Casas de luxo: investimento em Portugal abaixo da média europeia

Casas de luxo: investimento em Portugal abaixo da média europeia

Chovem milhões de euros no mercado imobiliário de luxo. Em Portugal, uma casa de luxo vale em média 2,9 milhões de euros, sendo que brasileiros, espanhóis e franceses, além de portugueses, são os que mais investem neste segmento. Os investidores estão dispostos a pagar até 2,2 milhões de euros, menos 1,3 milhões de euros que no resto da Europa.
Atenção inquilinos: a importância de ter um seguro de recheio da casa

Atenção inquilinos: a importância de ter um seguro de recheio da casa

Vives numa casa arrendada? Então pondera a possibilidade de contratar um seguro de recheio da casa, algo que o teu senhorio não deve ter feito. No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada aos consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te tudo sobre este assunto. 
As casas do futuro perspetivadas pelos arquitetos do presente

As casas do futuro perspetivadas pelos arquitetos do presente

A indústria da construção e os conceitos que giram em torno da arquitetura estão (também) a sofrer múltiplas alterações. Os princípios que há algumas décadas pareciam inquebráveis são agora questionados pelos próprios arquitetos, que procuram perceber como é que os conceitos tradicionais devem adaptar-se às novas circunstâncias da sociedade.
Bruxelas cada vez mais preocupada com mercado residencial em Portugal

Bruxelas cada vez mais preocupada com mercado residencial em Portugal

Esta quinta-feira, 07 de fevereiro de 2019, foi um dia de alertas para o imobiliário nacional desde Bruxelas. Pela manhã, a Comissão Europeia (CE) avisou que os preços das casas devem registar maior moderação em Portugal, a refletir a recuperação gradual na oferta, juntamente com o abrandamento da procura externa. Horas depois, chegou a mensagem de que "é preciso acompanhar mais de perto” o que está a acontecer no mercado de habitação em Portugal, em particular em Lisboa e Porto.

Observatório para o arrendamento já está criado - falta regulamentar

Foi publicada em Diário da República a lei que cria o Observatório da Habitação, do Arrendamento e da Reabilitação Urbana (OHARU), para o acompanhamento do mercado de arrendamento urbano nacional. A nova entidade não entrará de imediato em funcionamento, uma vez que terá de ser regulamentada pelo Governo – tem 120 dias para o fazer.

Lisboa: edifícios da Segurança Social recebem 47 fogos de renda acessível

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou o lançamento dos dois primeiros concursos de empreitadas para reconverter edifícios da Segurança Social (SS) em habitação de renda acessível. São os primeiros contratos de empreitada a lançar no âmbito do Programa de Reconversão de Edifícios da Segurança Social (PRESS), que resulta de um acordo entre a SS e a CML.
Ikea vai começar a alugar móveis de escritório (e quer chegar às cozinhas)

Ikea vai começar a alugar móveis de escritório (e quer chegar às cozinhas)

Alugar carros ou roupa é um dado adquirido. Mas e se fosse possível alugar móveis? Esta é a ideia da marca sueca Ikea, que está a estudar a possibilidade de alugar peças de mobiliário aos consumidores. O objetivo é simples: alugar um móvel, utilizá-lo, para depois devolvê-lo quando “deixar de servir”. O primeiro teste vai acontecer na Suíça, já este mês de fevereiro, e vai envolver vários tipos de mobiliário.
Emissão de certificados energéticos falsos dispara, acusam peritos

Emissão de certificados energéticos falsos dispara, acusam peritos

Foram emitidos mais de 210 mil certificados energéticos em Portugal em 2018, sendo que só foram realizadas 26 inspeções a empresas imobiliárias e 101 a edifícios de entidades públicas. Dos 69 processos de contraordenação contabilizados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), nenhum resultou em multa cobrada. 

Marcelo promulga alterações às rendas, mas deixa avisos...

O Presidente da República promulgou o diploma que estabelece medidas destinadas a corrigir situações de desequilíbrio entre arrendatários e senhorios, a reforçar a segurança e a estabilidade do arrendamento urbano e a proteger arrendatários em situação de fragilidade. Marcelo Rebelo de Sousa lembrou, no entanto, que estas alterações legislativas podem causar “um maior constrangimento no mercado de arrendamento”.