Evolução das taxas de juro na Zona Euro, Reino Unido, Japão e EUA

Taxas de juro a subir na Zona Euro, EUA e Reino Unido – Japão resiste

Vários bancos centrais optaram, no último ano, por aumentar as taxas de juro diretoras, de forma a tentar dar resposta à alta taxa de inflação. Foi assim, por exemplo, na Zona Euro, nos EUA e no Reino Unido, que agora decidiram, no entanto, tirar o “pé do acelerador”. O banco central do Japão mantém-se, no entanto, firme, com a taxa de juro diretora a permanecer em terreno negativo desde 2016. 
Banco de Inglaterra mantem juros inalterados

Banco de Inglaterra mantém taxas de juro diretoras em 5,25%

O Banco de Inglaterra manteve esta quinta-feira (2 de novembro de 2023) as taxas de juro diretoras em 5,25%, pela segunda vez consecutiva, depois de numerosas subidas no último ano para controlar a inflação. Uma decisão idêntica à tomada pela Reserva Federal dos EUA (Fed), que manteve as taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,5%, e pelo Banco Central Europeu (BCE), que após dez aumentos consecutivos manteve a taxa de refinanciamento bancário em 4,5%, o nível mais alto desde 2001. 
Fed mantém juros

Fed volta a fazer pausa na subida dos juros - mas deixa avisos

A Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) vai manter as taxas de juro inalteradas entre 5,25% e 5,5%. Esta pausa nos juros de referência anunciada esta quarta-feira, dia 1 de novembro, foi a segunda consecutiva após uma série de subidas iniciada em março de 2022. O que é certo é que as taxas de juro nos EUA vão permanecer elevadas "até que estejamos confiantes de que a inflação está no caminho certo para atingir esse objetivo [de 2%]", afirmou Jerome Powell, presidente da Fed. E não afastam novos aumentos dos juros no futuro.
Juros nos EUA

Reserva Federal dos EUA faz pausa na subida das taxas de juro

Depois de 10 subidas consecutivas, a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) decidiu esta quarta-feira, dia 14 de junho, fazer pausa nas subidas das taxas de juro. Assim, pela primeira vez desde março de 2022, a Fed decidiu manter as taxas de juro entre 5% e 5,25%, o nível mais alto desde meados de 2007. Por detrás da decisão está a descida da inflação nos EUA e também a necessidade de avaliar os impactos da sua política monetária. Mas a subida dos juros não deverá ficar por aqui, já que os dirigentes da Fed continuam favoráveis a novos aumentos.
Há mais homens ou mulheres à frente dos bancos centrais?

Como é a paridade entre homens e mulheres à frente de bancos centrais?

Há mais mulheres a liderar os vários bancos centrais no mundo, apesar deste ainda ser um “mundo” dominado por homens. Uma contagem recente mostra que são 22 os bancos centrais que são presididos por mulheres – uma delas é Christine Lagarde, líder do Banco Central Europeu (BCE) –, num total de 186. Será preciso mais de uma década para equilibrar “as contas”. 
Powell

Fed volta a subir juros em 25 pontos base para conter inflação

Embora haja sinais da desaceleração da economia e um clima de instabilidade no sistema bancário, a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) decidiu esta quarta-feira, dia 3 de maio, voltar a subir as taxas de juro em 25 pontos básicos, mantendo a determinação em conter a inflação. Para já, a Fed não tomou nenhuma decisão quanto ao futuro rumo da sua política monetária, num momento em que vários bancos centrais decidiram fazer uma pausa na subida dos juros diretores.
Jerome Powell justifica subida da taxa de juro nos EUA

Fed sobe taxa de juro em 25 pontos base – está em máximos de 2006

A Reserva Federal (Fed) dos EUA subiu, esta quarta-feira (22 de março de 2023), a sua taxa de juro em 25 pontos base, preocupada em travar a inflação – fica agora entre 4,75% e 5%, encontrando-se no nível mais alto desde 2006. Avisou, no entanto, que a turbulência no setor bancário pode vir a penalizar a economia. O presidente da entidade, Jerome Powell, revelou que, devido à recente crise bancária, os aumentos das taxas de juro podem não ser adequados para conter a subida da inflação, que escalou na sequência da guerra na Ucrânia. 
Crise financeira nos EUA

Crise financeira nos EUA afetará investimento imobiliário em Portugal?

E, de repente, no rescaldo da pandemia e em plena espiral inflacionista e de crédito, gerada pela guerra na Ucrânia, uma nova tempestade surgiu na economia internacional e está a fazer soar os alarmes. O Silicon Valley Bank (SVB) faliu na semana passada, gerando uma onda de reações nos EUA e no mundo. As bolsas caíram a pique (inclusive na Europa, e Lisboa por arrasto). A Reserva Federal dos EUA (Fed) mobilizou apoios. A Euribor começou a dar sinais de descida e o Credit Suisse está a um passo de ter de ser intervencionado, ainda que o apoio do banco central da Suíça, reforçando a liquidez da instituição, esteja já a dar algum alento aos investidores e a animar bolsas europeias nesta quinta-feira. Mais uma crise financeira está instalada e agora a grande dúvida são os seus efeitos à escala global.
Crise bancária nos EUA

Crise bancária nos EUA chegará à Europa? Banca europeia é "robusta"

O mercado financeiro estremeceu nos últimos dias depois de os bancos norte-americanos o Silicon Valley Bank (SVB) e o Signature terem falido. Os fantasmas da crise financeira de 2008 começaram a reaparecer, mas os governantes já vieram dizer que não há razões para alarme. O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assegurou que o sistema bancário dos EUA é "sólido" e que os depósitos das famílias e empresas "estão seguros". Desde Portugal, também o ministro das Finanças, Fernando Medina, garantiu que o sistema bancário europeu é “mais robusto” e tem “regras mais apertadas” que o dos EUA.
BCE vale menos que a Fed

BCE “fez dieta” e emagreceu 610 mil milhões – já vale menos que a Fed

No segundo semestre de 2022, já depois do eclodir da Guerra na Ucrânia e da taxa de inflação ter começado a escalar, o Banco Central Europeu (BCE) iniciou um processo de emagrecimento do seu balanço: depois de atingir um pico histórico de 8,84 biliões de euros no valor dos ativos em junho, o balanço recuou para 7,96 biliões de euros no final de dezembro, menos 610 mil milhões de euros que no período homólogo. Uma redução que faz com que o BCE passe a valer ligeiramente menos que a Reserva Federal norte-americana (Fed).
Fed sobe juros

Fed volta a subir juros em 75 pontos – taxas nos EUA já chegam aos 4%

Do outro lado do Atlântico, a Reserva Federal norte-americana (Fed) está a apostar todas as cartas na subida das taxas de juro para baixar a inflação que se sente nos Estados Unidos da América (EUA), até aos 2%, o nível em que é assegurada a estabilidade de preços na economia. Esta quarta-feira, dia 2 de novembro, o Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla inglesa) decidiu voltar a subir a taxa de juro em 75 pontos base, elevando-a para um intervalo entre 3,75% e 4%, o valor mais elevado no país desde 2007.
inflação EUA

Para onde vai a inflação nos EUA? Resposta está no arrendamento

A inflação nos EUA desacelerou em agosto para 8,3% - tinha chegado aos 8,5% em julho e atingido a taxa máxima de 9,1% em junho. No entanto, este recuo não tem sido suficiente para acalmar as bolsas, que continuam a registar perdas por medo de uma eventual recessão. O S&P 500, de resto, teve a sua maior queda semanal desde junho passado.