Com a nova estação do ano prestes a chegar, é hora de arrumar e organizar a casa e dar-lhe um ar renovado. E se estás à procura das últimas tendências de decoração, este artigo é para ti.
A pandemia Covid-19 abriu um período de reflexão sobre as deficiências que existem atualmente nas casas, ou de como os espaços de trabalho ou de uso público (restaurantes, hospitais, lojas, etc.) devem ser adaptados às exigências sanitárias das instituições.
A casa não é apenas o local para onde voltamos ao final de cada dia de trabalho. Pelo contrário. Atualmente, e com a chegada da pandemia, a casa tornou-se, também, num espaço de trabalho, além de ser o refúgio de família, convívio e brincadeiras.
Com a pandemia, cresceu a procura por casas de campo. Um desejo alavancado pela necessidade de estar isolado e de ter mais espaço ao ar livre e qualidade de vida, com segurança e maior tranquilidade.
O contexto pandémico sem precedentes que Portugal atravessa já dura há mais de um ano e com ele chegou uma grave crise económica que afetou a vida de todos. Mudaram-se os hábitos de consumo e muitos planos de vida foram adiados, à espera de um contexto mais favorável para a retoma.
O mercado de built to rent (construir para arrendar) deverá ganhar um novo impulso em Portugal nos próximos anos. Até 2024, estima-se que venham a entrar no mercado mais de 8.000 novos fogos deste tipo, especialmente em localizações menos centrais das cidades ou suburbanas com bons acessos a Lisboa e Porto, embora a maioria se encontre ainda em fase de licenciamento e alguns sejam de iniciativa municipal, revela o Marketbeat Portugal Primavera 2021, da consultora Cushman & Wakefield (C&W).
Apesar dos desafios da pandemia, o mercado imobiliário português tem-se demonstrado resiliente e deverá continuar a reunir as condições que o têm tornado tão atrativo para os investidores nacionais e internacionais, segundo o WMarket Review da Worx.
A transformação do imobiliário corporativo vai acelerar em 2021 como resposta ao desafio da transição para um novo normal que as empresas enfrentam, segundo um estudo global da consultora JLL.
Depois de quase um ano de pandemia, e num contexto de ainda grande incerteza, é difícil prever o comportamento do setor imobiliário em 2021. Mais do que nunca, segundo a CBRE, o mercado vai registar velocidades distintas.
É a partir de um único local que grande parte da economia e da sociedade mundial se está a mover atualmente: o lar de cada um - e assim será ainda mais no futuro, com a tecnologia como aliada. Por motivos de saúde, durante a pandemia, as casas tornaram-se o centro do mundo e isso vai
A casa é, desde sempre, um espaço fundamental. Mas a pandemia veio reforçar esta importância: passou a ser, para muitos, não só o lugar da vida em família, mas a escola, o escritório, o ginásio e até um espaço de convívio.
Uma plateia de quase 400 participantes juntou-se a Massimo Forte e Gonçalo Nascimento Rodrigues para mais um “Desafio”, desta vez num formato bem diferente e inovador.
Que desafios enfrenta o mercado imobiliário? E qual o real impacto das medidas do Governo? Portugal continuará na mira dos investidores? O idealista/news falou com vários especialistas sobre o que esperar do novo ano, antecipando tendências, comportamentos de mercado, riscos e oportunidades de negócio para os próximos meses.
A guru japonesa da arrumação, que meteu o mundo inteiro num frenesim a reorganizar as casas e a dar dicas aos adultos para terem uma vida mais simples e feliz, decidiu agora orientar-se para o público infantil. Marie Kondo anunciou que a 5 de novembro de 2019 vai lançar o seu primeiro livro para crianças, "Kiki & Jax: The Life-Changing Magic of Friendship".
Se queres ter uma casa com os últimos “gritos” da decoração lê este artigo até ao fim. Ficarás a saber o que será tendência em 2019. Aposta em tons escuros e quentes nos têxteis e na casa de banho opta pelo branco e por materiais naturais. Estas são as tendências de decoração que triunfarão em 2019, segundo o Houzz.
A Helsinki Design Week – acontece todos os anos, em setembro – antecipa as tendências de decoração do próximo ano com exposições, eventos, mercados e debates sobre design, moda e cultura urbana. A edição deste ano focou-se no mobiliário local, em objetos únicos de coleção, mas também na sustentabilidade. Mostramos-te as ideias que mais saltaram à vista.
Uma das formas mais efetivas de ganhar espaço em casa é acabar com as paredes sempre que for possível. Um pouco por todo o mundo, a moda dos espaços abertos tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, e são muitos os gabinetes de arquitetura que desenham espaços quase sem divisões feitas de muros.
Destino para investir, morar, trabalhar, estudar ou visitar. Portugal continuará na mira dos investidores? Sem dúvida. 2017 foi um ano recorde, com o investimento em imobiliário comercial a atingir os 1,9 mil milhões de euros, mas os números vão seguir a passo acelerado. As estimativas “mais prudentes” da JLL apontam para um crescimento na ordem dos 25% em 2018, o equivalente a 2,5 mil milhões, mas poderá chegar aos três mil milhões, ou seja, um crescimento de 50%.
O mercado imobiliário está (mesmo) de boa saúde. E recomenda-se, claro. Nove em cada dez casas que são atualmente construídas em Lisboa são vendidas ainda em planta. Os dados são da consultora imobiliária CBRE e revelam uma tendência para o próximo ano: serão poucas as casas a não estarem vendidas mesmo antes da obra estar terminada.
O imobiliário continua e continuará a ser uma tendência. A estar na moda e a ultrapassar expectativas. Mas e quais são as perspetivas para 2018? São boas. Mas só dizer boas não chega. Disrupção, inovação e flexibilidade. Estas foram algumas das palavras mais ouvidas durante a conferência da CBRE sobre as “Tendências do Imobiliário para 2018”. E há uma tendência que salta à vista. Falamos do Flexible Office Space, ou como quem diz, dos Escritórios Flexíveis.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Isso mesmo é o que está a acontecer no mercado português de imobiliário, com o arrendamento a destacar-se como a grande tendência do momento dos clientes mais jovens, num país tradicionalmente de proprietários. Mais de 65% da geração Millennials, entre 17 e 37 anos, preferem arrendar casa e apenas 34,4% optam pela aquisição de imóveis. E cerca de 78% destes jovens pagam até 600 euros e apenas 19,5% estão disponíveis para pagar até 1000 euros.
Há um novo nicho de mercado a ganhar força no imobiliário em Portugal, e em particular em Lisboa, que são residências para estudantes. Devido ao aumento da procura, duração dos contratos e consequente segurança na rentabilidade, este segmento começa a abrir o apetite dos investidores estrangeiros, cujo objetivo é reabilitar edifícios em zonas centrais da capital para acolher os mais de 15 mil estudantes estrangeiros na cidade.
Recebe as nossas últimas notícias no teu endereço eletrónicoSubscrever