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Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
O projeto de requalificação do Mercado do Bom Sucesso (MBS) já recebeu “luz verde” da Câmara do Porto e vai estar em obras durante 2021.
"Voltar a casa sem pensar... Deixar a luz entrar... Sem ter medo". A casa, sempre a casa. O porto de abrigo, o refúgio, o ninho, o berço, o tudo. Na música de Rodrigo Leão. E sempre. Ainda mais agora na pandemia, ao ganhar novas formas de expressão.
No ano passado foi criada uma lei que determina a proteção dos inquilinos durante a pandemia de Covid-19, suspendendo os efeitos das ações de despejo e de cessação de contratos de arrendamento.
O exercício físico continua a ser permitido ao ar livre de forma individual e persistem as dúvidas sobre a utilização de máscara durante uma corrida ao ar livre, por exemplo, uma vez que esta poderá interferir com a respiração.
As restrições à concessão de vistos gold – Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI), na sua designação oficial – só entram em vigor a partir de 1 de janeiro de 2022, mas o setor imobiliário está atento à situação, visto que o programa deixará de se aplicar à compra de imóveis nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, por exemplo. A pensar nisso, a imobiliária de luxo Portugal Sotheby’s Realty lançou uma campanha internacional (“Last call for Golden Visa”), para aproveitar os últimos meses de vistos gold.
As hortas urbanas continuam a espalhar-se um pouco por todo o país.
Os últimos 12 meses revolucionaram o mundo, a economia, os modos de vida e os mercados. A Covid-19 foi a grande protagonista de 2020, num ano marcado por grandes mudanças, a vários níveis, e que também impactaram o imobiliário. O país fechou-se em casa e muitos descobriram que o local onde viviam estava longe de ser o espaço ideal; outros decidiram ir viver para segundas residências, com a crescente afirmação do teletrabalho; e houve ainda quem decidisse pôr mãos à obra para remodelar a casa. Os negócios continuaram a fazer-se, mesmo que dentro de portas, e Portugal manteve-se atrativo para os investidores. Apesar da dificuldade de realizar qualquer tipo de previsão, num contexto de grande incerteza, o idealista compilou as análises de mercado da habitação até hoje para fazer um retrato de 2020, deixando pistas sobre o que esperar de 2021.
As finanças vão reavaliar o valor a pagar pelo El Corte Inglês pelos terrenos da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto, de forma ajustar o contrato aos preços atuais. A revelação foi feita pelo presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), António Laranjo, durante a audição, por videoconferência, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, após um requerimento apresentado pelo BE sobre “o processo de alienação e do contrato de promessa de compra e venda dos terrenos da antiga estação ferroviária da Boavista pela Infraestruturas de Portugal ao EL Corte Inglês, no Porto”.
A criação de uma cidade global que conjugará um estilo de vida único e sustentável numa nova geografia de inovação e conhecimento tecnológico é o objetivo do Innovation District, projeto que prevê um investimento privado de 800 milhões de euros e a criação de 17.000 postos de trabalho em Almada, no Monte da Caparica e na zona envolvente de Porto Brandão. Está prevista a construção, por exemplo, de 1.000 novos fogos habitacionais e de uma área de 250.000 metros quadrados (m2) para a implementação de novas atividades económicas e de 86.000 m2 de infraestruturas turísticas.
Comprar ou arrendar casa onde se quer pode ser uma tarefa complicada.
O concurso público internacional para a conceção de uma nova ponte sobre o rio Douro, que permitirá concretizar a chamada “segunda linha” de metro de Vila Nova de Gaia, foi lançado esta terça-feira (16 de março de 2021) no Porto, com a presença do primeiro-ministro António Costa. A nova travessia para ligar o Porto e Vila Nova de Gaia através de metro deve ficar entre as pontes da Arrábida e Luís I e servirá uma nova linha entre a Casa da Música e Santo Ovídeo. Em causa está um projeto cuja estimativa de custo de empreitada ronda os 50 milhões de euros.
Pandemia, Covid-19, coronavírus, teletrabalho, ensino à distância, confinamento, desconfinamento. Estas foram algumas das palavras e/ou expressões mais usadas no último ano. Sim, porque a pandemia já chegou a Portugal há mais de um ano. E sim, o país voltou agora (só agora) a desconfinar, com a abertura, por exemplo, das creches e escolas até ao 4.º ano de escolaridade. A verdade é que muita coisa mudou nos últimos 12 meses. Mostramos-te um conjunto de indicadores que mostram como mudou a economia nacional com a súbita chegada do novo coronavírus.
As cidades que têm um rendimento familiar mais elevado são as mais atrativas para a população viver, mas são, também, as que têm as taxas de desemprego mais altas. As duas principais cidades do país, Lisboa e Porto, integram este lote. Esta é uma das conclusões a retirar do Relatório Anual do Mercado Residencial 2020 Portugal, publicado recentemente pelo idealista e baseado em dados do INE, da Pordata, do IEFP e do idealista/data.
A pandemia está a ter efeitos diretos na habitação, a vários níveis. No caso da procura sobre a oferta, o impacto manifesta-se de forma distinta no mercado de arrendamento e no mercado de venda de casas, e segundo as diferentes regiões do país.
O Seixal, na margem sul do Tejo, vai contar com um reforço da oferta de habitação nova. O Grupo A. Silva & Silva decidiu construir um empreendimento com 175 novos apartamentos, distribuídos por seis edifícios, com seis pisos cada e um piso semienterrado para estacionamento, áreas técnicas e arrumos. Localizado junto ao mercado, o complexo habitacional terá vistas privilegiadas para a baía do Seixal.
A Valeo Management Europa, do grupo norte-americano Valeo, tem em fase final de construção a primeira residência no Polo Universitário de Paranhos, com abertura prevista para o ano letivo de 2021/22.
Um ano de pandemia e tudo mudou. A economia, o trabalho, as casas, as famílias, os hábitos – o mundo, a vida.
Lisboa foi escolhida pela 'start-up' brasileira Onii para arrancar com a internacionalização das suas primeiras lojas autónomas na Europa.
O grupo Nelson Quintas continua, apesar da pandemia, a apostar de forma sustentada no imobiliário, tendo em fase de desenvolvimento um conjunto significativo de projetos, num valor superior a 200 milhões de euros, que vão ser desenvolvidos nos próximos quatro anos.