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A saturação dos hospitais, devido à pandemia causada pelo novo coronavírus, está a transformar vários espaços desportivos, culturais e até escolas, pelo mundo, em hospitais de campanha para albergar doentes.
Neste tempo de distanciamento social por causa da pandemia do coronavírus, como se podem continuar a celebrar contratos de compra e venda de imóveis, que implicam o cumprimento de um conjunto de formalidades? E que impactos poderá ter o atual contexto económico desencadeado pelo COVID-19 nos negócios entretanto alcançados, mas ainda não formalizados? Atento o cenário de “quase total” paralisação imposto pelo estado de emergência decretado, que afeta drasticamente o setor imobiliário, a resposta a estas questões não é evidente. Mas há que tomar medidas que acautelem os negócios e que evitem potenciais situações de incumprimento de obrigações ou perda de direitos. A PLMJ esclarece como, com fundamentos jurídicos.
A maioria dos consumidores contratou créditos à habitação a mais de 25-30 anos. Este é um prazo muito alargado – e que representa muito dinheiro em juros –, pelo que justifica rever periodicamente se há possibilidade de melhorar as condições conseguidas inicialmente, aquando da celebração do empréstimo para a compra de casa.
A pandemia do novo coronavírus e o consequente Estado de Emergência declarado pelo Presidente da República tirou os portugueses da rua e confinamento passou a ser palavra de ordem. Lisboa, por exemplo, está agora mais “deserta” que nunca. Mas há uma forma de “matar” saudades. Como? Fazendo uma visita virtual pela capital quando a cidade ainda tinha (muita) gente.
A pandemia do novo coronavírus “obriga” o Governo a “mexer” na lei e a mudar algumas regras que estavam em vigor, como forma de responder à crise económica e, paralelamente, dar resposta aos consumidores mais vulneráveis financeiramente. No artigo de hoje da rubrica Deco Alerta contamos-te tudo sobre a penhora de salários na sequência de dívidas fiscais, que deixa de estar em vigor.
O prazo para a marcação de férias termina, habitualmente, a 15 de abril, mas o Governo decidiu adiar o prazo, face ao estado de emergência e contexto atual provocado pela pandemia do novo coronavírus. A nova data é 27 de abril.
As maiores fortunas do planeta estão a fazer doações para a compra de material sanitário em todo o mundo e a oferecer às instituições públicas as suas plataformas logísticas para acelerar os envios, bem como os seus sistemas de inteligência artificial para encontrar uma vacina contra o cor
A APR – Associação Portuguesa de Resorts veio propor medidas adicionais ao Governo para combater a crise provocada pala pandemia, nomeadamente a isenção ou diferimento dos impostos e obrigações acessórias que “sobrecarregam o setor do imobiliário”, como o IMI e IMT.
Com o avanço tecnológico e a digitalização da economia, já nos é possível aceder a uma série de serviços online e resolver questões burocráticas, de uma forma cómoda e segura, sem sair de casa.
A responsável pelo segmento residencial da JLL, Patrícia Barão, em entrevista ao idealista/news, destaca que na cidade do Porto continua a notar-se um grande dinamismo no segmento residencial, e que a atividade continua a ser semelhante ao período anterior à quarentena, devido à pandemia provocada pelo Covid-19.
A construtora portuguesa Mota-Engil, que está presente em cerca de 30 países e emprega 32 mil trabalhadores, estabeleceu um acordo com a empresa norte-americana Global Rescue, que assegura serviços de evacuação médica e de segurança. Uma parceria que visa responder ao escalar da pandemia do novo coronavírus.
O regime de emergência nacional, decretado por causa da pandemia e que foi entretanto prolongado, trouxe consigo inúmeras medidas excepcionais, algumas delas que têm um efeito imediato na vida das empresas e das famílias. Para ajudar a entender tudo melhor e a preparar o país para dar a volta a esta crise, arrancamos hoje com um consultório jurídico sobre o Covid-19. A PLMJ vai analisar, num artigo para o idealista/news, os desafios legais - e também operacionais - do coronavírus, focando-se nos impactos no imobiliário.
A crise provocada pela pandemia do Covid-19 pôs em risco um dos projetos hoteleiros mais esperados em Madrid em 2020: o novo hotel do craque português Cristiano Ronaldo.
A proposta de lei do Governo que estabelece uma flexibilização no pagamento das rendas, para conter os efeitos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, foi aprovada esta quinta-feira, 2 de abril, no Parlamento, com voto favorável do PS e abstenção dos restantes partidos.
O Estado de Emergência foi prolongado por mais 15 dias, como era expectável, estando agora em vigor até dia 17 de abril. O objetivo é claro: travar a propagação do novo coronavírus. Depois de António Costa antecipar algumas das medidas que foram aprovadas em Conselho de Ministros, Marcelo Rebelo de Sousa falou ao país, após assinar o diploma. Destaque para o facto das pessoas não se poderem deslocar para fora do seu concelho de residência entre 9 e 13 de abril, ou seja, durante a Páscoa.
A compra e venda de imóveis e a formalização de créditos à habitação estão entre as atividades afetadas pela crise do coronavírus. A quarentena forçada está, de resto, a atrasar as escrituras que não sejam consideradas urgentes, mas há alternativas.
O novo coronavírus chegou de repente, propagou-se rapidamente e está a deixar grandes marcas na economia. Em Portugal e no mundo. O setor imobiliário é um dos que está a “apanhar por tabela”, mas os promotores que estão a desenvolver projetos a nível nacional - à semelhança das agências imobiliárias - prometem não atirar a toalha ao chão. Pelo contrário, mostram-se confiantes e otimistas quanto ao futuro, e consideram que os investidores que têm apostado em Portugal vão continuar a fazê-lo, mesmo que atualmente estejam menos ativos, por força das circunstâncias. O idealista/news foi perceber como o setor da promoção imobiliária está a reagir ao Covid-19 e o que está a fazer para manter vivo o negócio.
Atualmente os nossos dias parecem uma montanha russa de emoções, numa oscilação constante entre o otimismo e a tristeza, agudizada pela distância de familiares e amigos. Mas uma coisa é certa: esta espera, por mais longa que seja, vai acabar.
Vivem-se momentos conturbados a nível económico em Portugal e no mundo, e o setor imobiliário também está a sentir os efeitos da crise criada pela pandemia do novo coronavírus. Mas os investidores imobiliários mantêm o otimismo, mostrando vontade de continuar a investir. Segundo um questionário realizado pela Worx Real Estate Consultants, 89% dos investidores prevê realizar operações de investimento até final do ano.
A moratória das rendas proposta pelo Governo, por causa do Covid-19,vai ser discutida e votada esta sexta-feira, 3 de abril, no Parlamento. O diploma tem o apoio de base dos partidos, que não irão propor grandes alterações ao documento.