Rendas comerciais com serviços associados isentos ou não de IVA?
Os arrendamentos comerciais que tenham serviços associados, como limpeza e até lugares de estacionamento, não estão totalmente isentos de IVA, segundo um esclarecimento emitido pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).
IHRU decide congelar rendas do seu património em 2024
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) decidiu voltar a congelar as rendas do seu património em 2024, face ao contexto "particularmente difícil e exigente" que as famílias enfrentam. Medida vai abranger mais de 14.000 inquilinos.
Rendas: principal fiscalização é registo dos contratos nas Finanças, diz ministra
A ministra da Habitação, Marina Gonçalves, disse que a maior forma de fiscalização da implementação do programa Mais Habitação, nomeadamente no aumento das rendas, é o registo dos contratos nas Finanças, garantindo que a lei é clara.
Viqueira investe 5 milhões em edifício no Porto para turismo
O grupo Viqueira, especializado em construção e promoção imobiliária, com sede em Vigo, acaba de investir 5 milhões de euros na compra de um edifício no coração do Porto. A empresa vai transformar o imóvel em apartamentos turísticos.
“Estado tem um enorme volume de imobiliário que não sabe quanto é”
Como aumentar a oferta de casas em Portugal, nomeadamente a preços que possam ser pagos pela classe média portuguesa? A resposta a esta pergunta não será fácil de dar, mas há caminhos a seguir que podem ajudar a encontrar soluções, sendo o elevado custo dos terrenos um dos problemas que existe no país, avisa Francisco Sottomayor. Segundo o CEO da Norfin, o Estado tem também uma palavra a dizer sobre este tema, tendo “um enorme volume de imobiliário que continua a não saber quanto é”.
Parque habitacional do Porto tem 13 mil casas e vai crescer 12,5%
A autarquia do Porto tem várias novidades no âmbito da habitação. O parque habitacional do Porto dispõe atualmente de 13.062 fogos e deverá crescer 12,5%, depois de concluídos os oito projetos em curso. Ou seja, vão nascer 1.610 novas habitações na Invita. E dois destes projetos habitacionais vão ser desenvolvidos em parceria com os privados. A ideia passa não só por aumentar o número de casas de renda apoiada, mas também colocar mais casas no mercado a preços acessíveis. E, neste âmbito, a Câmara do Porto vai ainda lançar na próxima semana mais uma edição do programa de apoio à renda Porto Solidário.
Rendas antigas sobem até 6,94% em 2024 em linha com a inflação
A partir de 2024, as rendas antigas vão começar a ser atualizadas em linha com a inflação. Quer isto dizer que as rendas dos contratos de arrendamento anteriores a 1990 vão poder subir até ao máximo de 6,94% já no próximo ano. E, apesar de o Mais Habitação abrir a porta a que haja outro tipo de subidas, fonte do Governo garante que o “único aumento possível” nas rendas antigas será o “decorrente da aplicação do coeficiente de atualização” da inflação.
Arrendar casa em Portugal: preços voltam a estabilizar em novembro
São muitas as famílias que estão a ser empurradas para o mercado de arrendamento em Portugal, numa altura em que comprar casa está mais difícil, devido aos elevados preços das casas à venda, a par dos juros altos no crédito habitação e da perda de poder de compra. Como resultado, e com uma oferta inferior à procura de casas para arrendar, as rendas das casas subiram em cinco grandes cidades em novembro face ao mês anterior, Porto incluído (+0,5%). Mas também há casos em que as rendas das habitações se mantiveram praticamente estáveis, em linha com a realidade nacional, como é o caso de Lisboa, aponta o índice de preços do idealista.
Rendas antigas: Governo recua e aprova compensação aos senhorios
O Conselho de Ministros aprovou esta quarta-feira, dia 29 de novembro, a compensação aos senhorios para contratos de arrendamento anteriores a 1990 e não submetidos ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).
Há “excedente” de casas em Portugal - mas há assimetria e faltam obras
Portugal vive um sério problema de acesso à habitação. Mas a verdade é que, hoje, há mais casas disponíveis no nosso país do que agregados familiares.
Lei da Habitação em Espanha afeta negócio das imobiliárias
A nova Lei da Habitação em Espanha entrou em vigor há seis meses. Trata-se de uma regulamentação que abre a porta ao limite das rendas em áreas pressionadas e tem gerado muita polémica tanto no setor imobiliário, como político.
OE2024 já foi aprovado: quais as alterações na habitação?
Depois de quatro dias de debate e votação na especialidade de mais de 1.900 propostas de alteração, o Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) foi esta quarta-feira, dia 29 de novembro, aprovado na votação final global do documento com os votos favoráveis do PS (que tem maioria absoluta) e as abstenções dos deputados únicos do Livre e do PAN. Já o PSD, Chega, Iniciativa Liberal, PCP e BE votaram contra. E contam-se mais de 200 propostas de alteração ao OE2024 que obtiveram luz verde - a grande maioria do PS. Muitas destas alterações ao OE2024 vão tocar no universo da habitação, por exemplo, reforçando a dedução da renda no IRS para 600 euros, criando a possibilidade de recuperar o imposto sobre mais-valias ou prolongando até 2024 o resgate do PPR sem penalizações para pagar o crédito habitação.
“Há espaço para pensamentos e atitudes positivas no setor imobiliário”
A Joivy anunciou recentemente o arranque da operação em Portugal, assumindo ser “a primeira plataforma residencial polivalente na Europa que combina soluções residenciais de longo e curto prazo com uma ampla gama de serviços para proprietários e investidores”. Em entrevista ao idealista/news, Giulio Limongelli, Managing Director da Joivy, fala sobre os objetivos da empresa, que nasce da união da DoveVivo, ALTIDO e Chez Nestor, e revela que gere atualmente no país “um portfólio de 370 imóveis entre Lisboa e o Porto”.
OE2024: Portugal vai ter Fundo de Emergência para Habitação
Os deputados aprovaram esta terça-feira, dia 28 de novembro, na especialidade uma proposta de alteração do Livre ao Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) que prevê a criação de um fundo de emergência para habitação.
"É criado, no primeiro trimestre de 2024, o Fundo de Emergência para a Habitação,
Morar em casas pequenas: o desafio de mudar de espaço (e de vida)
A vida é feita de mudanças – mais ou menos difíceis. E a mudança de casa, quando acontece por razões “alheias” à vontade e sonhos pessoais, pode ser um grande desafio.
Escritórios em Portugal: há “queda significativa” de m2 arrendados
A contenção continua a ser a palavra de ordem no mercado de escritórios português em 2023, uma tendência alinhada com o contexto internacional. Desde janeiro até outubro, foram ocupados 79.300 m2 de escritórios em Lisboa e 45.290 m2 no Porto, refletindo uma queda de 69% na capital e de 8% na cidade Invicta face ao período homólogo. Há, portanto, uma "queda significativa" nos m2 arrendados nos dois principais mercados de escritórios em Portugal, mas esta descida é “menos acentuada” no número de negócios realizados. E os preços e as rendas têm-se mantido estáveis.
Imobiliário em Portugal a arrefecer: investimento desce 48% num ano
O contexto vivido na Europa nos últimos meses, pautado pelos elevados níveis da inflação, pelo aumento dos custos dos empréstimos e pela falta de ajuntamento dos preços de venda ao poder de compra, está a condicionar o investimento imobiliário. E o mesmo se passa em Portugal.
Rendas no OE2024: limite da subida chumbado mas aprovada redução no IRS
O Parlamento voltou, esta segunda-feira (27 de novembro de 2023), a chumbar um teto para o aumento das rendas, tendo o Governo explicado que o objetivo é estabilizar o mercado perante críticas do PCP e BE pela falta de respostas para a “situação dramática” dos inquilinos. Paralelamente, foi aprovada a redução de 40 euros na retenção na fonte do IRS para trabalhadores por conta de outrem que vivem em casa arrendada. Em causa está a votação na especialidade do Orçamento do Estado (OE2024), sendo que a votação final global da versão final do documento está agendada para esta quarta-feira.
"Não acredito no desaparecimento dos escritórios"
A pandemia trouxe muitas alterações no segmento de escritórios. O teletrabalho ganhou força e as empresas, atentas a este fenómeno, reinventaram-se e adotaram, em muitos casos, o trabalho híbrido como regra. Mas será que a tendência veio para ficar? “Não acredito no desaparecimento dos escritórios, mas sim na transformação da sua função. O escritório torna-se ainda mais uma ferramenta de convívio, socialização e cultura da empresa, podendo contribuir para o recrutamento dos melhores candidatos”, diz ao idealista/news Swan Sallmard, Partner da South, empresa de gestão de ativos imobiliários que em Portugal tem mais de 250.000 metros quadrados (m2) de escritórios sob gestão no segmento prime, num total de 25 edifícios.
Viver sozinho? Arrendar um estúdio custa o dobro de um quarto
Quem vai viver sozinho tem uma primeira preocupação central: conseguir um espaço para viver a um preço compatível com o seu rendimento. Mas o acesso à habitação é uma tarefa cada vez mais difícil sobretudo nos grandes centros urbanos, seja para quem passe por um divórcio ou separação, seja para os estudantes e profissionais deslocados. Muitos enfrentam um dilema na hora de escolher uma casa para habitar: arrendar um estúdio para morar sozinho ou optar por arrendar um quarto numa casa partilhada? As diferenças económicas entre os dois são expressivas, uma vez que a privacidade de um estúdio acaba por sair duas vezes mais cara do que arrendar um quarto, mostram os dados mais recentes do idealista.