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Premiada como uma das melhores alternativas de habitação na Bienal de Arquitetura de Nova Iorque, esta interessante casa apresenta-se como uma alternativa fantástica às opções mais convencionais, que podem ter uma grande variedade de usos. A chave na qual se baseia o seu sucesso é um sistema construtivo que permite grande flexibilidade e uma execução rápida e eficiente.
Em 2015, o The Number 6, em Turim venceu o prémio internacional "Edifício do Ano" do ArchDaily. Nessa altura, o antigo Palazzo Valperga Galleani, com uma fachada barroca, foi restaurado, conciliando o passado e a tradição, com o presente e modernidade. Agora, e passados vários anos, a penthouse do imóvel foi completamente renovada, adaptando os espaços às novas necessidades de uma família moderna.
Fazer compras online é uma tendência que está a ganhar força um pouco por todo o mundo, sendo uma prática que entrou na vida dos consumidores sem pedir licença com o inesperado aparecimento da pandemia da Covid-19, que em muito mudou a vida das pessoas. E a verdade é que é possível comprar praticamente tudo sem sair de casa. É o caso, por exemplo, de artigos de mobiliário, nomeadamente de escritório. Mas será que é possível devolvê-los, mesmo que não tenham defeitos? Como se deve proceder nesta situação? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Os indicadores de confiança dos consumidores e de clima económico voltaram a aumentar em fevereiro, tendo a confiança subido na indústria transformadora, comércio e serviços e recuado na construção e obras públicas. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (27 de fevereiro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O acesso à habitação em Amesterdão tornou-se uma verdadeira crise para o governo da cidade. O preço dos arrendamentos e a falta de oferta para comprar ou arrendar a um preço acessível, levou-os a tomar medidas como o congelamento de rendas abaixo dos 750 euros/mês, a aplicação de limites aos aumentos no mercado livre ou a proibição de compra como investimento no arrendamento. Além disso, comprometeram-se a construir 7.500 novas casas por ano, das quais cerca de 2.500 serão para arrendamento rotativo, com um período máximo de residência de 15 anos.
O Alojamento Local (AL) volta a estar no centro das atenções e envolto em polémica. O Governo anunciou alterações no arrendamento de casas de curta duração, com o programa “Mais Habitação” a prever, por exemplo, a proibição de emissão de novas licenças, com exceção dos alojamentos rurais em concelhos do interior do país. Dias antes de serem conhecidas as medidas, o idealista/news esteve à conversa com Eduardo Miranda, presidente da associação do setor, que revelou, entre outras coisas, que “a realidade do AL ainda é, e vai continuar a ser, de pequenos proprietários”.
Faz esta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, um ano que a guerra na Ucrânia eclodiu em solo europeu. E tudo mudou. Instalou-se uma crise energética tal que fez disparar a inflação para máximos de 30 anos, um cenário que levou os bancos centrais a iniciar a subida dos juros de referência mais rápida de sempre. Os impactos do conflito também foram sentidos no imobiliário, refletindo-se na subida dos custos da construção, dos preços das casas à venda, assim como do crédito habitação. Mas quem sentiu mais os efeitos da guerra foram mesmo as famílias ucranianas, que viram os seus lares a serem destruídos. Muitas decidiram fazer-se à estrada para fugir do conflito e escolheram Portugal para se refugiar. Os dados do idealista espelham bem essa realidade: a procura de casa para arrendar desde a Ucrânia em setembro de 2022 foi seis vezes superior à registada no mesmo mês de 2021 (e desde a Rússia triplicou).
Em 2021, o Algarve foi a segunda região da Europa com maior perda de riqueza face a 2019, ou seja, face ao período pré-pandemia. Apenas as ilhas Baleares, de Espanha, tiveram uma maior queda no PIB real durante os dois períodos em análise. Esta é uma das conclusões a retirar dos dados divulgados esta segunda-feira (20 de fevereiro), pelo Eurostat. Os mesmos indicam que a maior parte do território português tem um PIB per capita inferior a 75% da média europeia.
Um ano depois do estalar da guerra na Ucrânia, o custo total do cabaz básico atingiu agora um novo recorde, chegando aos 229 euros, registando uma subida de 25%, face aos 184 euros de antes. Ainda que os preços já viessem a subir desde o final de 2021, ainda em consequência da pandemi
À medida que as empresas se afastam dos espaços de escritórios amplos e antiquados e gravitam em direção a espaços de trabalho flexíveis, vão surgindo novas oportunidades para os proprietários comerciais.
Para dinamizar o aumento da oferta no mercado de arrendamento, o Governo quer obrigar os proprietários a colocar as casas no mercado. E, para isso, uma das medidas inscritas no Programa Mais Habitação passará por tomar posse administrativa dos imóveis, caso os proprietários não o façam voluntariamente. Para o primeiro-ministro, António Costa, “não é legítimo ter as casas vazias”, e recusa qualquer existência de inconstitucionalidade na regra.
Os padrões de trabalho muito mudaram depois da pandemia. Antes, cerca de 60% dos europeus nunca tinha tido a experiência de trabalhar a partir de casa. Mas, nos meses seguintes, esta percentagem caiu para menos de 40%, mostra estudo do Banco Central Europeu (BCE). O teletrabalho tornou-se, assim, num “novo normal” para milhões de europeus durante a pandemia. E depois? A verdade é que ter a possibilidade de trabalhar a partir de casa tornou-se num requisito para muitos. Um em cada três europeus quer ainda mais trabalho remoto do que a empresa dá. E muitos consideram mesmo mudar de emprego.
A dinâmica do arrendamento em Portugal tem espelhado bem a lei da oferta e da procura, que ajusta os preços das casas. A procura de casas para arrendar mais que duplicou em 2022, tendo absorvido a oferta disponível no mercado, de tal forma que, no final do ano passado, o stock de habitação atingiu o nível mais baixo desde 2019. Já os preços das casas para arrendar subiram a alta velocidade ao longo de 2022, tendo terminado o ano registando o valor médio recorde de quase 13 euros/m2, aponta relatório anual do idealista/data. O mesmo comportamento foi observado no mercado de Lisboa e do Porto.
Seguramente que já ouviste falar na “tese” de que a palavra crise significa oportunidade. Em todo o caso, a crise imobiliária é o embrião de algumas ideias de negócios que dão força a esse cenário, como por exemplo o nascimento do grupo português Discovery Hotel Management (DHM). “A nossa história é uma história de regeneração. Todos os hotéis que pertencem ao grupo eram hotéis falidos, alguns em construção, outros que fecharam durante a crise. Faz parte do nosso ADN: construímos e renovamos ativos existentes. O que a empresa fez foi agrupar esses hotéis, recuperá-los e abri-los. Hoje empregamos 1.300 pessoas”, explica Filipe Bonina, diretor de marketing do grupo.
O ano de 2022 foi marcado pelo eclodir da guerra na Ucrânia, que estremeceu uma economia ainda fragilizada pela pandemia. A inflação e os juros no crédito habitação escalaram, enquanto o poder de compra caiu. E como é que este novo contexto impactou o mercado residencial em Portugal? O setor deu provas de resiliência. Mas no final de 2022 já se sentiu um abrandamento da procura de casas para comprar, bem como do montante total concedido em crédito habitação. Já o mercado de arrendamento esteve particularmente dinâmico ao longo do ano passado, mostra o relatório anual do idealista/data de 2022.
O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, afirmou que a instituição vai aumentar ainda mais as taxas de juro, "provavelmente também depois de março", porque "a batalha contra a inflação ainda não terminou".
O impacto dos aumentos das taxas de juros que estão ser aplicados pelos bancos centrais para conter a escalada da inflação e restaurar a estabilidade de preços ainda não atingiu o mercado imobiliário. Esta é uma das leituras deixadas pelo último relatório publicado pela UBS sobre o setor, e no qual aponta as chaves que marcarão o caminho do imobiliário neste ano de incertezas.
Chama-se Ribeira D’Ilhas Villas e é um condomínio privado composto por oito villas exclusivas com piscinas e jardins privativos, além de uma ampla área verde comum com vista panorâmica para o oceano e equipada com sunset lounge, parque infantil e mini rampa de skate. O empreendimento, localizado a escassos minutos do centro da vila da Ericeira, chega ao mercado pela mão da Surfliving, empresa que integra um grupo brasileiro de promoção imobiliária e que irá investir três milhões de euros neste projeto.
Para os estrangeiros, Portugal continua a ser um destino de eleição para comprar ou arrendar casa. O clima ameno, a qualidade de vida, a segurança e os regimes fiscais atraem cada vez mais estrangeiros e nómadas digitais para viver e investir no país. A verdade é que nem a pandemia, nem a guerra na Ucrânia arrefeceram o interesse internacional em comprar casa em Portugal. E no mercado de arrendamento, registou-se ainda uma subida da procura internacional entre o final de 2019 e o final de 2022, uma dinâmica gerada, sobretudo, pelos cidadãos brasileiros, apontam os dados do idealista/data.
A reabertura das fronteiras na China após a política zero covid do governo chinês neste 2023 desperta mais uma vez o interesse dos principais destinos de investimento destes potenciais compradores de casas. Segundo a gigante imobiliária Juwai IQI, Austrália, EUA e Canadá são os destinos preferidos dos chineses para investir em imóveis residenciais.