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Resultados da pesquisa
A existência de casas pequenas no centro das grandes cidades é uma realidade. E a verdade é que a escassez de espaço, falta de luz natural ou a falta de ventilação complicam o confinamento de muitas famílias, em plena pandemia. Em Espanha, por exemplo, está a dar-se um destaque cada vez maior à chamada certificação WELL, focada na melhoria da condições de salubridade das casas, fundamentais para o equilíbrio e bem-estar dos seus habitantes.
O Governo lançou um pacote de medidas de apoio às empresas para ajudar a enfrentar os desafios e impacto da pandemia do novo coronavírus nos negócios, e assim aliviar a pressão nas tesourarias. Já foi alargada, de resto, a linha de crédito disponível a todos os setores de atividade. Ainda assim, e porque todas as ajudas são poucas, há outras coisas que as empresas podem fazer para aumentar, ou pelo menos tentar equilibrar, a sua liquidez.
Na requalificação de edifícios e apartamentos, a reabilitação em termos energéticos é um fator que está a ganhar uma crescente importância, numa perspetiva de torná-los mais confortáveis e adequados face à necessidade de redução custos.
O Estado de Emergência foi prolongado por mais 15 dias, como era expectável, estando agora em vigor até dia 17 de abril. O objetivo é claro: travar a propagação do novo coronavírus. Depois de António Costa antecipar algumas das medidas que foram aprovadas em Conselho de Ministros, Marcelo Rebelo de Sousa falou ao país, após assinar o diploma. Destaque para o facto das pessoas não se poderem deslocar para fora do seu concelho de residência entre 9 e 13 de abril, ou seja, durante a Páscoa.
“O mercado de trabalho até 2030 será mais fluído, em alternativa ao ‘local fixo’, desbloqueando a produtividade, crescimento e criatividade”, esta é uma das conclusões do estudo “Global Outlook 2030 - The Age of Responsive Real Estate”, realizado pela consultora imobiliária CBRE, que analisa as 10 grandes tendências e desafios do setor para a próxima década. Um tema interessante nos dias que correm, tendo em conta que muitos portugueses estão em teletrabalho, devido à pandemia do novo coronavírus.
A tecnologia tornou-se, mais do que nunca, no “braço direito” das mediadoras imobiliárias, que tentam fintar a crise decorrente da pandemia do novo coronavírus. Para continuar a fazer negócio, a digitalização é agora um imperativo, sobretudo porque, com a entrada em vigor do estado de emergência - declarado a 18 de março de 2020 e que deve ser prolongado –, as visitas físicas (presenciais) aos imóveis com pessoas dentro ficaram sem efeito. O idealista/news foi perceber como o setor da mediação está a reagir e a preparar-se, indagando sobre os “truques” usados para tentar manter vivo o negócio. Visitas virtuais, big data e mais e melhor conteúdo multimédia fazem parte das estratégias, mas há mais...
As empresas fornecedoras de bens e serviços no âmbito de feiras internacionais e outros eventos “atravessam momento excecionalmente grave” por causa do novo coronavírus, revela em comunicado a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), salientando que a pandemia já levou ao cancelamento de mais de 680 eventos, colocando em risco 2.000 postos diretos de trabalho e ameaçando uma atividade que fatura 300 milhões de euros por ano.
O Covid-19 está também a contagiar o mercado laboral. O teletrabalho está a ser um dos primeiros efeitos visiveís da expansão galopante do coronavírus, a nível internacional, e Portugal não escapa. Mas não só.
Com 60 anos de vida, o Grupo Casais tem uma história de altos e baixos para contar, chegando a 2020 com um negócio forte e a crescer, tendo superado com êxito, por exemplo, a crise que na última década fez cair tantas outras construtoras portuguesas. O segredo para vencer?
As mulheres continuam a ser responsáveis pela maioria das tarefas domésticas. Em média, 91% das europeias afirmam ter a responsabilidade partilhada ou total pelas compras diárias e pela preparação de refeições, por exemplo.
A construção unidade turística de luxo La Réserve, na região da Comporta, está a decorrer a “todo o gás”. O projeto, promovido pelo grupo francês Terrésens, será implantado ao longo de quase 10 hectares, onde serão construídas 24 moradias de luxo, 82 villas e 56 apartamentos. Todas as moradias vão ter piscina e jacuzzi privativos, e os preços começam nos 731.000 euros.
A construção do futuro Terminal Intermodal de Campanhã (TIC) está a avançar a bom ritmo e quando estiver concluído – previsto para junho de 2021 - vai “revolucionar a mobilidade e o serviço de transporte público a nível metropolitano”. A garantia foi dada por Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto, na primeira visita que fez - ontem, terça-feira, 18 de fevereiro de 2020 - à empreitada do terminal, que arrancou em setembro de 2019 depois do visto do Tribunal de Contas (TC).
A Câmara Municipal do Porto (CMP) vai instalar, no âmbito do projeto Porto Solar, sistemas fotovoltaicos em 29 coberturas de edifícios municipais, 25 dos quais escolas da rede pública municipal. O objetivo é, além de conseguir uma poupança considerável no consumo de energia elétrica, diminuir a emissão para a atmosfera de gases com efeitos de estufa em 500 toneladas por ano.
Vai nascer perto da aldeia histórica de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, um aldeamento de quatro estrelas composto por 44 moradias ecológicas. Em causa está um investimento de 10 milhões de euros a cargo da sociedade de gestão Monsanto Verde Lda., que viu a candidatura ao projeto em causa ser aprovada pelo Turismo de Portugal.
Localizado nas Antas, perto da conhecida Praça Velasquez, o condomínio Quinta da Casa Amarela nasce na sequência de um projeto assinado pelo arquiteto – também portuense – Souto de Moura, Pritzker em 2011 e Leão de Ouro na Bienal de arquitetura de Veneza de 2018. Trata-se de um luxuoso condomínio fechado que está a nascer numa das melhores zonas residenciais da Invicta e que é constituído por apartamentos e moradias: são ao todo 28 habitações.
Matosinhos vai ser, entre hoje e sábado, dia 08 de fevereiro de 2020, o centro do mundo da jardinagem, decoração de espaços exteriores e ambiente urbano. Mais de uma centena de expositores, de diversas nacionalidades - portugueses, espanhóis, italianos, franceses e dinamarqueses -, estão presentes na Expojardim e Urbangarden, duas feiras que estão a decorrer na Exponor e são dirigidas, sobretudo, ao público profissional.
É oficial. A partir de 2021 a idade normal de acesso à pensão de velhice vai aumentar para os 66 anos e seis meses, segundo a portaria do Governo publicada em Diário da República (DRE). Sabe-se ainda que o Executivo de Costa chegou a acordo com o PCP e Bloco para antecipar a entrada em vigor do aumento extraordinário das pensões este ano, previsto inicialmente para agosto.
O Grupo André Jordan está a investir 25 milhões de euros na construção de 50 novos apartamentos e 15 'townhouses' (moradias) no complexo Belas Clube de Campo, no concelho de Sintra, arredores de Lisboa. As obras, a cargo da construtora Casais, estão em curso e “estima-se a entrega das primeiras unidades em junho de 2021”, refere e empresa em comunicado.
Nos próximos meses veremos cozinhas em tons escuros com móveis de madeira, salas com cores nude, bege, terracota e castanho-chocolate, e casas onde as plantas terão um papel de protagonistas, além de abacaxis ou cactos como elementos decorativos.
O luxuoso Ombria Resort já está em construção, tendo as obras da primeira fase arrancado no final do ano passado. Trata-se de “um empreendimento com 153 hectares – localizado a sete quilómetros de Loulé, no Algarve – pioneiro de uma nova geração de resorts em que a sustentabilidade, a proteção da natureza e do património local são prioridades”, diz ao idealista/news Julio Delgado, CEO do Ombria Resort.