Avaliação bancária de casas soma e segue: chega aos 1.330 euros por m2 em janeiro

Avaliação bancária de casas soma e segue: chega aos 1.330 euros por m2 em janeiro

O valor médio a que os bancos avaliam as casas em Portugal para efeitos de concessão de crédito à habitação está a subir há quase três anos, desde abril de 2017. Em janeiro de 2020 fixou-se nos 1.330 euros por m2, mais nove euros que no mês anterior e mais 104 euros que no mesmo mês do ano passado. Trata-se de um novo máximo histórico, pelo menos desde que o INE tem dados, janeiro de 2011.
“Não há crédito à habitação a mais, há casas a menos”

“Não há crédito à habitação a mais, há casas a menos”

A torneira do crédito à habitação voltou a estar aberta, com os bancos a emprestarem 956 milhões de euros para a compra de casa em novembro de 2019, mais 35 milhões que no mês anterior. Para Luís Lima, presidente da APEMIP, “não há crédito à habitação a mais”. Há, sim, “casas a menos”. “E as poucas que há não podem ficar completamente inacessíveis a quem delas precisa”. 
Ter cartão de crédito ajuda a baixar o spread da casa?

Ter cartão de crédito ajuda a baixar o spread da casa?

Os bancos parecem estar cada vez mais disponíveis para financiar a compra de casa. Todo o cuidado é pouco, por isso, aquando da contratação de um crédito à habitação. No artigo de hoje da Deco Alerta explicamos-te tudo sobre o ‘cross-selling’ (venda cruzada) praticado nos empréstimos para a compra de casa, nomeadamente sobre a viabilidade da contratação de um cartão de crédito como forma de baixar o spread.  
Empréstimos para a compra de casa voltam a acelerar

Empréstimos para a compra de casa voltam a acelerar

No verão de 2018, o Banco de Portugal meteu um "travão" na concessão de crédito à habitação, por motivos prudenciais quanto à saúde financeira das famílias e à economia do país. Mas os bancos decidiram, outra vez, meter "prego a fundo" neste negócio e, há três meses consecutivos que emprestam mais de 900 milhões de euros para esta finalidade. Em novembro passado chegaram aos 978 milhões de euros.
Guerra de spreads já arrancou este ano: Eurobic corta margem para 1,1% nos empréstimos da casa

Guerra de spreads já arrancou este ano: Eurobic corta margem para 1,1% nos empréstimos da casa

Desde 2015 que os bancos em Portugal têm vindo a degladiar-se no mercado do crédito à habitação, oferecendo spreads mais competitivos. Cada vez há mais instituições financeiras com margens mínimas próximas ou iguais a 1% nos empréstimos para a compra de casa e agora foi a vez de o Eurobic atualizar o preçário, com uma revisão em baixa, de 1,2% para 1,1%.
Bancos, os “melhores amigos” dos portugueses que compraram casa em 2019

Bancos, os “melhores amigos” dos portugueses que compraram casa em 2019

A cultura de ser proprietário está bem vincada em Portugal. Ao mesmo tempo que o mercado de arrendamento está a tardar em ser uma alternativa, devido ao elevado valor das rendas, os bancos são por esta altura “os melhores amigos” de quem quer comprar casa. Desde 2010 que não emprestavam tanto – foram 4.931 milhões nos primeiros seis meses do ano –, sendo que em julho concederam 967 milhões e em outubro, último mês sobre os quais há dados, 943 milhões de euros. 
É possível arrendar uma casa com hipoteca sem avisar o banco? E o spread aumenta?

É possível arrendar uma casa com hipoteca sem avisar o banco? E o spread aumenta?

Com as mudanças e necessidades que vão surgindo ao longo da vida de muitas famílias, é normal que a casa que foi comprada hoje para viver seja a mesma casa que amanhã o proprietário queira arrendar. Mas será que é possível arrendar uma casa hipotecada? E será que, sendo possível fazê-lo, o spread que consta no contrato de concessão de crédito à habitação vai aumentar? Explicamos-te tudo.
Black Friday: sete “pecados mortais” a evitar

Black Friday: sete “pecados mortais” a evitar

A “sexta-feira negra” está aí à porta e há quem já esteja a contar os minutos para não deixar escapar uma boa promoção. A “febre” dos descontos pode, no entanto, ser perigosa, e o melhor será redobrar os cuidados na hora de abrir os cordões à bolsa, para não compromter o orçamento.