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Mente sã, corpo são (já dizia o ditado). E agora que estamos confinados em casa, por causa do coronavírus, esta mensagem torna-se ainda mais importante. A ansiedade e stress tendem a aumentar por estes dias, e podem servir de catapulta à compulsão alimentar.
Os tempos de confinamento trouxeram desafios vários às populações e economia. Mas mesmo neste cenário de pandemia, e no que toca ao imobiliário, é preciso mais que nunca mostrar todo o potencial dos imóveis e apostar na excelência da apresentação online.
As melhores decisões, nascem dos melhores dados. E transformá-los em informação útil, estruturada e fiável, com o objetivo de traçar estratégias e fazer negócios, é o grande desafio. No que toca ao imobiliário, há algo que é crítico saber: o perfil da procura de quem quer comprar ou arrendar casa. Apresentamos agora o resultado do raio-x feito ao mercado residencial em Portugal, pelo idealista, e que agora se vê impactado pelo Covid-19.
A atual situação de saúde pública relacionada com o Covid-19 e as medidas adotadas nessa sequência impactam, de forma alargada, todos os setores da economia.
Os números do desemprego em tempos de Covid-19 são “assustadores”. Em duas semanas, nos primeiros 15 dias de abril face ao final de março, o número de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) subiu 10%, tendo passado de 321 mil para 353 mil (mais 32 mil pessoas). Trata-se de um aumento percentual que supera qualquer outro mês inteiro desde 1978. Ou seja, é a subida mais alta de sempre.
A Apple e o Google anunciaram recentemente uma parceria para ajudar governos e autoridades de saúde a monitorizar a propagação da pandemia do novo coronavírus, bem como alertar os utilizadores interessados quando estão próximos de alguém infetado com o Covid-19. Uma iniciativa que pode não te pernas para andar em Portugal, já que a medida pode ser inconstitucional.
Os fins de semana não têm de ser todos iguais, só porque estamos confinados em casa, por causa do coronavírus.
O imobiliário em Portugal foi contagiado pelo Covid-19. Com diagnóstico ainda reservado, há, porém, boas perspetivas de recuperação.
Deixar os planos de férias de verão em ‘stand by’. É isso que a presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula von der Leyen, pede às populações, na impossibilidade de neste momento se fazerem previsões fiáveis sobre o comportamento da pandemia do novo coronavírus a médio e longo prazo.
Nova Iorque é o epicentro da pandemia de coronavírus nos EUA, onde se regista a maioria dos casos em todo o planeta. A cidade mais populosa do país tornou-se o maior expoente do confinamento dos cidadãos.
Portugal tem tudo para continuar a ser um destino de preferência para viver e investir. Esta é a convicção de Rafael Ascenso, diretor geral da Porta da Frente | Christie’s.
Num mês, em março face a fevereiro, a procura por escritórios virtuais aumentou 38% no Avila Spaces, centro de negócios líder de inovação no mercado dos espaços de trabalho flexíveis em Portugal – tem atualmente 491 clientes ativos na modalidade de escritório virtual nos seus dois centros em Lisboa, na Avenida da República e na Avenida João Crisóstomo.
A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas no setor imobiliário, nomeadamente no segmento da construção. Mas as promotoras imobiliárias não atiram a toalha ao chão e estão a combater o Covid-19 com todas as armas que têm ao seu alcance, havendo muitas obras que prosseguem o seu ritmo. Há, no entanto, cuidados a ter em conta durante a realização dos trabalhos. Fica a saber quais são.
A grande maioria dos portugueses (84,8%) continua, de alguma forma, a fazer compras em super/hipermercados, sendo que apenas 3,4% das pessoas deixaram completamente de o fazer. Esta é uma das conclusões a retirar do Publivaga, um estudo realizado de forma regular pela Marktest – por telefone, a 300 indivíduos dos 15 aos 74 anos, residentes em Portugal Continental, entre 24 e 30 de março de 2020, ou seja, em plena pandemia de novo coronavírus.
Com milhões de europeus em teletrabalho, a iad – presente em Portugal, França, Espanha e Itália – adaptou-se rapidamente para manter a sua atividade e, sobretudo, intensificar o contacto com os seus mais de 10.000 consultores imobiliários independentes. Nesse sentido, tem várias atividades a decorrer, como por exemplo as ações Good Morning iad e iad Business Meetings. O objetivo é minimizar os impactos na atividade devido à pandemia do novo coronavírus.
Chama-se Recovery Readiness Task Force (RRTF) e é um grupo de trabalho criado pela Cushman & Wakefield (C&W) para preparar as empresas para o regresso às suas atividades depois da pandemia de Covid-19. A consultora imobiliária anunciou ainda o programa Six Feet Office, que apresenta conceitos e ferramentas para garantir a distância social nos escritórios, um projeto desenvolvido pelo escritório da empresa na Holanda.
Os trabalhadores independentes que registem quebras na atividade têm até ao dia de hoje, 15 de abril de 2020, para pedirem o apoio financeiro extraordinário à Segurança Social incluído no pacote de medidas do Governo para combater a pandemia de Covid-19. O valor da ajuda varia consoante os rendimentos declarados à Segurança Social, nos últimos 12 meses - é atribuída por um mês, sendo renovável mensalmente até seis meses.
Chama-se 360hyper e é um supermercado 100% online que nasce em tempos de pandemia. “Somos uma empresa portuguesa – do mesmo grupo da empresa 360imprimir – que tem como objetivo oferecer aos seus clientes opções que satisfaçam as suas necessidades de alimentação, limpeza do lar e higiene pessoal. Temos como missão ajudar as famílias portuguesas através da distribuição de produtos alimentares e bens essenciais”, lê-se no site da empresa.
Portugal parece estar a ser um “bom aluno” no que toca à gestão da pandemia do novo coronavírus, segundo alguns especialistas. Este comportamento positivo está, de resto, a ser benéfico para a manutenção das atenções dos investidores internacionais, que continuam a manter o imobiliário nacional debaixo do radar.
A pandemia global do coronavírus está a tocar tudo e todos, de uma forma ou outra. As autoridades antecipam um ano de recessão económica global, que contrasta com o momento que se vivia antes do rebentar desta crise mundial de origem sanitária. Em Portugal, por exemplo, nos dois primeiros meses do ano, a banca emprestou perto de 2 mil milhões de euros para a compra de casa - quase o mesmo que em anos como 2012 ou 2013, quando a troika estava no país.