Tudo sobre o apoio extraordinário à retoma progressiva, que sucede ao lay-off simplificado

Tudo sobre o apoio extraordinário à retoma progressiva, que sucede ao lay-off simplificado

As empresas com quebra de faturação igual ou superior a 75% vão ter um apoio adicional da Segurança Social pelas remunerações pagas pelas horas trabalhadas, anunciou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. Em causa está um apoio adicional previsto no regime que vai suceder ao lay-off simplificado a partir de agosto – apoio extraordinário à retoma progressiva – e que foi aprovado, esta segunda-feira (27 de julho de 2020), em Conselho de Ministros.
9 dicas para regressar ao trabalho e à nova normalidade em segurança

9 dicas para regressar ao trabalho e à nova normalidade em segurança

A pandemia veio mudar hábitos e provocar profundas alterações, também, no mundo laboral. O teletrabalho passou a ser a regra, mas a verdade é que, à medida que as restrições vão sendo reduzidas, as pessoas e as empresas procuram novas formas de regressar ao trabalho e àquele que é um novo normal. Afinal, como podem as empresas manter os seus colaboradores seguros e, ao mesmo tempo, mantê-los focados e motivados?
Governo remete para prazo “muitíssimo curto” divulgação de detalhes do lay-off simplificado

Governo remete para prazo “muitíssimo curto” divulgação de detalhes do lay-off simplificado

O Governo já discutiu na generalidade o conteúdo das novas regras do lay-off simplificado, mas apenas após a entrada em vigor do Orçamento do Estado Suplementar as poderá aprovar formalmente, e remete a divulgação para prazo “muitíssimo curto”. A medida não se chamará lay-off, embora mantenha o mesmo espírito deste regime. A partir de agosto deverá chegar o Apoio Adicional para Empresas com Quebra Significativa de Faturação.
Tudo sobre os vários regimes de lay-off: há mais novidades na calha

Tudo sobre os vários regimes de lay-off: há mais novidades na calha

Lay-off clássico (ou tradicional), lay-off simplificado, mecanismo de apoio à retoma progressiva e incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial. São tudo palavras e/ou expressões que passaram a fazer parte do léxico dos portugueses em tempos de pandemia. Só o lay-off tradicional já existia, de resto, antes da chegada da Covid-19. Em que consistem, afinal, estes apoios? Para esta quinta-feira (23 de julho de 2020) está agendada uma reunião em Conselho de Ministros, que promete trazer mais novidades.
Idade média da reforma no privado dispara para máximos de 20 anos

Idade média da reforma no privado dispara para máximos de 20 anos

Em 2019, os pensionistas de velhice do regime geral da Segurança Social reformaram-se, em média, aos 64 anos e três meses. Trata-se do valor mais elevado das últimas duas décadas verificado no setor privado, desde que há dados disponíveis no portal Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos. Um valor, de resto, que está ao mesmo nível do sistema público da Caixa Geral de Aposentações.
Lay-off simplificado: trabalhadores podem mesmo tirar férias

Lay-off simplificado: trabalhadores podem mesmo tirar férias

Dúvidas houvesse, estão desfeitas. Segundo a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), os trabalhadores em lay-off podem mesmo tirar férias, tendo direito ao pagamento do subsídio de férias "normal", além do salário com os cortes previstos no regime em causa.
Lay-off: complemento de estabilizaçação pago em julho também chega ao regime convencional

Lay-off: complemento de estabilizaçação pago em julho também chega ao regime convencional

O Governo revelou que será pago, em julho, um complemento de estabilização, entre 100 e 350 euros, para compensar quem teve perda salarial relativamente a um mês de lay-off simplificado e tenha vencimento até 1.270 euros. Uma medida contemplada no Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), que foi publicado dia 6 de junho de 2020 no Diário da República (DRE). Sabe-se agora, no entanto, que o referido apoio que a Segurança Social vai pagar também abrange trabalhadores abrangidos pelo chamado lay-off convencional, previsto no Código de Trabalho.
Grandes empresas preferem manter funcionários a trabalhar de casa

Grandes empresas preferem manter funcionários a trabalhar de casa

Apesar de o teletrabalho já não ser obrigatório desde 1 de junho de 2020, as empresas continuam a preferir manter os funcionários em trabalho remoto. Segundo o "Inquérito Rápido e Excecional às Empresas", realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e Banco de Portugal (BdP), na primeira quinzena de junho quase metade das empresas tinha pessoas em teletrabalho. O recurso a este regime continua a ser adotado, sobretudo, pelas grandes empresas: 87% indicou manter os colaboradores em casa.
Guia do subsídio de desemprego: a quanto se tem direito e durante quanto tempo

Guia do subsídio de desemprego: a quanto se tem direito e durante quanto tempo

O desemprego involuntário é uma situação delicada que gera muitas incertezas e que tem um grande impacto num orçamento familiar. São muitos os fatores internos e externos – como é o caso da pandemia da Covid-19, que tem levado a muitos despedimentos – que colocam em cheque a estabilidade económica e ameaçam o pagamento das contas no final do mês. Apesar de estar em vigor há muitos anos, muitos portugueses ainda têm dúvidas no que diz respeito à atribuição do subsídio de desemprego. É o teu caso?
Teletrabalho chega às bolsas europeias: operadores do mercado de ações querem evitar escritórios

Teletrabalho chega às bolsas europeias: operadores do mercado de ações querem evitar escritórios

A pandemia da Covid-19 parece estar, de facto, a mudar a forma como empresas e funcionários encaram o mercado de trabalho. Os operadores do mercado de ações da Europa costumavam “olhar de lado” para o teletrabalho, que tem estado, no entanto, a ganhar força nos últimos tempos. Agora, a maioria desses mesmos operadores quer agora evitar os escritórios, pelo menos uma parte do tempo.
Por que é que as ‘soft skills’ são mais importantes que nunca no mercado de trabalho?

Por que é que as ‘soft skills’ são mais importantes que nunca no mercado de trabalho?

À boleia desta pandemia, que apanhou tudo e todos de surpresa, e que veio mudar a forma de como vivemos (e convivemos), tivemos de rapidamente adaptar-nos, também, às novas formas de trabalhar. Mas será que, em plena febre da “digitalização” estaremos a deixar para trás outras competências importantes? É fundamental, mais que nunca, dar destaque ao papel das 'soft skills', essenciais para as relações interpessoais, e para manter o equilíbrio dentro das organizações.
Desempregados inscritos no IEFP sobem em flecha durante a pandemia

Desempregados inscritos no IEFP sobem em flecha durante a pandemia

Os números do desemprego em tempos de Covid-19 são “assustadores”. Em duas semanas, nos primeiros 15 dias de abril face ao final de março, o número de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) subiu 10%, tendo passado de 321 mil para 353 mil (mais 32 mil pessoas). Trata-se de um aumento percentual que supera qualquer outro mês inteiro desde 1978. Ou seja, é a subida mais alta de sempre.
Prazo para recibos verdes pedirem apoio por redução de atividade termina hoje

Prazo para recibos verdes pedirem apoio por redução de atividade termina hoje

Os trabalhadores independentes que registem quebras na atividade têm até ao dia de hoje, 15 de abril de 2020, para pedirem o apoio financeiro extraordinário à Segurança Social incluído no pacote de medidas do Governo para combater a pandemia de Covid-19. O valor da ajuda varia consoante os rendimentos declarados à Segurança Social, nos últimos 12 meses - é atribuída por um mês, sendo renovável mensalmente até seis meses.