foi há um ano que portugal pediu, pela terceira vez em 30 anos, ajuda financeira ao fundo monetário internacional (fmi) e a bruxelas. “é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu”, disse, a 6 de abril de 2011, o então ministro das finanças fernando teixeira dos santos. agora, um ano depois, o que terá mudado no panorama económico nacional? a agência financeira (af) fez as contas e concluiu que os principais indicadores da economia tiveram agravamentos, à excepção das exportações, que também estão a abrandar
de acordo com a af, o produto interno bruto (pib) continuou a diminuir, tendo recuado 1,1% no segundo trimestre de 2011 face ao homólogo, 1,9% no terceiro trimestre e 2,8% nos últimos três meses do ano passado. o governo prevê que a economia encolha mais 3,3%
no que diz respeito ao consumo privado, verificou-se uma grande redução, tendo as quebras sido de 3,3%, 3,4% e 6,5% nos últimos três trimestres de 2011. também o desemprego não dá indícios de estar a diminuir, pelo contrário: segundo o instituto nacional de estatística (ine), a taxa de desemprego estava nos 12,1% no segundo trimestre do ano passado e chegou aos 14% no final de 2011, sendo que as previsões apontam para mais aumentos
estes são apenas alguns indicadores de que, um ano depois da entrada da “troika” em portugal, a economia nacional continua frágil. clica neste link para veres todos os dados revelados pela af



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