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Resultados da pesquisa
O Grupo Mota-Engil prepara-se para retirar a Mota-Engil África do mercado, isto apesar de desta apenas estar em bolsa há menos de um ano – começou a ser cotada na bolsa de Amesterdão (Holanda) em novembro de 2014.
Se as negociações em curso forem bem sucedidas, a Mota-Engil vai ganhar uma operação que envolve 14 unidades hidroelétricas no México. A construtora portuguesa está na corrida a um mega-contrato de 645 milhões de euros, sendo que o objetivo é arrancar com os trabalhos antes do final de 2015.
O setor da construção e do imobiliário em Portugal foi arrasado por um verdeiro "terramoto", de grande escala, a que só resistiram as grandes construtoras nacionais, como a Mota-Engil e a Teixeira Duarte. Nos últimos cinco anos, sem obras, nem crédito bancário, e muito endividadas, muitas foram as empresas que desapareceram, entraram em insolvência e foram obrigadas a reestruturar-se e a procurar soluções para continuar respirar à tona.
São cinco os grupos de construtoras nacionais na corrida à construção do novo terminal de cruzeiros do porto de Lisboa: Mota-Engil, Teixeira Duarte, AFA, Alves Ribeiro/Ramos Catarino e Ferreira Build Power/HCI. As propostas variam entre os 20 e os 30 milhões de euros, sendo que o valor de referência indicado pela Administração do Porto de Lisboa para esta obra ascendia a 22,7 milhões.
Américo Amorim continua a ser o homem mais rico de Portugal, com uma fortuna avaliada em 2.484,2 milhões de euros. Está, no entanto, mais pobre, já que “perdeu” cerca de mil milhões de euros face a 2014. A completar o pódio dos milionários estão Alexandre Soares dos Santos (1.763,2 milhões) e Belmiro de Azevedo (1.382,5 milhões).
A Mota-Engil foi afastada de uma obra que a própria construtora classificou como a maior empreitada desde a sua existência (cerca de 70 anos). Em causa está a construção de uma linha férrea e de um porto de águas profundas nos Camarões.
Assim que houver luz verde do Tribunal de Contas (TC), a Câmara do Porto notificará a Mota-Engil que terá depois 20 dias para realizar capital. Ou seja, para injetar no fundo imobiliário do bairro do Aleixo (Invesurb) os dois milhões necessários para que a operação urbanística seja retomada.
O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, prometeu que só haverá torres demolidas no bairro do Aleixo depois de construídas as casas novas. Dia 20 de julho, o polémico fundo imobiliário do Aleixo – Fundo Especial de Investimento Imobiliário (FEII) – começa uma segunda vida, com a expectável entrada da Mota-Engil.
A Mota-Engil vai emitir até 190 mil novas obrigações, com o valor nominal unitário de 500 euros e o valor global até 95 milhões de euros com maturidade até 2020. As novas obrigações da construtora vão ser colocadas no mercado através de duas operações: uma oferta pública de subscrição de novas obrigações e uma oferta pública de troca parcial e voluntária de obrigações de taxa fixa.
A Mota-Engil anunciou que a sua participada Ascendi – gere autoestradas em Portugal – vai constituir uma parceria com a Ardian, firma de private-equity europeia que tem nas infraestruturas um dos seus principais focos de investimento. Objetivo passa por investir 300 milhões de euros.
A Mota-Engil já assinou o contrato de empreitada no valor de 75 milhões de euros que visa a reparação de buracos, de passeios e lancis, a colocação de placas de sinais de trânsito, de tampas nas caixas coletoras de saneamento, entre outras coisas, na capital angolana.
O programa de modernização das escolas secundárias foi a verdadeira galinha dos ovos de ouro para o Grupo Lena. A construtora encaixou mais de 140 milhões com projetos da Parque Escolar, que sustentam agora parte dos indícios de corrupção invocados pela Justiça para deter o administrador Joaquim Barroca e o ex-primeiro-ministro José Sócrates.
A Mota-Engil foi escolhida pelo Governo angolano para construir a primeira fase do Plano de Revitalização dos Eixos Viários (PREV) de Luanda. Em causa está uma empreitada avaliada em quase 75 milhões de euros.
António Varela, atual administrador do BdP e apontado como futuro governador do regulador do sistema financeiro, tem vastos investimentos no setor da banca (incluindo acções, obrigações e fundos ligados a bancos).
A Mota-Engil ganhou a adjudicação “de vários contratos em África, América Latina e Portugal num valor global de 713 milhões de euros, dos quais cerca de 68% contratados com clientes privados, incluindo a empresa brasileira Vale, com a qual foram celebrados contratos num montante de 333 milhões de euros”.
O anterior presidente da comissão executiva do Grupo Semapa/Portucel recebeu 1,48 milhões de euros em 2014. José Honório, que entretanto renunciou aos cargos na papepeira, auferiu 590 mil euros através da Semapa e 893 mil euros da Portucel.
Em contra-ciclo com o setor da construção em Portugal, em termos gerais, o volume de negócios da Mota-Engil aumentou 100 milhões de euros entre 2013 e 2014. Já a carteira de encomendas da construtora do Norte atingiu mais de quatro mil milhões, com uma forte contribuição dos mercados da América Latina.
Depois de meses de incerteza e em vias de ser declarado insolvente, o Aleixo acaba de receber uma nova oportunidade. A Mota-Engil decidiu investir no Invesurb - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado, tornando-se assim acionista de referência da sociedade responsável pelo futuro dos terrenos do Bairro do Aleixo, no Porto. Em março serão conhecidos mais detalhes desta operação que vai viabilizar o projeto.
O consórcio liderado pela Mota-Engil Central Europe assinou um contrato na Polónia para a conceção e construção de um troço de 11,3 quilómetros de uma autoestrada no país por 62 milhões de euros.
O procurador Rosário Teixeira e a equipa da Autoridade Tributária que lideram a investigação da Operação Marquês estão a investigar as relações do ex-primeiro-ministro José Sócrates com a construtora brasileira Odebrecht, ligada a Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil.