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Critical TechWorks vai ocupar 10.000 m2 do K-Tower no Parque das Nações

Critical TechWorks vai ocupar 10.000 m2 do K-Tower no Parque das Nações

Um dos maiores contratos de ocupação de escritórios realizado nos últimos meses em Lisboa – e até no país - já foi fechado. Trata-se 10.000 metros quadrados (m2) do K-Tower, no Parque das Nações, que foram contratados pela Critical TechWorks, uma empresa que surge no seio da joint-venture criada entre o BMW Group e a Critical Software.
Parvalorem tem um terreno com 190.000 m2 e junto à praia em Porto Santo sem destino desde 2013

Parvalorem tem um terreno com 190.000 m2 e junto à praia em Porto Santo sem destino desde 2013

Há um enorme terreno na ilha de Porto Santo parado e/ou sem destino há mais de oito anos (desde 2013). Em causa uma área de 189.340 metros quadrados (m2) com potencial superior a 95.000 m2 para construções turísticas e com uma frente atlântica de 700 metros de praia. Uma propriedade que está na posse da Parvalorem, a sociedade estatal que “herdou” os créditos insolventes do ex-BPN e que é detida a 100% pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, do Ministério das Finanças.

DUUO sai do papel em setembro: são 280 casas na Praça de Espanha a pensar nos portugueses

Foi há pouco mais de dois anos que se soube que as empresas belgas BESIX Real Estate Development (BESIX RED) e Compagnie du Bois Sauvage tinham comprado dois lotes de terrenos com 34 mil metros quadrados (m2) na Praça de Espanha, em Lisboa, onde vão nascer 280 apartamentos. Sabe-se, agora, que o projeto residencial se chama DUUO e que vai sair do papel em setembro deste ano, após um investimento de 110 milhões de euros, mais 20 milhões que o inicialmente previsto. A primeira fase da comercialização arrancou esta quinta-feira (20 de maio de 2021) e, a ver pela pré-comercialização, que começou em maio, 90% dos compradores são portugueses, revelou Nicolas Goffin, diretor geral da BESIX RED em Portugal, adiantando que seis apartamentos terão piscina privativa. 

Luxo finta a Covid-19: imóveis de milhões vendidos em Vale do Lobo em plena pandemia

O segmento de luxo está a fintar a pandemia da Covid-19. Exemplo disso são os negócios feitos nos últimos tempos no exclusivo resort Vale de Lobo, no Algarve. As vendas de unidades imobiliárias aumentaram 60% em 2020 e continuam a acelerar este ano, “com as novas vendas a perfazerem mais que o dobro dos números do primeiro trimestre de 2020”, explica a empresa, em comunicado, adiantando que “a procura de um paraíso de bem-estar e a crescente tendência de trabalho remoto contribuem para o aumento do investimento imobiliário em Portugal”.
Ferrovia: obras e projetos de 700 milhões de euros entre Sines e fronteira com Espanha

Ferrovia: obras e projetos de 700 milhões de euros entre Sines e fronteira com Espanha

Um conjunto de intervenções ferroviárias entre Sines e a fronteira com Espanha está em obra ou em desenvolvimento, num global de 700 milhões de euros. “Isto é tudo aquilo que está previsto no Ferrovia 2020” e que envolve “um investimento global na ordem de 700 milhões de euros”, disse esta quarta-feira (19 de maio de 2021) o vice-presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), Carlos Fernandes, numa cerimónia em Alandroal (Évora).
Trabalhar no Porto com vista para o mar – Edifício Transparente ganha nova vida

Trabalhar no Porto com vista para o mar – Edifício Transparente ganha nova vida

Trabalhar no Porto com vista para o mar vai ser possível no renovado Edifício Transparante, localizado junto à orla marítima do Porto – Matosinhos e à entrada Poente do Parque da Cidade. Um imóvel, recorde-se, que em 2018 esteve para ser demolido. Vai agora acolher um espaço de ‘coworking’ com 650 metros quadrados (m2), estando a inauguração prevista para dia 1 de junho de 2021.
Oferta de casas até 100.000 euros não aumenta com a pandemia

Oferta de casas até 100.000 euros não aumenta com a pandemia

A oferta de casas até 100.000 euros em Portugal não cresceu com a pandemia da Covid-19, não se tendo verificado um aumento, pelo menos de forma expressiva como se poderia esperar. Em março de 2021, apenas 5,8% das casas anunciadas nas principais cidades do país tinham um preço inferior a 100.000 euros, enquanto no mês anterior ao início da pandemia (fevereiro de 2020), essa percentagem situava-se nos 6,2%, segundo um estudo realizado pelo idealista.
Volta ao mundo: preços das casas sobem em flecha durante a pandemia – compradores estão em pânico

Volta ao mundo: preços das casas sobem em flecha durante a pandemia – compradores estão em pânico

O cenário da pandemia da Covid-19 levou o mercado imobiliário global a preparar-se para o pior. O confinamento fechou negócios e muitas empresas não aguentaram e encerraram a atividade, deixando milhões de pessoas no desemprego. Face à redução de rendimentos, também foram várias as famílias a pedir moratórias de créditos à habitação. Os especialistas começaram a pintar um cenário negro, prevendo que o número de casas colocadas no mercado deveria aumentar ora pela impossibilidade de pagar os créditos, ora pela urgência em obter capital. Em resultado, seria de esperar que os preços das casas caíssem a nível global. Mas o que está a acontecer afinal?
Preços das casas no litoral sobem com a pandemia: aumentam 3,9% num ano

Preços das casas no litoral sobem com a pandemia: aumentam 3,9% num ano

Comprar casa no litoral de Portugal ficou mais caro com o aparecimento da pandemia da Covid-19. Um fenómeno que poderá ser justificado com o facto da procura de imóveis localizados fora dos centros das cidades ter aumentado. Segundo um estudo realizado pelo idealista, o preço das casas no litoral português aumentou 3,9% num ano – em abril de 2021 face ao mesmo mês do ano passado –, fixando-se o preço do metro quadrado (m2) em 1.371 euros.
Preços das casas dispararam e estão 31% acima dos rendimentos das famílias portuguesas

Preços das casas dispararam e estão 31% acima dos rendimentos das famílias portuguesas

Não é novidade que, ao longo dos últimos anos, os rendimentos das famílias portuguesas não estão a conseguir acompanhar a subida dos preços das casas, sobretudo nos maiores centros urbanos do país. Mas agora há dados mais concretos: entre 2015 e 2020 os preços da habitação subiram 31% mais que os rendimentos dos agregados, o que coloca Portugal na pior posição entre os 34 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).