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A região da Madeira é uma verdadeira pérola do Atlântico, que tem atraído cada vez mais estrangeiros e nómadas digitais para visitar e também para viver. São muitos os europeus e os norte-americanos que se têm deixado levar pelos encantos da Madeira e resolvem comprar casa, “porque é a área onde há maior oferta”, revela Eduardo Jesus, Secretário Regional de Economia, Turismo e Cultura, em entrevista ao idealista/news. E avança ainda que “há uma relação direta entre a existência de voos diretos e o número de aquisições de imobiliário feitas por cidadãos desses países”.
Uma das formas de investir em imobiliário passa por comprar uma habitação para colocá-la a arrendar. E este é um negócio cada vez mais atrativo, já que apresenta uma rentabilidade cada vez maior também sustentada pelo crescimento das rendas das casas. Em concreto, a compra de uma casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,2% no segundo trimestre de 2024, mais 0,3 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,9%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Hoje, a rentabilidade na habitação é 0,5 p.p superior em relação à observada no segundo trimestre de 2020, de 6,7%.
Na hora de comprar casa, há impostos que têm de ser pagos, como é o caso do IMT e do Imposto de Selo (IS).
O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) disse esta terça-feira (dia 2 de julho) que a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) tem dificuldade em controlar rendas não declaradas por falta de recursos e devido a mecanismos e regras que dificultam a atividade, segundo um comunicado.
O STI reag
O aumento do turismo em Portugal, especialmente no setor de alojamento local, levou diversas agências imobiliárias a transformarem suas operações.
Já foi publicado em Diário da República o decreto-lei que alarga os apoios extraordinários às famílias para pagamento da renda e da prestação de créditos habitação à banca.
Uma das medidas mais polémicas do Mais Habitação trata-se do arrendamento coercivo de casas devolutas.
A Autoridade Tributária e Aduaneira não tem um plano abrangente de controlo do arrendamento ilegal que integre as denúncias e a informação sobre os contratos de água e energia que as empresas fornecedoras estão obrigadas a enviar-lhe.
Esta é uma das conclusões de uma auditoria de desempenho ao cont
Os investidores que apostem em fundos imobiliários de apoio ao arrendamento acessível já podem beneficiar de descontos sobre os rendimentos em sede de IRS. Isto porque o Governo publicou na semana passada em Diário da República a lei que vai dar isenções fiscais para quem invista em fundos com renda acessível. Explicamos em que consiste este novo incentivo já em vigor.
O Governo vai começar a mudar seis ministérios e duas secretarias de Estado para a sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), na Avenida João XXI (Lisboa), esta segunda-feira, dia 1 de julho. Mas qual será o futuro dos imóveis que vão ficar vazios? Ao que se sabe até agora, há edifícios que vão regressar às mãos dos proprietários privados, outros que terão fins turísticos e só um tem potencial para ser destinado à habitação.
Os senhorios com rendas anteriores a 1990 – as chamadas rendas antigas – podem, a partir desta segunda-feira (1 de julho de 2024), pedir ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) a compensação de até “1/15 do Valor Patrimonial Tributário (VPT) do locado”, de acordo com o definido no programa Mais Habitação.
A tensão no mercado de arrendamento continua a aumentar em Portugal. As rendas das casas têm vindo a subir mês após mês, embora de forma mais lenta, atingido mesmo o valor máximo dos últimos cinco anos em junho. Isto acontece, sobretudo, porque o aumento da oferta de casas para arrendar (e a preços acessíveis) não foi suficiente para responder à alta procura existente no país. Foi precisamente para responder à crise de acesso ao arrendamento que o Governo de Montenegro desenhou várias medidas, como o alargamento do apoio à renda e do programa Porta 65 Jovem. Neste artigo, o idealista/news faz uma viagem ao passado para mostrar como é que se agravou o acesso à habitação no mercado de arrendamento em Portugal, nomeadamente em Lisboa e no Porto.
O arrendamento de espaços de escritórios prime nas principais cidades do mundo, aumentou 1,1% no ano passado (desde o primeiro trimestre de 2023 ao primeiro trimestre de 2024), segundo o mais recente estudo Impacts da Savills.
Hoje, arrendar uma habitação no país é um verdadeiro desafio, perante a falta de oferta de casas e as elevadas rendas. E a verdade é que, com o atual dinamismo deste mercado, os preços das casas para arrendar em Portugal voltaram a subir 2,4% no segundo trimestre deste ano, face ao trimestre anterior. Assim, arrendar casa passou a ter um custo mediano de 16,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de junho, segundo revela o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. Já em relação à variação mensal, as rendas subiram 0,6%.
As casas para arrendar estão a ficar mais caras em Portugal. E esta realidade é especialmente visível nos 24 municípios mais populosos do país, onde o desequilíbrio entre a alta procura e falta de oferta é mais evidente.
O mercado de arrendamento em Portugal continua dinâmico, apesar de a oferta de casas a preços acessíveis ser escassa.
A Câmara de Lisboa decidiu esta quarta-feira (26 de junho de 2024), por unanimidade, formalizar o não aumento do valor das rendas da habitação municipal durante este ano, medida que tem um impacto orçamental previsto de 1,9 milhões de euros.
O mercado imobiliário LGBTI continua a ganhar espaço em Portugal, refletindo o potencial de crescimento deste segmento, impulsionado pela atratividade do país para a comunidade.
Com bairros inclusivos e uma crescente procura por ambientes seguros e acolhedores, Portugal tem vindo a posicionar-se como um destino de referência para a comunidade LGBTI, dinamizando o mercado imobiliário e promovendo a diversidade.
O segmento de escritórios, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, que levou muitas empresas e pessoas a optar pelo teletrabalho ou pelo regime híbrido, está a dar sinais de recuperação este ano. Pelo menos em Lisboa e no Porto. Na capital, foram ocupados 119.000 metros quadrados (m2) apenas nos primeiros cinco meses do ano. Trata-se de um volume de absorção 6% superior face ao registado em todo o ano passado (112.500 m2). No Porto, foram ocupados 27.500 m2, mais 36% que no período homólogo. Em causa estão dados que constam no recente relatório mensal Office Flashpoint da JLL.