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O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) começará a divulgar um mapa semanal sobre a situação da pandemia do novo coronavírus na Europa. O mapa é baseado nos dados reportados pelos Estados da União Europeia (UE) ao Sistema Europeu de Vigilância (TESSy).
A casa tornou-se um refúgio para a maior parte dos portugueses onde, devido ao confinamento, nos vimos obrigados a passar mais tempo. Para a grande maioria, a casa é o espaço associado sobretudo à família, mas também ao descanso e ao conforto. E se é verdade que as casas se transformaram por causa da pandemia da Covid-19, e passaram a ser muito mais do que o espaço onde chegamos ao fim do dia de trabalho - para quem não está desempenhar funções remotamente - , atualmente sete em cada dez portugueses procuram sair dela todos os dias.
O Governo está a preparar-se para alargar o apoio à retoma progressiva, que veio substituir o lay-off simplificado – criado no âmbito das medidas extraordinárias para o combate à Covid-19 e que acabaria em dezembro de 2020 – ao próximo ano. E admite, mesmo, “ir mais longe” nos apoios às empresas “se necessário”. As palavras são do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Siza Vieira, que se mostrou disponível para dar continuidade ao programa, no final da reunião da concertação social esta quinta-feira, 15 de outubro de 2020, realizada para debater a proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).
O Governo estima que a economia portuguesa apenas recupere do "choque" da pandemia de Covid-19 em 2030, de acordo com o esboço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) entregue em Bruxelas.
Portugal entrou de novo em estado de calamidade, o mais grave antes do estado de emergência. O anúncio foi feito por António Costa esta quarta-feira (15 de outubro de 2020), no final do Conselho de Ministros, com o primeiro-minstro a reconhecer que a evolução da pandemia da Covid-19 em Portugal é “grave”. Foram oito as medidas/regras anunciadas pelo chefe de Governo, sendo que duas das recomendações sugeridas, o uso de máscara na via pública (nos momentos em que há mais pessoas) e a utilização da aplicação Stayaway Covid (em determinadas situações/contextos), podem vir a assumir carácter obrigatório.
A Visabeira ainda não sentiu grande alteração no seu negócio, nem ao nível de preços nem de procura, sendo que os empreendimentos continuam a ser vistos como um investimento seguro a médio-longo prazo, destaca Jorge Costa, administrador da Visabeira Turismo, Imobiliária e Serviços, em entrevista ao idealista/news.
Os preços dos imóveis aumentaram nos EUA durante a pandemia da Covid-19 e, ao contrário da perceção popular, as subidas foram sentidas em todas as áreas: nas suburbanas e rurais, mas também nas urbanas. A conclusão é de um estudo agora revelado pelo Barclays.
As máscaras de proteção respiratória e o gel desinfetante cutâneo vão continuar sujeitos à taxa reduzida do IVA no próximo ano, de acordo com a versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado para 2021 (OE 2021). Esta solução integra o leque de medidas excecionais e transitórias decididas pelo Governo no âmbito do combate à pandemia da Covid-19, sendo que a sua integração no OE permite prolongar a vigência para 2021.
Ao contrário de outros anos, poucas mudanças se antecipam, para 2021, em termos de fiscalidade com impacto no imobiliário em Portugal, registando-se uma espécie de acalmia fiscal num contexto de crise, gerado pela pandemia da Covid-19.
Paciência é coisa que muitos casais perderam em tempos de pandemia da Covid-19. São, afinal, muitos dias (e meses) a trabalhar em casa e a tentar conciliar da melhor forma possível a vida profissional com a amorosa. Mas nem sempre corre bem e dá-se a tão indesejada gota de água. A verdade é que os divórcios dispararam nos últimos meses: foram decretados 3.862 entre 1 de julho e 30 de setembro, mais 235 que no mesmo período do ano passado.
Um pequeno município da região de Calatayud (Saragoça), na vizinha Espanha, está determinado a combater o fenómeno da desertificação.
A pandemia continua a deixar marcas na economia, nomeadamente no segmento da realização de eventos. E o setor imobiliário é um dos afetados, com o sucessivo adiamento e/ou cancelamento de importantes feiras. É o caso, por exemplo, do Salão Imobiliário do Porto (SIP), do MIPIM, a maior e mais importante feira imobiliária do mundo, e da Expo Real, o maior evento do setor na Europa. De “portas abertas” ao público esteve, recentemente, o SIL, que se realizou em conjunto com a Tektónica e com a Intercasa – decorreu no pavilhão 1 da FIL, em Lisboa, em formato híbrido.
A edição deste ano (a 23ª) do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que se realizou em conjunto com a Tektónica - Feira Internacional de Construção e Obras Públicas e com a Intercasa - Living & Design e que terminou domingo (11 de outubro de 2020), “superou as expetativas”, revela a Fundação AIP, proprietária da Feira Internacional de Lisboa (FIL), onde decorreu o evento – desta vez, devido à pandemia da Covid-19, em formato híbrido e apenas num pavilhão.
A proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) foi entregue pelo Governo na Assembleia da República esta segunda-feira, 12 de outubro. Este ano, e mais que nunca, este documento torna-se decisivo para a retoma económica do país, nomeadamente para a evolução das finanças públicas, e rendimentos das famílias e empresas, assolados pelos efeitos negativos da pandemia da Covid-19. Entretanto, foram sendo conhecidas algumas das “linhas mestras” do OE2021 através das quais o Executivo liderado por António Costa pretende “dar a volta” à crise. Eis um resumo do que se sabe até agora.
A cozinha é a divisão da casa que pode evocar mais emoções - é o ponto de entro do dia a dia. Afinal, é aqui que a maioria das famílias se reúne para partilhar refeições e, sobretudo, para partilhar uma boa conversa.
Um inquérito da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) revela que mais de metade dos inquilinos na capital deixaram de pagar a renda logo a partir do mês de abril e nos meses seguintes, por causa da pandemia.
A proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) chega ao Parlamento esta segunda-feira (dia 12 de outubro de 2020) e contempla um vasto leque de medidas que se irão revelar fundamentais para a evolução das contas públicas, rendimento das famílias e recuperação das empresas, naquele que é um ano atípico e marcado pela crise provocada pela pandemia. A proposta deverá ser votada na generalidade dia 28 de outubro e em votação final global a 26 de novembro de 2020.
Nem as dificuldades causadas pelo novo coronavírus travaram o investimento em imobiliário comercial. E este já é considerado, de resto, um dos melhores anos de sempre neste segmento: entre janeiro e setembro de 2020, foi atingido um novo máximo de 2.330 milhões, representando um crescimento de 36% face a igual período do ano passado, segundo dados revelados pela Cushman and Wakefield (C&W). O volume de investimentos previstos até ao final do ano deverá rondar os 2.700 milhões – trata-se de um decréscimo em relação a 2019, mas ainda assim será um terceiro máximo histórico.
O Castilho 203, um edifício “super premium” localizado no centro de Lisboa, onde o astro do futebol, Cristiano Ronaldo, terá comprado aquele que é o apartamento mais caro alguma vez vendido em Portugal – por 7,2 milhões de euros – foi “estrela” nos Prémios SIL do Imobiliário 2020. O empreendimento de luxo, promovido pela Vanguard Properties, conquistou dois galardões: “Melhor Empreendimento Imobiliário” e “Melhor Reabilitação Urbana” na categoria Habitação. O projeto foi assinado pelo estúdio ARX Arquitectos.
Entre 27 de março e final de agosto, os bancos receberam pedidos para moratórias relativas a 787.807 contratos de crédito, tendo sido aplicada esta medida a 726.996 contratos, divulgou o Banco de Portugal (BdP) na Sinopse de Supervisão Comportamental. De referir que a maioria dos contratos de crédito abrangidos pelas moratórias (42,9%) são relativos a empréstimos para habitação própria permanente e outros créditos hipotecários.