Crédito à habitação faz frente à Covid-19: bancos emprestam 1.113 milhões para a casa em novembro
Os bancos voltaram a abrir a torneira do crédito à habitação em novembro de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19, tendo emprestado – novas operações – 1.113 milhões de euros para a compra de casa, mais que no mês anterior (976 milhões de euros) e no período homólogo (978 milhões de euros). Trata-se, de resto, do valor mais elevado desde dezembro de 2019, que já tinha sido o mais alto desde julho de 2008. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (6 de dezembro de 2020) pelo Banco de Portugal (BdP).
Prestação da casa desce em janeiro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em janeiro de 2021 nos contratos indexados à Euribor a três e seis meses face às últimas revisões, segundo a simulação Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e, em dezembro de 2020, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,519% e a média da taxa a três meses de -0,538%.
Crédito à habitação ao rubro em plena pandemia
O total de empréstimos concedidos pelos bancos às famílias continuou a subir em novembro de 2020, atingindo máximos desde setembro de 2015, com os créditos à habitação a somarem o valor mais elevado desde outubro de 2016. Segundo dados divulgados esta terça-feira (5 de janeiro de 2021) pelo Banco de Portugal (BdP), o 'stock' dos financiamentos aos particulares ascendia no final de novembro – em plena pandemia da Covid-19 – a 120.415,5 milhões de euros, mais que em outubro (120.041,5 milhões de euros) e que no período homólogo (118.836,1 milhões de euros).
Crédito à habitação resiste à pandemia num ano de incertezas
Antes da pandemia da Covid-19 chegar, a concessão de crédito à habitação em Portugal estava ao rubro. Nos primeiros dois meses do ano, a banca emprestou perto de 2 mil milhões de euros para a compra de casa, naquele que foi considerado o melhor arranque desde 2008.
Quando fazer e para que serve a avaliação antes de pedir um empréstimo para compra de casa?
Uma vez escolhida a casa que pretendes comprar, chega o momento de avançares com o pedido de avaliação do imóvel junto do banco onde pretendes efetuar o crédito habitação. Mas para que serve afinal esta avaliação e de quem é a responsabilidade? Explicamos com a ajuda de especialistas.
Avaliação bancária de casas dispara para 1.144 euros por m2 – um valor recorde em plena pandemia
O valor mediano de avaliação bancária em Portugal, realizada no âmbito de pedidos de crédito à habitação, tem vindo a subir ao longo do ano, ou seja, em plena pandemia da Covid-19. Em novembro, fixou-se em 1.144 euros por metro quadrado (m2), mais 13 euros (1,1%) que em outubro e mais 68 euros (6,3%) que no mesmo mês do ano passado. Trata-se, de resto, de um novo máximo. Os dados divulgados esta terça-feira (29 de dezembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram ainda que o “número
de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 27 mil, mais 8,2% que no mesmo período do ano anterior”
Taxa de juro do crédito à habitação desce em novembro – continua abaixo de 1%
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu 1,4 pontos base (p.b) para 0,918% em novembro – estava em 0,932% no mês anterior. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,914% em outubro para 0,857% em novembro. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 270 euros, fixando-se em 54.915 euros, e a prestação média subiu um euro para os 228 euros.
Como conseguir o valor para a entrada do empréstimo para comprar casa?
Para primeira habitação, ter uma casa com mais área, espaços exteriores, mudar de localização, ter uma segunda casa perto da praia ou no campo, ou para investir... a compra de casa faz parte dos projetos de muitas famílias para o ano de 2021, prestes a chegar.
"Os bancos continuam desejosos de dar crédito à habitação e a preços muito competitivos"
Afinal, qual foi o impacto da Covid-19 no mercado de crédito à habitação? E como se perspetiva o ano de 2021 e os seguintes, tendo em conta o atual contexto de crise social e económica devido à pandemia? Para responder a isto, e muito mais, entrevistámos o especialista Juan Villén. "O confinamento, numa primeira fase, implicou uma travagem no mercado imobiliário e, como consequência, no de crédito à habitação. Depois de a liberdade de movimentos ter sido permitida, ainda que de forma limitada, o mercado reativou-se e agora mesmo está a funcionar", começa por analisar o diretor do idealista/créditohabitação.
Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa: dicas sobre o crédito à habitação
Pedir dinheiro emprestado ao banco para compar casa é a solução encontrada por muitos portugueses para... comprar casa. Mas há dicas – e cuidados – a ter em conta na hora de pedir um crédito à habitação. É, afinal, uma despesa mensal a ter em conta muitos anos, muitas vezes para a vida. Os especialistas explicam como se deve proceder.
Como preparar um pedido de empréstimo para comprar casa
O ano de 2020 veio baralhar o mundo, trazendo uma nova crise inesperada devido à pandemia da Covid-19.
Portugal teve uma das maiores reduções de crédito malparado na Europa – em tempos de Covid-19
Portugal teve uma das maiores reduções de crédito malparado (Non-Performing Loans, NPL, na sigla inglesa) na Europa. Isto apesar da pandemia da Covid-19 ter posto um travão a fundo na transação deste tipo de portefólios. Até junho, estima-se a conclusão de operações no valor de apenas 500 milhões de euros em Portugal, com o país a resgistar, no segundo trimestre de 2020, um stock de NPL de 14,2 mil milhões de euros. Trata-se de uma “expressiva redução de 7,02 mil milhões, ou seja, menos 33% face ao mesmo período do ano passado”, revela a Prime Yield, salientando que Portugal teve “um dos progressos mais assinaláveis no contexto da UE, quer em termos absolutos quer em termos relativos”.
Como cancelar um crédito à habitação?
Cancelar um crédito à habitação é um alívio para qualquer proprietário, no entanto, com o pagamento da última prestação do empréstimo relativo à compra de casa não termina o encargo financeiro de um imóvel. O que é, então, preciso fazer para cancelar oficialmente o crédito à habitação? Os especialistas explicam.
Prestações da casa: famílias deixam de pagar mais de 500 milhões com moratórias
As moratórias bancárias foram um balão de oxigénio para muitos portugueses, que, devido à pandemia da Covid-19, viram as respetivas prestações suspensas, sobretudo as relativas ao crédito à habitação. Foram mais de 750 mil as moratórias aprovadas e/ou concedidas até 30 de setembro, data em que terminou o prazo para se aceder à moratória pública – foi entretanto prolongado até março de 2021 –, correspondentes a empréstimos no valor de cerca de 45 mil milhões de euros. Quase metade dos financiamentos (42%) eram contratos de crédito à habitação e outros créditos hipotecários (317.606), tendo já ficado por pagar, desde o início da crise pandémica, mais de 500 milhões de euros em prestações da casa.
Nova vaga de moratórias bancárias em Portugal com luz verde da Autoridade Bancária Europeia
A Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) deu “luz verde” ao lançamento de uma nova vaga de moratórias bancárias, com o objetivo de aliviar o impacto da pandemia da Covid-19 a empresas e particulares – neste caso, a maioria das moratórias, em Portugal, é relativa a empréstimos para a compra de casa. A decisão foi tomada esta quarta-feira (2 de dezembro de 2020) e tem efeitos a partir de 1 de outubro até 31 de março de 2021. O Governo "congratulou-se", entretanto, com a decisão.
Prestação da casa desce em dezembro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação da casa paga pelos clientes aos bancos vai descer em dezembro nos contratos de crédito indexados a Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e a expectativa
Posso ter dois créditos à habitação ao mesmo tempo?
Pode acontecer que, no processo de aquisição de um imóvel para viver, antes de ser concretizada a venda de outra casa, surja a necessidade de ter dois créditos à habitação ao mesmo tempo. Ou que, numa lógica de comprar casas para investir, ou para segunda residência, se tenha de, num determinado momento, acumular vários empréstimos. Mas isto é possível? E em que circunstâncias? Os especialistas explicam.
Bancos continuam a abrir a torneira do crédito à habitação em plena pandemia
O 'stock' dos empréstimos concedidos pelos bancos aos particulares para efeitos de crédito à habitação voltou a subir em outubro, em plena pandemia, para 94.237 milhões de euros. Trata-se do valor mais elevado desde fevereiro de 2017 e acima dos 93.998 milhões de euros de setembro e dos 93.309 milhões de euros de outubro de 2019. Os dados são do Banco de Portugal (BdP) e revelam que o conjunto total de financiamentos aos particulares aumentou para quase 120.042 milhões de euros, o valor mais elevado desde novembro de 2015.
Prazo para aderir a moratórias do crédito à habitação alargado até 31 de março de 2021
O prazo para aderir às moratórias bancárias, que permitem suspender o pagamento das prestações dos empréstimos, nomeadamente do crédito à habitação, terminou dia 30 de setembro, apesar do regime estar em vigor até setembro de 2021. As famílias e empresas ainda poderão, no entanto, aceder às moratórias, tendo o prazo de adesão sido alargado até março do próximo ano. Em causa está uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) apresentada pelo PSD e que foi aprovada na especialidade, no Parlamento, na terça-feira (24 de novembro de 2020).
Posso vender um imóvel com crédito à habitação? Como tenho de proceder?
O processo de colocar a casa à venda, receber uma proposta que agrade (ao proprietário) e acabar por fechar negócio culmina com a formalização da venda do imóvel livre de ónus ou encargos, uma vez que, em situações normais, ninguém comprará uma casa com uma hipoteca incluída. Preparámos um artigo que ajuda a explicar como é preciso proceder e o que é preciso fazer nesta situação.
Taxa de juro do crédito à habitação desce em outubro – capital em dívida e prestação sobem
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,932% em outubro, menos 3,4 pontos base que no mês anterior (0,966%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,966% em setembro para 0,914% em outubro. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (23 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Quais os fatores que um comprador tem em conta na hora de escolher uma casa para comprar?
O momento que antecede a contratação de um crédito à habitação é a escolha da casa. E para que não sejas surpreendido com a avaliação bancária do imóvel, é importante teres em consideração diversos fatores quando tomares essa decisão. Será fundamental, por exemplo, obter informações sobre o desenvolvimento de projetos urbanísticos na zona, tráfego e acessibilidade por vários meios de transporte. Mas há outros. A pensar nisso, preparámos uma lista de pormenores aos quais deves prestar atenção.
Moratórias de crédito: alojamento entre os setores que mais recorreram às ajudas
As moratórias de crédito criadas pelo Governo, no âmbito das medidas execionais de combate à Covid-19, foram concedidas de “forma mais expressiva” às empresas dos setores mais afetados pela pandemia, segundo dados revelados pelo Banco de Portugal (BdP). Destacam-se, entre eles, as empresas de alojamento e restauração, com cerca de 55% do montante de empréstimos concedidos ao setor em setembro a estar abrangido por moratórias.
Agravamento do spread da casa: em que situações não pode acontecer?
São vários os motivos que te podem levar a alterar as características ou condições do teu crédito à habitação, tais como redução de vinculação, divórcio ou dissolução de união de facto, mudança de local de trabalho, troca de casa, substituição de fiadores, entre outros. Mas será que isso se pode traduzir num agravamento das condições? Nem sempre. Existem várias situações protegidas por lei.
Bancos deram mais de 751 mil moratórias até setembro – crédito à habitação lidera ranking
Até 30 de setembro, data em que terminou o prazo para se aceder à moratória pública – aprovada pelo Governo na sequência da pandemia da Covid-19 –, os pedidos de adesão a moratórias de crédito abrangeram 812.214 contratos, tendo sido aprovadas e/ou concedidas 751.725 moratórias. Os restantes 60.489 contratos correspondem a situações que estavam ainda em apreciação ou que não preencheram as condições de acesso, revelou esta quinta-feira (5 de novembro de 2020) o Banco de Portugal (BdP).