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A Câmara Municipal do Porto (CMP) foi “prestada a garantia bancária” relativa ao Fundo Imobiliário criado para demolir o bairro do Aleixo, o Fundbox, o que só aconteceu devido à intervenção de outro sócio do fundo, a Mota-Engil, que entregou uma contra-garantia.
A EDP continua a ser a marca portuguesa mais valiosa, estando avaliada – dados de 2017 – em 2.683 milhões de dólares, o que representa um crescimento de 15% face ao ano anterior. A completar o pódio encontram-se a Galp e o Pingo Doce, que valem 1.595 milhões e 754 milhões, respetivamente.
A construtora Ramos Catarino venceu o concurso para as obras de reabilitação da residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, Lisboa. A intervenção tem um valor global de 719.000 euros.
A Mota-Engil e o grupo nigeriano Shoreline celebraram esta terça-feira (10 de julho) - durante a Conferência EurAfrican, que decorreu no Centro de Congressos do Estoril - um acordo para a constituição de uma "joint venture" para operar naquele país africano, anunciou a construtora portuguesa.
O antigo Matadouro Industrial de Campanhã vai ser alvo de um projeto de reconversão. O investimento de quase 40 milhões de euros será suportado na íntegra pela Mota-Engil. Depois de há mais de 20 anos abandonado, ali vai nascer agora uma área para a instalação de empresas, galerias de arte, museus, auditórios e espaços para acolher projetos de coesão social. As obras arrancam em abril de 2019.
O presidente da Mota-Engil, António Mota, prevê a chegada de um novo ciclo de investimento ao mercado português que deverá atrair a atenção de muitas construtoras espanholas. Por outro lado, o responsável admite a entrada do grupo no negócio do imobiliário.
A Nacala Holdings, liderada por Gilberto Silveira Rodrigues, adquiriu 100% do capital do Grupo Ramos Catarino. O objetivo será o de manter os cerca de 30 milhões de faturação em Portugal e promover o crescimento no estrangeiro. O Grupo, dono da Elevo, quer prosseguir a “política de diversificação, consolidação e crescimento” das empresas "à escala global".
Em janeiro de 2013, o ex-ministro socialista demitiu-se da presidência executiva da Mota-Engil, invocando motivos pessoais. Desde aí, manteve a ligação ao grupo nortenho como consultor e agora está de volta à administração, juntamente com o embaixador Seixas da Costa.
A Lusoponte, concessionária das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, e o Lagoas Park, em Oeiras (Lisboa), são dois dos ativos que a Teixeira Duarte quer vender no âmbito do acordo fechado com a banca para reduzir o passivo bancário.
A Mota-Engil, empresa liderada por António Mota e por Gonçalo Moura Martins, anunciou a adjudicação de quatro novos contratos no valor de 225 milhões de euros. Um na Costa do Marfim, por 83 milhões, e três no Peru, no valor conjunto de cerca de 142 milhões de euros.
A Nacala Holdings, liderada pelos ex-diretores da Mota-Engil, Gilberto Rodrigues (75%) e Pedro Antelo (25%), anunciou na passada quinta-feira (28 de dezembro), a aquisição da totalidade do capital do grupo Opway. O valor da operação não foi revelado.
A Mota-Engil conseguiu financiar-se em 60,5 milhões de euros através de uma emissão de obrigações a cinco anos. O empréstimo termina em 2023 e tem uma taxa de juro anual de 4%. A oferta de subscrição de obrigações tinha um montante mínimo de subscrição de 100.000 euros e pretendia angariar, no máximo, 131,29 milhões de euros para a construtora.
A portuguesa Mota-Engil ganhou um contrato de 120 milhões de euros na Polónia. A encomenda em causa é relativa à construção de um troço de 14 quilómetros para a construção da autoestrada S7, que liga as cidades de Varsóvia e de Cracóvia.
A Mota-Engil anunciou a adjudicação de dois contratos em África avaliados em 520 milhões de dólares (440 milhões de euros). Trata-se de um contrato em Moçambique com um valor total de cerca de 445 milhões de dólares (376 milhões de euros) e de um outro em Angola por 76 milhões de dólares (64 milhões de euros).
A Nacala Holdings, liderada por dois antigos responsáveis da Mota-Engil África, Pedro Antelo e Gilberto Rodrigues, acabou de comprar o Grupo Elevo - que resultou da fusão da Edifer, Monte Adriano, Hagen e Eusébios - por um valor global de cerca de 90 milhões de euros.
A família Mota, através da F.M. – Sociedade de Controlo, reforçou a sua posição na Mota-Engil SGPS, passando a deter 64,67% do capital social da empresa. A informação foi confirmada pela construtora num comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O Governo gostaría de ver as empresas de construção que saíram do país com a crise, em busca de melhores condições no estrangeiro, regressarem às obras públicas em Portugal.
A construtora Mota-Engil acaba de ganhar a adjudicação e assinatura de um contrato de 210 milhões de dólares (cerca de 187 milhões de euros) com a Société AngloGold Ashanti de Guinée SA, uma subsidiária da AngloGold Ashanti Limited.
Um lote de quatro parcelas de terreno, com uma área total de 4.339 metros quadrados, acaba de ver vendido em hasta pública pela Câmara Municipal do Porto ao Fundo Especial de Investimento Imobiliário por 2,485 milhões de euros.
As três torres que restam no bairro do Aleixo, Porto, vão manter-se de pé até que o fundo imobiliário criado para demolir o complexo habitacional conclua as casas para realojar os moradores. A garantia foi dade pelo gabinete de comunicação da Câmara Municipal do Porto (CMP).