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Itália está a preparar legislação para ajudar as famílias e as pequenas empresas a comprarem empréstimos antigos que entraram em incumprimento, num contexto de subida de taxas de juro. Em concreto, o executivo italiano de extrema-direita liderado por Giorgia Meloni está a finalizar uma nov
Os analistas preveem que o BCE vai voltar a subir os juros, apesar dos receios sobre recessão na zona euro, aumentando a pressão sobre quem tem empréstimos indexados às Euribor e as reestruturações de créditos habitação.
A rápida subida de juros no crédito habitação colocou muitas famílias em dificuldades financeiras. E para atenuar os efeitos da subida das prestações da casa, o Governo avançou com medidas, criando novas regras para renegociar os empréstimos e a bonificação dos juros. Agora, o Governo admite ajustar estas medidas de apoio ao crédito habitação e até avançar com novas medidas complementares.
O Banco Montepio vendeu à CarVal Investor duas carteiras de crédito malparado e imóveis em 2015, que resultou na perda de 12 milhões de euros para a instituição financeira.
Há mudanças à vista na concessão de novo crédito habitação em Portugal, de forma a permitir que mais pessoas possam recorrer a financiamento bancário na hora de comprar casa. Em causa estão alterações no cálculo da taxa de esforço, que devem avançar ainda este ano, revelou a vice-governadora do Banco de Portugal (BdP), Clara Raposo.
O aperto da política monetária pelo Banco Central Europeu (BCE) tem-se traduzido num aumento das taxas Euribor, às quais estão indexados os créditos habitação de taxa variável.
O banco Montepio vendeu cerca de 7.000 imóveis em cinco anos, entre 2018 e 2022, tendo arrecadado 900 milhões de euros com estas transações. Já este ano, no primeiro trimestre, a entidade financeira “desfez-se” de outros 250 ativos.
Depois da venda do projeto Harvey ter caído por terra, o Novo Banco está novamente empenhado em vender as suas carteiras de crédito malparado. Mas desta vez de forma individualizada. Para já, o banco liderado por Mark Bourke quer vender a dívida de 37 milhões de euros que tem como garantia o hotel Eurostars Oasis Plaza, também conhecido como o hotel “Titanic” da Figueira da Foz.
O sistema financeiro português está (ainda) de boa saúde - mais forte do que na crise do subprime em 2007 -, a situação financeira das famílias melhorou na última década e o desemprego está baixo, mas há um risco a pairar sobre a banca nacional e a economia do país: a alta exposição das famílias ao
O Tribunal de Contas Europeu (TCE) instou o Banco Central Europeu (BCE) a “redobrar os esforços” de supervisão da gestão dos riscos de crédito, nomeadamente o de não pagamento dos empréstimos, alertando para o aumento do malparado.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu a constituição de uma reserva de capital destinada a reforçar a resiliência da banca portuguesa face aos “riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário”. “Para reforçar a resiliência do setor bancário face aos riscos macrofinanceiros da exposição ao setor imobiliário, as autoridades portuguesas poderiam considerar a introdução gradual de uma reserva de capital de risco sistémico setorial, desde que se evitem efeitos pró-cíclicos”, lê-se no relatório da missão do FMI a Portugal ao abrigo do Artigo IV, divulgado esta terça-feira (9 de maio de 2023).
O Presidente da República considera essencial uma reflexão sobre crédito habitação em matéria de prazos, taxas e prestações, salientando as nefastas consequências sociais resultantes da subida dos juros e o atual período positivo da banca.
Os lucros dos bancos estão a ser beneficiados pelas altas taxas de juro nos empréstimos e lenta subida nos depósitos, segundo analistas contactados pela Lusa, que avisam para o risco de algum crescimento a médio prazo do crédito problemático. Na semana passada, Santander Totta, Novo Banco e Montepio já apresentaram resultados e os lucros cresceram, alicerçados sobretudo na subida da margem financeira (a diferença entre os juros pagos nos depósitos e os juros cobrados no crédito).
“Portugal está no radar do investimento imobiliário”. “Portugal é um refúgio para os investidores imobiliários”. Estas são algumas das ideias que vários players do setor, entre eles mediadores, consultores e promotores, têm vincado ao longo dos últimos anos. E a verdade é que o país parece continuar a ser um destino apetecível, quer numa ótica de investimento particular, através da compra de casas, por exemplo, quer numa perspetiva institucional, com fundos que estão particularmente atentos a negócios imobiliários em solo nacional. Continuará a ser esta uma tendência, em tempos conturbados como os que se vivem, marcados por inflação alta e taxa de juros a subir? A resposta a esta e outras perguntas é dada por quem anda no terreno, os promotores imobiliários.
A procura de crédito habitação diminuiu no último trimestre do ano devido à menor confiança dos consumidores e ao aumento das taxas de juro, segundo o Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito de janeiro do Banco de Portugal.
Também para os próximos meses os bancos esperam uma redução d
As dificuldades em refinanciar um edifício de escritórios em Londres (Reino Unido) ou a tensa venda do Commerzbank Tower em Frankfurt (Alemanha) são exemplos claros da mudança de ciclo no mercado imobiliário europeu, que é marcada pelas crescentes dificuldades na obtenção de crédito face à rápida subida das taxas de juro. Hoje, os investidores estão a enfrentar a maior mudança de ciclo do setor imobiliário na Europa, diz a Bloomberg. E estão também a aguardar os resultados da banca e a sua reação à possível subida do crédito malparado.
O espanhol Bankinter disse que não sinaliza como problemáticos clientes que renegoceiam créditos por subida das taxas de juro, ainda que exijam vigilância. Renegociações feitas ao abrigo do novo regime legal serão marcadas como "renegociação regular".
A subida dos juros no crédito habitação tem deixado muitas famílias em sobressalto.
Em Portugal, o mercado residencial manteve-se de pedra e cal ao longo de 2022, apesar dos desafios colocados pela guerra na Ucrânia. Mesmo com a alta inflação e a subida a pique dos juros no crédito habitação, as famílias continuaram a comprar casas e os preços das habitações foram subindo. Mas à medida que as taxas de juros sobem, o risco de correção de preços também aumenta. E, por isso, a Moody’s admite que os preços das casas podem cair até 3% em 2023.
A agência de rating DBRS atribui a perspetiva de "estável" à qualidade do crédito malparado em Portugal, o que significa que não espera uma degradação. Na análise divulgada sobre crédito malparado na Europa, a DBRS destacou o crescimento dos preços dos imóveis em Portugal, em 2022, mas considerou que há incerteza quanto à manutenção dos níveis dos preços do imobiliário este ano devido à subida das taxas de juro.