao registado nos primeiros três meses do ano (10,3%). Os dados divulgados esta terça-feira (22 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem ainda concluir que foram transacionados, entre abril e junho, 33.398 alojamentos, com um valor total de 5,1 mil milhões de euros, menos 21,6% e 15,2%, respetivamente, que no mesmo período do ano passado.
Impacto da Covid-19 na mortalidade em Portugal
Entre 2 de março de 2020, data em que foram diagnosticados os primeiros casos com a doença Covid-19 em Portugal, e 30 de agosto, registaram-se 57.971 óbitos em território nacional, mais 6.312 óbitos que a média verificada no mesmo período durante os últimos cinco anos. Destas mais de 6.000 mortes, 1.822 foram devido ao novo coronavírus.
Edifícios licenciados e obras concluídas caem no segundo trimestre com a pandemia - e agora?
No segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia, o número de edifícios licenciados e concluídos em Portugal diminuíram 14,7% e 2,8%, respetivamente, em termos homólogos. Dados preliminares revelados esta sexta-feira (11 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem concluir que, entre abril e junho, foram licenciados quase 5.000 edifícios (em concreto 4.975) e concluídos 3,4 mil edifícios. Uma queda, de resto, que também se verificou em termos trimestrais. A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) enaltece, no entanto, o facto da variação mensal registada nos meses de junho e julho ter sido positiva e destaca "a resiliência que tem vindo a ser demonstrada por parte das empresas e dos investidores" do setor.
Produção na construção cai 5,5% em julho - mas mostra sinais de recuperação
Ainda em terreno negativo, a produção na construção melhorou o seu desempenho, registando em julho uma recuperação de três pontos percentuais face ao valor registado no mês anterior.Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta quinta-feira, dia 10 de s
Rendas das casas vão mesmo ficar congeladas em 2021
Agora é oficial. As rendas habitacionais e comerciais vão mesmo permanecer inalteradas em 2021, depois de cinco anos consecutivos de subidas. Isto porque a taxa de inflação foi nula em agosto, confirmou esta quinta-feira (10 de setembro de 2020) o Instituto Nacional de Estatística (INE), o que impende a atualização dos valores do arrendamento em 2021.
Aumento dos custos de construção de habitação nova em níveis pré-pandemia: sobem 2,3% em julho
Em julho, os custos de construção de habitação nova aumentaram 2,3% face ao mesmo mês do ano passado. Trata-se de uma subida homóloga 1,3% superior quando comparada com a verificada em junho (1%). Trata-se do maior crescimento homólogo registado no país desde fevereiro, mês que antecedeu a chegada da pandemia da Covid-19. Em causa estão dados (estimativas) divulgados esta terça-feira (8 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Avaliação bancária das casas volta a subir e atinge novo máximo: está nos 1.127 euros por m2
O valor mediano a que os bancos estão a avaliar os imóveis para efeitos de concessão de crédito à habitação continua a subir, mesmo em tempos de pandemia, e atingiu um novo máximo histórico. Em julho, o valor mediano de avaliação bancária subiu 12 euros, para 1.127 euros por metro quadrado (m2)
Dormidas de turistas estrangeiros caem em flecha em junho à boleia da pandemia
O turismo é um dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19, tendo o setor do alojamento turístico registado em junho 493,5 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, menos 82% e menos 85,2%, respetivamente, que no período homólogo, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). As dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico por parte de cidadãos estrangeiros também caíram e flecha.
O impacto da pandemia na aviação: aeroportos nacionais com movimento “inexpressivo” em junho
Os aeroportos nacionais registaram um movimento “inexpressivo” de 318,2 mil passageiros em junho, menos 94,6% que no mesmo mês do ano passado, revelou esta segunda-feira (17 de agosto de 2020) o Instituto Nacional de Estatística (INE), acrescentando que em maio a queda homóloga tinha sido de 98,5% em maio.
Mais de 60% dos alojamentos turísticos com cancelamentos de reservas devido à pandemia
Mais de 60% dos alojamentos turísticos reportaram cancelamentos de reservas para os meses de junho a outubro de 2020 devido à pandemia, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE). A Região Autónoma dos Açores foi aquela que apresentou maior peso de estabelecimentos com cancelamentos de reservas (94,3% dos estabelecimentos e 91,8% da capacidade oferecida), seguindo-se o Algarve (78,9% e 89,6%, respetivamente), a Área Metropolitana de Lisboa (74% e 84,7%, pela mesma ordem) e a RA da Madeira (71,6% e 87,3%, respetivamente).
Turismo interno trava quebra de hóspedes e dormidas em junho
A atividade turística manteve "forte redução" em junho, mas “menos intensa” que em maio devido ao turismo de residentes, segundo números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O número de hóspedes ficou nos 493,5 mil enquanto as dormidas foram 1,1 milhões, correspondendo a variações de -82% e -85,2%, respetivamente.
PIB caiu menos que o estimado pelo INE: economia recuou (afinal) 16,3% em plena pandemia
O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu esta sexta-feira (14 de agosto de 2020) a queda do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, melhorando a sua anterior estimativa em duas décimas em termos homólogos e em cadeia, para 16,3% e 13,9%, respetivamente.
Produção na construção cai 8,5% em junho
O Índice de Produção na Construção diminuiu 8,5% em junho, variação idêntica à observada em maio, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Os índices de emprego e de remunerações registaram variações homólogas de -1,6% e -2,6%, respetivamente (variações de -2,4% e -5,9% no mês anterior).
Custos de construção de habitação nova aumentam 1,1% em junho
Em junho, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 1,1%, mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações de 0,6% e de 1,8% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Exportações afundam mais de 30% no segundo trimestre “à boleia” da pandemia
Com a pandemia da Covid-19, as exportações afundaram 30,6% no segundo trimestre do ano face ao período homólogo. Em causa estão dados divulgados esta sexta-feira (7 de agosto de 2010) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), que permitem concluir, ainda, que o impacto do novo coronavírus também se fez sentir nas importações, que caíram 34,4%.
Rendas devem ficar congeladas em 2021 depois de cinco anos de subidas
As rendas habitacionais e comerciais deverão permanecer inalteradas no próximo ano, depois de cinco anos consecutivos de subidas. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelados no final da semana passada, a taxa média de inflação nos 12 meses terminados em julho está em “terreno” negativo – fixou-se nos -0,04%
Economia afunda 16,5% no segundo trimestre: é a maior queda de sempre do PIB
O Produto Interno Bruto (PIB) português caiu 16,5% no segundo trimestre de 2020 face ao mesmo período de 2019, tendo também contraído 14,1% em cadeia, ou seja, face aos primeiros três meses do ano. Trata-se, segundo os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), da maior queda do PIB desde que há registo oficial, sendo que a anterior maior remonta ao quarto trimestre de 2012, quando a economia portuguesa contraiu 4,5%.
Taxa de desemprego já reflete a crise e sobe para 7% em junho – o valor mais alto em quase dois anos
A taxa de desemprego subiu para 7% em junho, o valor mais elevado desde o início da pandemia da Covid-19 – 5,9% em maio, 6,3% em abril e 6,2% em março –, segundo dados provisórios divulgados esta quarta-feira (29 de julho de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se, de resto, do valor mais alto desde agosto de 2018.
Oeiras é o município que tem os rendimentos mais altos do país
Em 2018, o rendimento bruto declarado mediano, depois de descontado o IRS suportado por cada sujeito passivo, foi de 9.067 euros em Portugal, num aumento de 4,4% face ao ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Um quinto dos municípios registaram valores medianos do rendimento superiores à referência nacional durante 2018, destacando-se Oeiras com o valor mais elevado do país (13.527 euros) e Resende com o valor mais baixo (5.730 euros).
Avaliação das casas volta a subir em junho e atinge recorde: está nos 1.115 euros por m2
Em junho, o valor mediano de avaliação bancária subiu um euro, para 1.115 euros por metro quadrado (m2), face ao mês anterior, ultrapassando o recorde que tinha atingido em maio, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Edifícios licenciados aumentam 4,1% e concluídos sobem 11,6% em 2019
Os edifícios licenciados em Portugal somaram 23.608 em 2019, mais 4,1%, face ao ano anterior, estimando-se que tenham sido concluídos 14.184 edifícios, mais 11,6% do que em 2018.