Construir para arrendar: 8.000 novas casas no mercado até 2024

Construir para arrendar: 8.000 novas casas no mercado até 2024

O mercado de built to rent (construir para arrendar) deverá ganhar um novo impulso em Portugal nos próximos anos. Até 2024, estima-se que venham a entrar no mercado mais de 8.000 novos fogos deste tipo, especialmente em localizações menos centrais das cidades ou suburbanas com bons acessos a Lisboa e Porto, embora a maioria se encontre ainda em fase de licenciamento e alguns sejam de iniciativa municipal, revela o Marketbeat Portugal Primavera 2021, da consultora Cushman & Wakefield (C&W).
As 11 tendências de decoração para 2019

As 11 tendências de decoração para 2019

Se queres ter uma casa com os últimos “gritos” da decoração lê este artigo até ao fim. Ficarás a saber o que será tendência em 2019. Aposta em tons escuros e quentes nos têxteis e na casa de banho opta pelo branco e por materiais naturais. Estas são as tendências de decoração que triunfarão em 2019, segundo o Houzz.
Investimento em imobiliário comercial pode chegar aos três mil milhões de euros em 2018

Investimento em imobiliário comercial pode chegar aos três mil milhões de euros em 2018

Destino para investir, morar, trabalhar, estudar ou visitar. Portugal continuará na mira dos investidores? Sem dúvida. 2017 foi um ano recorde, com o investimento em imobiliário comercial a atingir os 1,9 mil milhões de euros, mas os números vão seguir a passo acelerado. As estimativas “mais prudentes” da JLL apontam para um crescimento na ordem dos 25% em 2018, o equivalente a 2,5 mil milhões, mas poderá chegar aos três mil milhões, ou seja, um crescimento de 50%.
Cerca de 90% das casas em Lisboa estão vendidas antes de estarem prontas

Cerca de 90% das casas em Lisboa estão vendidas antes de estarem prontas

O mercado imobiliário está (mesmo) de boa saúde. E recomenda-se, claro. Nove em cada dez casas que são atualmente construídas em Lisboa são vendidas ainda em planta. Os dados são da consultora imobiliária CBRE e revelam uma tendência para o próximo ano: serão poucas as casas a não estarem vendidas mesmo antes da obra estar terminada.
Disrupção, flexibilidade e coworking? Uma tendência do imobiliário em 2018 (há outras)

Disrupção, flexibilidade e coworking? Uma tendência do imobiliário em 2018 (há outras)

O imobiliário continua e continuará a ser uma tendência. A estar na moda e a ultrapassar expectativas. Mas e quais são as perspetivas para 2018? São boas. Mas só dizer boas não chega. Disrupção, inovação e flexibilidade. Estas foram algumas das palavras mais ouvidas durante a conferência da CBRE sobre as “Tendências do Imobiliário para 2018”. E há uma tendência que salta à vista. Falamos do Flexible Office Space, ou como quem diz, dos Escritórios Flexíveis.
Mais de 65% dos jovens até 37 anos preferem arrendar casa e pagam até 600 euros

Mais de 65% dos jovens até 37 anos preferem arrendar casa e pagam até 600 euros

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Isso mesmo é o que está a acontecer no mercado português de imobiliário, com o arrendamento a destacar-se como a grande tendência do momento dos clientes mais jovens, num país tradicionalmente de proprietários. Mais de 65% da geração Millennials, entre 17 e 37 anos, preferem arrendar casa e apenas 34,4% optam pela aquisição de imóveis. E cerca de 78% destes jovens pagam até 600 euros e apenas 19,5% estão disponíveis para pagar até 1000 euros.
Residências universitárias: investidores à procura de edifícios para reabilitar em Lisboa

Residências universitárias: investidores à procura de edifícios para reabilitar em Lisboa

Há um novo nicho de mercado a ganhar força no imobiliário em Portugal, e em particular em Lisboa, que são residências para estudantes. Devido ao aumento da procura, duração dos contratos e consequente segurança na rentabilidade, este segmento começa a abrir o apetite dos investidores estrangeiros, cujo objetivo é reabilitar edifícios em zonas centrais da capital para acolher os mais de 15 mil estudantes estrangeiros na cidade.

Investidores em Portugal viram-se para produtos secundários de escritórios, retalho ou industrial, fora de zonas prime

Depois de um ano recorde para o investimento imobiliário em Portugal em 2015, com cerca de dois mil milhões transacionados, os investidores em imobiliário no mercado nacional mostram agora interesse por um tipo de ativos que até agora descartavam. Em causa estão produtos secundários de escritórios, retalho ou industrial, localizados fora das zonas prime, com uma maior rentabilidade.