A pesquisa encontrou 6339 resultados
Resultados da pesquisa
Uma disputa sobre um terreno no centro de Díli está a causar polémica entre estruturas do Governo timorense, a comunidade local e uma família.
O ano letivo 2022/2023 já arrancou para muitos mas isso não significa que já todos tenham encontrado uma solução de arrendamento na nova cidade onde vão estudar.
Arrendar uma casa continua a ser uma opção para muitas famílias portuguesas. Mas, tal como comprar casa, está a ficar cada vez mais caro, e mesmo assim o stock de imóveis no mercado residencial tem vindo a encolher.
Lilypad é uma casa solar flutuante que se tornou uma das acomodações mais requisitadas pelos turistas que viajam para Sidney e até pelos moradores locais.
Muitos sonham com uma segunda casa imersa numa paisagem de sonho, onde podem passar momentos relaxantes longe de olhares indiscretos. No entanto, existe uma opção capaz de aguçar ainda mais a imaginação: a de tornar-se proprietário de uma ilha privada.
Apesar de ainda faltarem quatro meses para o final do ano, 2022 já é o melhor dos últimos 10 anos no segmento de escritórios da capital, revela o Office Flashpoint da JLL.
A polémica em torno do Alojamento Local (AL) em Portugal parece não ter fim à vista. Este é um tema, de resto, que tem sido muito debatido ao longo dos anos, nomeadamente em Lisboa. A Associação Nacional dos Profissionais de Administração de Condomínios (ANPAC) defende a necessidade de haver uma nova legislação sobre o negócio do arrendamento de casas de curta duração. Um regime, aponta, que seja “conciliador”, de forma a haver “um maior equilíbrio entre todas as partes interessadas”. Uma ideia deixada recentemente pelo presidente da associação, Alexandre Teixeira Mendes, em entrevista ao idealista/news.
A alta inflação que se faz sentir levou o Governo a avançar com um conjunto de medidas, sendo que uma delas está diretamente relacionada com o setor imobiliário. Em 2023, as rendas habitacionais e comerciais serão atualizadas até ao limite máximo de 2%, em vez dos 5,43% indexados à inflação, sendo que, para compensar os proprietários desta limitação, o Executivo também vai atribuir benefícios fiscais. Uma compensação, no entanto, que não abrange os fundos de investimento, que dizem estar a ser penalizados. Esta é, pelo menos, a interpretação da Associação Portuguesa De Fundos De Investimento Pensões e Patrimónios (APFIPP).
Em 2023, as rendas habitacionais e comerciais apenas poderão subir 2%, em vez dos 5,43% indexados à inflação. Esta foi uma das medidas anunciadas pelo Governo para fazer face à inflação, sendo que, para compensar os proprietários desta limitação, o Executivo vai atribuir-lhes benefícios fiscais. Esta é, no entanto, uma medida que está a gerar dúvidas entre os juristas, que consideram que não ficou claro, na Proposta de Lei do Governo, que o travão ao aumento das rendas se aplique também aos contratos de arrendamento comerciais, o mesmo acontecendo com os benefícios fiscais a conceder aos senhorios.
A inflação nos EUA desacelerou em agosto para 8,3% - tinha chegado aos 8,5% em julho e atingido a taxa máxima de 9,1% em junho. No entanto, este recuo não tem sido suficiente para acalmar as bolsas, que continuam a registar perdas por medo de uma eventual recessão. O S&P 500, de resto, teve a sua maior queda semanal desde junho passado.
O Governo apresentará em breve o Programa Nacional de Habitação (PNH), um documento previsto na Lei de Bases de Habitação – entrou em vigor há quase três anos, em outubro de 2019 – e no qual são estabelecidos os objetivos e as medidas da política nacional de habitação a cumprir nos cinco anos seguintes, até 2026. São várias as alterações que estão na calha, sendo que também o Programa 1º Direito terá mudanças.
O plano anti-inflação da Câmara de Lisboa vai incluir o aumento do número de subsídios ao arrendamento habitacional, duplicando esse apoio social para a atribuição de “até 1.000 subsídios”, revelou o presidente do executivo municipal, Carlos Moedas (PSD), esta segunda-feira, dia 19 de setembro.
Uma proposta do BE que pretendia proteger o direito à habitação e outra da Iniciativa Liberal (IL) para clarificar o regime jurídico de exploração de Alojamentos Locais (AL) foram rejeitadas esta sexta-feira (16 de setembro de 2022) no Parlamento. Votaram a favor da proposta bloquista o BE e o Livre, contra estiveram PS, PSD, Chega e IL, e abstiveram-se o PCP e o PAN. Já a proposta da IL teve os votos favoráveis do Chega e dos liberais, mas votaram contra o PS, o PSD, o PCP, o BE e o Livre, enquanto o PAN se absteve.
Não foi desta que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) vendeu o centro comercial La Vie, no Porto. Depois de ter estado em fase avançada de negociação, a transação imobiliária não chegou a ser selada por falta de acordo entre as partes. Mas nada está perdido: o banco estatal deverá iniciar em breve um novo processo de venda deste shopping.
Os CTT já escolheram o local onde vai ser instalada a sua nova sede: o edifício Green Park, em Lisboa. O contrato de arrendamento deverá ser selado já nos próximos dias. E a mudança para este imóvel localizado na zona da Praça de Espanha deverá ocorrer em outubro, sendo que estão previstas algumas obras no novo espaço.
O imobiliário tem-se mostrado resiliente num ano cheio de incertezas.
Já há três medidas aprovadas no Parlamento que fazem parte do pacote de apoios desenhados para atenuar os efeitos da inflação na carteira das famílias. E uma delas é mesmo o travão à atualização das rendas em 2023, que fica limitada a um aumento de 2%.
Este edifício peculiar está a destinado a tornar-se um dos novos ícones de Amesterdão. Trata-se de um projeto residencial criado pelo Bjarke Ingels Group (BIG) e a Barcode Architects.
A Câmara de Braga aprovou esta segunda-feira (12 de setembro de 2022), com a abstenção do PS e da CDU, a atualização de 45 para 123 milhões de euros da Estratégia Local de Habitação (ELH), aumentado em 64% o número de famílias abrangidas. Com a atualização agora aprovada, a ELH passa a abranger um universo de 1.284 agregados, num total de 3.632 pessoas, ficando o investimento global proposto a corresponder a um investimento médio, por habitação, de cerca de 96.500 euros.
Inicia-se um novo ciclo na vida dos novos estudantes universitários com o arranque do ano letivo 2022/23. Só na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior foram colocados 49.806 novos alunos.