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A Ginjinha Popular e o bar O`Gilins Irish Pub fazem parte da lista de oito estabelecimentos reconhecidos pela Câmara Municipal de Lisboa como Lojas com História.
O imobiliário de luxo, desde mansões, palacetes a herdades e outro tipo de imóveis de gama alta, continua a atrair os internautas mais curiosos.
A pandemia já faz “parte do passado” para o empresário espanhol Amancio Ortega. O grupo Pontegadea, conjunto de empresas com as quais o fundador da Zara gere a sua fortuna – é a pessoa mais rica de Espanha –, teve um lucro de 1.606 milhões de euros no ano passado, mais 141% que em 2020 (666 milhões). Um valor que ainda está, no entanto, um pouco abaixo do de 2019 (1.778 milhões). A recuperação do negócio têxtil da Inditex foi fundamental para os bons resultados, embora também seja de destacar a gestão do património imobiliário, que engordou face aos últimos dois anos: está agora avaliado em 15.264 milhões, com imóveis localizados em nove países, nomeadamente em Portugal.
A Assembleia Municipal do Porto aprovou, com os votos contra do BE e da CDU, o alargamento do programa de arrendamento acessível Porto com Sentido a todos os imóveis da cidade, bem como o aumento do apoio à renda.
O arrendamento de escritórios em Portugal, nomeadamente nas cidades de Lisboa e Porto, está dinâmico e as previsões apontam para que 2022 seja um dos melhores anos de sempre no setor. E sempre com o foco na sustentabilidade. Uma tendência, de resto, que parece não passar ao lado da sociedade de advogados CCA, que decidiu mudar a localização da sua sede na capital e criar um escritório moderno e apelativo. Encontra-se, agora, num antigo armazém dos anos 40 no Porto de Lisboa.
A Câmara Municipal de Lisboa entregou as chaves das primeiras 128 casas do Programa Renda Acessível (PRA) construídas no âmbito da Operação Integrada de Entrecampos. Trata-se de um investimento de 15 milhões de euros, financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O PCP entregou esta segunda-feira (25 de julho de 2022) no Parlamento um projeto-lei que propõe suspender durante este ano e o próximo a denúncia de contratos de arrendamento de imóveis que sejam morada principal e a execução de hipotecas de habitações permanentes.
Se estás a pensar em aceitar o ‘convite’ de ser fiador de alguém da tua família, ou de um amigo que vai comprar ou arrendar casa, antes de avançares é aconselhável que estejas a par de tudo. É uma decisão que deve ser ponderada, analisada e tomada com consciência.
Há um novo investidor a operar em Portugal. Através de um dos seus fundos, a Novaxia Investissement comprou um conjunto de terrenos no concelho da Amadora, onde irá construir um projeto imobiliário multiusos de “grande escala”. Este que é o seu primeiro negócio imobiliário no país, foi fechado com o Millennium bcp por um valor não revelado.
Os dados mais recentes do INE mostram que houve um aumento de 19,8% no número de novos contratos de arrendamento nos primeiros três meses de 2022 face ao período homólogo. Isto apesar das rendas mediadas das casas também terem encarecido 6,4% entre esses dois momentos. Uma subida que se tende a manter, devido ao escalar da inflação. A pensar nisso mesmo, o BE vai apresentar uma proposta para impor um teto máximo de atualização das rendas em 2023.
Os inquilinos com contratos de arrendamento anteriores a 1990 viram as rendas serem atualizadas dentro de determinados limites em 2012. E, passados dez anos, estas rendas antigas poderão ser novamente revistas se os inquilinos mostrarem que houve uma subida dos rendimentos. Esta disposição consta na lei do Orçamento de Estado para 2022 (OE2022).
É de conhecimento geral que a compra de um imóvel envolve um processo complexo. Subentende uma série de decisões importantes que afetam diretamente toda a estrutura económica do futuro comprador. A elaboração de documentos que promovem a informação e a transparência ao futuro proprietário aquando a aquisição de um imóvel são fundamentais neste processo.
Num contexto de alta inflação e de subida das taxas de juro no crédito habitação, o mercado de arrendamento torna-se mais atrativo para algumas famílias portuguesas. E se estás a pensar mudar de cidade, fica a conhecer quais são os 25 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal no segundo trimestre do ano. A liderar a lista está o município de Viseu, onde os proprietários pedem, em média, 5,6 euros por metro quadrado (euros/m2) pelo arrendamento de uma casa, sendo este o m2 mais barato do país, aponta o estudo do idealista, o Marketplace imobiliário de Portugal.
São, ao todo, 37.624 alojamentos que podem “nascer” em Portugal nos próximos quatro anos, até ao segundo trimestre de 2026, ao abrigo de financiamentos oriundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Em causa estão habitações e edifícios, novos e reabilitados, para cedência ou arrendamento acessível. Em cima da mesa estão 2.693 milhões de euros de fundos da União Europeia (UE) para responder à crise de habitação que se vive em Portugal. Uma verba que pode não chegar a entrar no país, se não forem atingidos os objetivos anuais pré-estabelecidos. O risco é elevado, visto que faltam concursos para o lançamento de obras.
Há cada vez mais famílias a recorrer ao mercado de arrendamento em Portugal. O número de novos contratos de arrendamento celebrados em 2021 foi de 87.349, tendo-se verificado um aumento de 9,4% face ao ano anterior. E em consequência do desequilíbrio existente entre a alta procura para uma escassa oferta neste mercado, as rendas das casas também estão mais caras. Quem o diz é o Instituto Nacional de Estatística (INE): “A renda mediana dos novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 6,04 euros/m2, aumentando 7,7% face a 2020”.
Primeiro foi a pandemia da Covid-19 e agora é a guerra na Ucrânia, que está a contribuir para fazer disparar a inflação – já está nos 8,7% em Portugal – e para acelerar a anunciada subida das taxas de juro. Pelo meio, aumentam também os custos de construção e, claro, o poder de compra dos portugueses é esmagado, à boleia da subida dos preços. Que impacto terão estes e outros fatores no setor imobiliário, nomeadamente na mediação imobiliária? E o que se pode esperar do futuro? Incerteza é palavra de ordem, mas resiliência também. Contamos tudo com a ajuda de profissionais do setor. ”Do lado” da promoção imobiliária, conforme escrevemos, a confiança mantém-se, apesar de haver (muitos) desafios.
Uma onda de calor invadiu Portugal nos últimos dias, colocando em evidência o quanto é importante viver em casas eficientes em termos energéticos. E não só: também tem mostrado como o ar condicionado pode ser um grande aliado para fugir aos dias mais quentes deste verão.
Quando pensamos em comprar ou vender casa há vários documentos que devemos organizar e solicitar.
A ocupação de escritórios na capital continua a dar cartas em 2022. A Mapei arrendou uma área de 636 metros quadrados (m2) no edifício Verde Parque, junto ao Parque das Nações em Lisboa.
A inflação está a subir, impulsionada pela inesperada guerra na Ucrânia, e a ter repercussões no dia a dia dos portugueses, nomeadamente nos preços dos alimentos. Os rendimentos, esses, não esticam, o que faz com que mutos contribuintes tenham de apertar o cinto para não entrar em incumprimento. Muitos sentem-se atraídos pela concessão de “crédito fácil”, que tem luz verde mediante algumas condições, como por exemplo a entrega da casa como garantia. Prevenção é palavra de ordem. Explicamos tudo sobre este tema no artigo desta semana da Deco Alerta.