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O mercado de arrendamento continua resiliente em Portugal, sustentado por uma elevada procura das famílias, sobretudo, nos grandes centros urbanos. As rendas das casas continuam a ficar mais caras no início de 2024 (e até a acelerar o seu ritmo de evolução), melhorando também a sua rentabilidade. A compra de casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,3% no primeiro trimestre de 2024, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,6%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Acontece que a melhoria da rentabilidade de comprar casa para arrendar, por si só, não chega para incentivar este investimento imobiliário em Portugal e aumentar a oferta de habitação no mercado de arrendamento.
A Câmara Municipal da Moita submeteu várias candidaturas ao Programa de Apoio ao Acesso à Habitação - 1º Direito, com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), para aquisição e reabilitação de 121 casas, anunciou a autarquia.
A Câmara de Vila do Conde, distrito do Porto, anunciou esta quarta-feira (3 de abril) a aquisição de 90 apartamentos, na parte sul do concelho, que serão arrendados a custos controlados a famílias com carências financeiras.
O montante de imposto pago pelos senhorios que em 2022 optaram por pagar a taxa especial de IRS sobre as rendas em vez de as englobar ao restante rendimento aumentou quase 7%, para 698 milhões de euros.
Este dado consta das estatísticas do IRS, agora disponibilizadas publicamente pela Autoridade Tr
Decidir morar em Bragança é optares por uma vida tranquila e repleta de qualidade, numa cidade que combina a serenidade do interior com o dinamismo necessário para uma vida contemporânea.
Mais de 1.150 famílias aguardavam por uma habitação municipal no Porto no final de 2023, ano em que foram entregues 324 casas, revelou a Câmara do Porto, esta terça-feira, dia 2 de abril.
Em resposta à agência Lusa, o município afirmou esta terça-feira que 1.155 famílias aguardavam em lista de atri
As famílias em Portugal continuam a precisar de casas para viver. Mas o atual contexto económico incerto retraiu a mudança de casa em 2023, tendência que desacelerou o aumento dos preços das casas para comprar ou arrendar. Mas será que em 2024 vai continuar a assistir-se a uma menor subida dos custos da habitação? Ou poderá mesmo haver uma descida nos preços das casas? Foi isso mesmo que o idealista/news procurou saber junto de profissionais do imobiliário, que não acreditam que haja uma correção acentuada dos preços das casas em Portugal. Isto porque, para que isso fosse possível, seria preciso aumentar - e muito - a oferta de casas para comprar e arrendar no país, algo que o Mais Habitação, tal como está, não será capaz de fazer. Resta agora saber se o novo Governo de Montenegro, que tomou posse a 2 de abril, vai alterar ou não este pacote para que haja um maior dinamismo na construção de casas em Portugal.
A BEM Estate Management (BEM EM) chegou a Espanha. O grupo português, fundado em 2021, lança-se na gestão de habitação para arrendamento com uma carteira de mais de 400 imóveis, entre os que possui e os cedidos por investidores imobiliários.
A “falta de confiança no mercado de arrendamento” ganhou força ao longo do ano passado. Esta é uma das conclusões a retirar da VII edição do Barómetro da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) “Confiança dos Proprietários”, sendo que foram auscultados 525 senhorios entre 14 e 22 de março. Quase um quarto dos senhorios tem rendas em atraso no final do terceiro trimestre de 2023 e mais de dois em cada dez não fizeram a atualização anual de renda de 2024 pelo coeficiente legal de 6,94%.
A política Nova Geração de Cooperativismo para a Promoção de Habitação Acessível, que integra o programa Mais Habitação, prevê, para já, a construção de dois projetos-piloto (cooperativas de habitação) no país: um em Vila Nova de Gaia e outro em Setúbal.
A Grécia reforçou este domingo (31 de março de 2024) as regras para obtenção dos chamados vistos gold, que concedem autorização de residência a cidadãos estrangeiros mediante investimento em bens imobiliários, para combater a crise na habitação.
O ano de 2023 arrancou com o anúncio da decisão, por parte do então primeiro-ministro António Costa (PS), da criação de um ministério dedicado exclusivamente à habitação, que seria tutelado por Marina Gonçalves, que subia de secretária de estado da Habitação a Ministra da Habitação. Agora, um ano e três meses depois, o novo Governo (AD) volta a juntar habitação e infraestruturas no mesmo ministério, sendo a pasta tutelada por Miguel Pinto Luz, antigo secretário de Estado do Governo de 27 dias de Passos Coelho.
Os contribuintes já podem entregar a declaração de IRS no Portal das Finanças a partir desta segunda-feira, 1 de abril de 2024. Esta obrigação declarativa, referente aos rendimentos auferidos em 2023, pode ser cumprida ao longo destes próximos três meses, até 30 de junho.
Agora que os dias estão mais compridos e começa a contagem decrescente para o verão, começa a nascer em nós a vontade de matar saudades daqueles mergulhos de verão. Viver num apartamento com piscina significa aproveitar ao máximo os raios de sol e ganhar bronze sem ter de sair de casa ou sem estar propriamente de férias. Mas muito mais que um simples luxo de nova construção, uma casa nova com piscina desempenha um papel crucial no desenvolvimento de uma vida ativa, feliz e equilibrada.
O dinamismo do arrendamento em Portugal marcou o final de 2023. Foi selado o maior número de contratos de arrendamento dos últimos quatro anos. E estes negócios levaram a que as rendas das casas voltassem a subir para valor mais elevado desde 2020. Mas, a verdade é que as casas para arrendar apresentam preços bem dispares a nível geográfico. Há municípios onde as rendas mensais que podem superar os 1.000 euros, mas também há outros onde é possível arrendar uma habitação por menos de 300 euros por mês. Descobre tudo neste mapa preparado pelo idealista/news, tendo por base os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa em Portugal continua a ser uma opção para muitas famílias, dada a flexibilidade que apresenta, a par do menor investimento inicial exigido face à aquisição de habitação. Acontece que as rendas das casas continuam a ficar bem mais caras nos grandes centros urbanos, pressionando os salários. Muitas vezes a procura por rendas mais acessíveis leva as famílias a mudarem-se para as periferias de Lisboa e do Porto, bem como para o interior do país, onde se situam os 10 municípios mais baratos para arrendar casa.
Há empresas com história, que marcam gerações e o desenvolvimento das cidades. É o caso de "A Eléctrica", uma empresa fundada em Vila Nova de Famalicão há 100 anos, que superou várias guerras, crises financeiras e ainda uma pandemia.
O mercado de arrendamento em Portugal continua a mexer e a ser uma alternativa à compra de casa para muitas famílias, apesar de haver falta de oferta de habitação.
Depois de passarem anos a subir a alta velocidade, as rendas das casas começaram a abrandar na reta final de 2023, espelhando um maior equilíbrio entre a procura e oferta de habitação disponível neste mercado.
A escolha da uma casa para viver – seja para comprar ou para arrendar – continua a recair muito sobre a localização e o preço, fatores que andam de braço dado. O que se sente hoje é que as famílias procuram, sobretudo, comprar ou arrendar casa nas freguesias de Lisboa e dos municípios periféricos, que têm preços mais compatíveis com os seus orçamentos (embora estejam a subir por efeito contágio). Mas olhando para os dados do idealista/data à lupa, verifica-se que os bairros lisboetas são os que mais despertam interesse às famílias, seja para comprar ou arrendar casa, apesar de os preços das casas à venda começarem nos 318 mil euros e as rendas quase nos 1.000 euros mensais. Vem daí conhecer as freguesias e os bairros mais procurados para comprar ou arrendar casa em Lisboa e nas suas periferias.