A pesquisa encontrou 2174 resultados
Resultados da pesquisa
Ajudar outras mulheres a romper barreiras no imobiliário, capacitando-as e dando-lhes ferramentas para serem ainda mais empoderadas.
Viver numa casa bonita e harmoniosa – seja própria ou arrendada – é fundamental. E ter uma casa bonita não significa estar na “moda” ou viver num espaço “instagramável”. A beleza tem várias camadas e significa coisas diferentes para diferentes pessoas.
O mundo das casas modulares e pré-fabricadas continua a dar cartas. E há cada vez mais empresas a embarcar nesta tendência. Em Braga, por exemplo, nasceu, pela mão da Ikea e grupo Casais, um projeto de ‘tiny house’.
Chama-se Vilamoura Parque e é um dos mais recentes projetos imobiliários residenciais do Algarve. Trata-se de um condomínio privado de 40 moradias, de tipologias T2 e T3, a poucos metros da praia e da marina de Vilamoura. Este empreendimento, que foi desenvolvido pela InConcept e conta com as assinaturas do arquiteto Pedro Balonas e da designer de interiores Maria Raposo, sendo promovido pela Vilamoura World, a Master Planner de Vilamoura, deverá estar concluído no segundo semestre de 2024.
A espanhola Arcano Asset Management tem planos ambiciosos para investir no mercado imobiliário ibérico. Agora, iniciou um processo de captação de capital para o seu novo fundo Arcano Value Added Real Estate III (AVA III), com o qual espera obter 200 milhões de euros para investir no setor imobiliário em Espanha e em Portugal.
É mais um negócio que comprova que Portugal continua no radar dos investidores imobiliários estrangeiros, neste caso nos que apostam no segmento da logística. Em causa está a construção de um complexo logístico em Paredes, no Grande Porto, que terá 16.570 metros quadrados (m2), incluindo escritórios e zonas comuns. O Gandra North Green Logistics Park, como se chamará, está totalmente arrendado e é o terceiro investimento logístico dos alemães da Aquila Group em Portugal – através da marca Green Logistics.
Vai nascer na zona ribeirinha de Lisboa um moderno edifício de escritórios. O Cais 5, como se chama, conta com 6.000 metros quadrados (m2), distribuídos por sete pisos e mais de 1.100 m2 de áreas exteriores, que incluem um rooftop com vista 360º para o rio Tejo e para a cidade de Lisboa. Trata-se de um imóvel que está a sofrer “obras de remodelação totais” e que chegará ao mercado dentro de um ano, sendo o único disponível com estas características na zona do Cais do Sodré, diz em comunicado a CBRE, responsável pela comercialização do imóvel.
A venda do portefólio LandBank, que é composto por quatro terrenos do Novo Banco, entre eles um junto às Amoreiras, em Lisboa – estão avaliados em 365 milhões de euros –, tem tudo para ser um dos negócios imobiliários do ano, tendo o banco já recebido manifestações de interesse por parte de mais de 90 potenciais investidores, sobretudo estrangeiros. “Alguns suportados por entidades locais que atuam enquanto parceiros de capital e futuros gestores do desenvolvimento dos vários projetos”, adiantam em comunicado as consultoras CBRE e JLL, que assessoram a venda do portefólio.
É caso para dizer que há casas à venda para a classe média na Grande Lisboa, em concreto na zona de Loures. Falamos do empreendimento AURYA, que tem ao todo mais de 400 fogos de tipologias de T1 a T3, divididos em 25 edifícios, em mais de 75.000 metros quadrados (m2) de área bruta de construção.
A arquitetura adaptativa é uma abordagem que procura reutilizar e transformar edifícios existentes para adaptá-los a novas funções e necessidades. Em vez de demolir estruturas antigas, aproveita a sua infraestrutura original e elementos arquitetónicos para criar espaços renovados e funcionais.
Nascido em Santo António dos Cavaleiros, em Loures, às portas de Lisboa, o ÉLOU é composto por 266 apartamentos, distribuídos por 17 edifícios, e representa um investimento 75 de milhões de euros por parte da promotora imobiliária SOLYD Property Developers. Trata-se de um projeto desenvolvido e desenhado pela equipa liderada pela arquiteta Cristina Rocheta que está a ser comercializado em conjunto pela Castelhana e pela ERA.
Num mundo onde as alterações climáticas e a sustentabilidade são questões prioritárias, o estádio Eco Park surge como um baluarte da inovação ecológica. Prestes a tornar-se o estádio de futebol mais sustentável e ecológico do planeta, este projeto destaca-se pelo design vanguardista e pela forte aposta nas energias renováveis e na preservação da biodiversidade.
É uma das construções mais polémicas dos últimos tempos e que está novamente a deixar a China nas bocas do mundo. O país oriental decidiu avançar com a construção de um arranha-ceús de 26 andares, para abrigar um matadouro de porcos. Aquela que é agora a maior quinta vertical de suínos do mundo, prevê abater 1,2 milhões de animais por ano. Mas quais as características deste impressionante arranha-céus? Será a China um dos maiores consumidores de carne do mundo?
A NORDEN é uma promotora imobiliária com vasta experiência no setor da construção e arquitetura de casas que procura inovar através de uma nova abordagem social e ambiental. As coleções de casas que cria assentam em três áreas-chave: bem-estar, sustentabilidade e design.
A casa tem o poder de contar a nossa história, mas nem sempre é fácil, sobretudo, para os jovens portugueses, que têm hoje sérias dificuldades no acesso à habitação e em criar uma identidade própria, dados os altos preços, subida de juros, salários baixos e instabilidade laboral. Muitos vivem até tarde em casa dos pais e outros em casas partilhadas. Num momento em que novas políticas de habitação estão a nascer em Portugal, o idealista/news foi descobrir junto de especialistas como querem e podem viver os jovens e que alternativas têm na hora de procurar casa.
A Câmara Municipal de Grândola começou a pôr travão a vários empreendimentos turísticos na faixa litoral, tentando contrariar a pressão imobiliária sentida naquela zona. E veio explicar que muito do que se está a passar também é “culpa” da herança do passado. Ainda assim, diz estar a fazer esforços para afastar “intenções meramente especulativas” e garantir a sustentabilidade do território.
Lisboa está entre as 50 melhores cidades do mundo, segundo o Brand Finance City Index 2023, aparecendo na 43ª posição. A cidade destaca-se pela sua “arquitetura cativante, o património cultural, a gastronomia, a atmosfera animada e a encantadora música do Fado”. Londres ocupa o primeiro lugar do ranking, seguida de Nova Iorque e Paris.
Quando falamos de casas pré-fabricadas, uma das opções que tem vindo a ser muito popularizada é a que recorre a contentores marítimos, já que o seu preço está normalmente mais ajustado, são mais sustentáveis e, o mais apelativo, é que o seu tempo de construção é curto.
O setor imobiliário está a atravessar um momento agridoce. A resiliência mantém-se, mas a incerteza também. A procura de casas continua alta, mas a oferta ainda é escassa. Sintomas de uma “doença” antiga e que teima em não ter cura à vista. Diz quem anda no terreno que é preciso construir e vender casas para a classe média nacional e dar finalmente vida ao mercado de arrendamento. Mas como? A verdade é que, paralelamente, continuam a vender-se muitas casas no país, e a maioria a portugueses. Isto num contexto marcado por uma alta taxa de inflação e elevadas taxas de juro, que roubam poder de compra. Os promotores imobiliários não atiram a toalha ao chão, mas reclamam mudanças no setor. Expectativa e confusão caminham lado a lado nesta equação, nomeadamente com aquilo que será o programa do Governo Mais Habitação, que será debatido no Parlamento esta sexta-feira (19 de maio de 2023).
A União Europeia (UE) colocou o pé no acelerador no seu plano de transição energética. Além de querer pressionar os proprietários a melhorar a eficiência energética dos seus edifícios, também vai apertar as regras quanto aos sistemas de aquecimento e ar condicionado que se podem utilizar quer em casa, quer na indústria. Isto porque, segundo a Agência Internacional de Energia, os sistemas de aquecimento são responsáveis por 10% do total das emissões de dióxido de carbono a nível global.