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Resultados da pesquisa
O Banco de Portugal (BdP) decidiu aliviar algumas regras para a concessão de crédito pessoal às famílias, dado ao contexto atual e à crise provocada pelo novo coronavírus. O regulador vai permitir que os clientes em dificuldades fiquem dispensados do pagamento regular das prestações nos créditos que forem agora contraídos.
A pandemia do novo coronavírus chegou, mas veio sem “manual de instruções”. E o mundo ainda está a tentar adaptar-se e a perceber qual será melhor forma de gerir o dia a dia e as rotinas, bem diferentes de antes, sobretudo para evitar o contágio.
Os investidores imobiliários, nacionais e sobretudo estrangeiros, foram uma força motriz da economia portuguesa nos últimos anos. Agora, em plena crise gerada pela pandemia global do Covid-19, querem ter uma palavra a dizer no rumo que o país está a tomar, de forma a que o mundo dos negócios volte a girar. E para isso, representados pela APPII - Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, desenharam um pacote de medidas que, no seu entender, devem tomadas pelo Governo e demais autoridades na área da promoção e do investimento imobiliário. O idealista/news teve acesso ao manifesto completo, que agora reproduz na íntegra.
Na terça-feira, dia 24 de março de 2020, havia na Alemanha mais de 25.000 pesssoas infetadas com o novo coronavírus, o quinto maior número de casos no mundo. A taxa de mortalidade da Alemanha era, no entanto, de apenas 0,4%, bem menos que em Itália e Espanha, por exemplo. A justificação para o facto do Covid-19 ser menos mortal na Alemanha é a existência de muitos pacientes jovens.
A pandemia do novo coronavírus está a afetar a economia um pouco por todo o mundo, e Portugal não é exceção. E o setor imobiliário está também a “sentir o abalo” causado pelo Covid-19. Mas “o interesse pelo mercado imobiliário português não desapareceu”, adianta José Cardoso Botelho, diretor-geral da Vanguard Properties (VP), umas das promotoras estrangeiras que mais tem investido no país.
Para situações extraordinárias, medidas extraordinárias.
Os efeitos da pandemia do coronavírus fazem-se sentir em todo o setor imobiliário. E o segmento de escritórios não foge à regra. Mas o mercado – e as empresas – pode (e deve) aproveitar esta fase para descobrir oportunidades, revela Pedro Salema Garção, Head of Agency da Worx. Segundo o responsável, “o facto de grande parte da população estar a trabalhar remotamente vai mudar o paradigma da procura de imóveis”. Uma “tendência que será adotada por algumas empresas ao perceberem que funciona”, conta.
O Governo decidiu criar um novo regime de lay-off, na sequência da pandemia do novo coronavírus, garantindo aos trabalhadores das empresas mais afetadas o pagamento de, pelo menos, dois terços da sua remuneração. Desse valor, 70% é assegurado pelo Estado, o que alivia os gastos despendidos em termos salariais pelas empresas.
A construtora Mota-Engil doou 17 mil fardas protetoras para serem usadas por profissionais de saúde do Hospital de São João, no Porto, e do Centro Hospitalar de Lisboa Norte. Uma iniciativa solidária que visa ajudar ao combate da epidemia do novo coronavírus.
As vendas de casas registadas na China apontam para uma recuperação provisória, depois do colapso provocado pela pandemia do coronavírus. As vendas diárias cairam 99,7% desde o primeiro dia que se decretou o surto, até aos mínimos alcançados em fevereiro, segundo dados da Capital Economics y Knight Frank. A China vai colocar termo à proibição de saída aos residentes de Wuhan (o "berço" da pandemia internacional) a partir de 8 de abril de 2020, após quase três meses de confinamento.
Depois das moratórias aprovadas para o crédito à habitação, em vários países da Europa, chega a discussão à volta de um procedimento semelhante no se refere às rendas das casas.
Em 2019, os preços das casas aumentaram a uma média de 9,6%, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Há, pelo menos, 50 países ou territórios que decidiram confinar as populações para tentar travar a propagação do Covid-19.
Estamos atualmente a enfrentar um desafio gigantesco. Uma batalha global contra um inimigo invisível capaz de fazer parar o mundo, que chegou às nossas vidas sob a forma de vírus (Covid-19), forçando-nos a ficar em casa – por tempo indeterminado.
A pandemia do novo coronavírus está a ter impacto em toda a sociedade, e a religião não é exceção: as missas públicas foram suspensas, as catequeses adiadas e os funerais amputados de cortejos e pessoas, por exemplo. O Covid-19 abre a porta, no entanto, a uma oportunidade, a da Igreja se tornar verdadeiramente comunitária.
Trabalhar em casa, ou teletrabalhar, faz parte do dia a dia de muitos portugueses, que a isso ficaram “obrigados” por causa da pandemia do novo coronavírus. O outro lado da moeda é que os gastos domésticos disparam, bem como os de alimentação. Mas há formas de minimizar estes gastos e de evitar que as faturas subam em flecha. Contamos-te tudo no Deco Alerta de hoje.
Thierry Breton, Comissário Europeu de Política Digital, propôs às plataformas de streaming limitar as opções de alta definição (HD ou 4K) e oferecer aos utilizadores apenas SD, para reduzir o tráfego na Internet. O idealista, consciente da importância de “libertar” a rede neste momento de crise, junta-se a esta iniciativa, tendo reduzido a sua largura de banda em cerca de 15% nas imagens dos anúncios, como medida de poupança para os utilizadores.
Tens gatos, cães ou outro animal de estimação? E muitas perguntas sobre o coronavírus? Há um portal português, o ANIMALAR, que nasceu com o objetivo de dar resposta às muitas dúvidas dos donos dos amigos de quatro patas.
Os serviços municipais de urbanismo das câmaras municipais de Lisboa e do Porto continuam a funcionar, embora respeitando, claro, as medidas de segurança impostas na sequência da pandemia do novo coronavírus.
O Governo decidiu suspender a contagem dos prazos dos contratos de arrendamento ou das suas renovações, para proteger os inquilinos naquele que é um período excecional de restrições à circulação de pessoas, dada a situação epidemiológica provocada pela doença Covid-19. Na prática, os contratos de casas que estivessem prestes a caducar, nos próximos meses, serão prolongados.