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Chama-se Edifício Alameda Santiago e situa-se em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga. Este é o novo empreendimento residencial que está a nascer na cidade e que representa um investimento de 7,5 milhões de euros.
A Autoridade de Gestão do programa Centro 2020 vai distribuir 23 milhões de euros por 75 municípios da região para premiar o seu desempenho na execução de projetos na área urbana.
Como é “viver à moda do Porto”? A Câmara Municipal do Porto (CMP) está a realizar um estudo para conhecer as dinâmicas do mercado residencial na cidade. Segundo a autarquia, para ajudar a diagnosticar e caraterizar a procura do mercado, as pessoas que vivam, trabalhem ou visitem a Invicta podem participar no inquérito até ao final desta segunda-feira (24 de maio de 2021).
Há um enorme terreno na ilha de Porto Santo parado e/ou sem destino há mais de oito anos (desde 2013). Em causa uma área de 189.340 metros quadrados (m2) com potencial superior a 95.000 m2 para construções turísticas e com uma frente atlântica de 700 metros de praia. Uma propriedade que está na posse da Parvalorem, a sociedade estatal que “herdou” os créditos insolventes do ex-BPN e que é detida a 100% pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, do Ministério das Finanças.
Foi há pouco mais de dois anos que se soube que as empresas belgas BESIX Real Estate Development (BESIX RED) e Compagnie du Bois Sauvage tinham comprado dois lotes de terrenos com 34 mil metros quadrados (m2) na Praça de Espanha, em Lisboa, onde vão nascer 280 apartamentos. Sabe-se, agora, que o projeto residencial se chama DUUO e que vai sair do papel em setembro deste ano, após um investimento de 110 milhões de euros, mais 20 milhões que o inicialmente previsto. A primeira fase da comercialização arrancou esta quinta-feira (20 de maio de 2021) e, a ver pela pré-comercialização, que começou em maio, 90% dos compradores são portugueses, revelou Nicolas Goffin, diretor geral da BESIX RED em Portugal, adiantando que seis apartamentos terão piscina privativa.
A Addrezza, empresa de imobiliário do Grupo Laje Capital, e dona do Sublime Comporta e de outros projetos de habitação e turismo de luxo no país, tem à venda uma carteira de 200 imóveis, avaliada em 60 milhões de euros.
O segmento de luxo está a fintar a pandemia da Covid-19. Exemplo disso são os negócios feitos nos últimos tempos no exclusivo resort Vale de Lobo, no Algarve. As vendas de unidades imobiliárias aumentaram 60% em 2020 e continuam a acelerar este ano, “com as novas vendas a perfazerem mais que o dobro dos números do primeiro trimestre de 2020”, explica a empresa, em comunicado, adiantando que “a procura de um paraíso de bem-estar e a crescente tendência de trabalho remoto contribuem para o aumento do investimento imobiliário em Portugal”.
Os preços de imobiliário nas ilhas gregas mantiveram-se estáveis e a procura disparou, mesmo em tempos de pandemia, segundo a Engel & Völkers. De acordo com a imobiliária de luxo, o investimento estrangeiro nas ilhas gregas representa cerca de 85% de potenciais clientes.
Um conjunto de intervenções ferroviárias entre Sines e a fronteira com Espanha está em obra ou em desenvolvimento, num global de 700 milhões de euros. “Isto é tudo aquilo que está previsto no Ferrovia 2020” e que envolve “um investimento global na ordem de 700 milhões de euros”, disse esta quarta-feira (19 de maio de 2021) o vice-presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), Carlos Fernandes, numa cerimónia em Alandroal (Évora).
Trabalhar no Porto com vista para o mar vai ser possível no renovado Edifício Transparante, localizado junto à orla marítima do Porto – Matosinhos e à entrada Poente do Parque da Cidade. Um imóvel, recorde-se, que em 2018 esteve para ser demolido. Vai agora acolher um espaço de ‘coworking’ com 650 metros quadrados (m2), estando a inauguração prevista para dia 1 de junho de 2021.
A oferta de casas até 100.000 euros em Portugal não cresceu com a pandemia da Covid-19, não se tendo verificado um aumento, pelo menos de forma expressiva como se poderia esperar. Em março de 2021, apenas 5,8% das casas anunciadas nas principais cidades do país tinham um preço inferior a 100.000 euros, enquanto no mês anterior ao início da pandemia (fevereiro de 2020), essa percentagem situava-se nos 6,2%, segundo um estudo realizado pelo idealista.
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, vai a julgamento no processo Selminho, onde é acusado de favorecer a imobiliária da família, da qual era sócio, em detrimento do município, decidiu o Tribunal de Instrução do Porto, esta terça-feira, dia 18 de maio de 2021.A juíza Maria Antónia Ribeiro,
O que é que Braga tem de especial que faz com que, nos últimos anos, tenha sido eleita por vários organismos, nacionais e internacionais, como uma das melhores cidades portuguesas para viver e ser feliz? O idealista/news foi tentar descobrir e tem muito para contar.
O cenário da pandemia da Covid-19 levou o mercado imobiliário global a preparar-se para o pior. O confinamento fechou negócios e muitas empresas não aguentaram e encerraram a atividade, deixando milhões de pessoas no desemprego. Face à redução de rendimentos, também foram várias as famílias a pedir moratórias de créditos à habitação. Os especialistas começaram a pintar um cenário negro, prevendo que o número de casas colocadas no mercado deveria aumentar ora pela impossibilidade de pagar os créditos, ora pela urgência em obter capital. Em resultado, seria de esperar que os preços das casas caíssem a nível global. Mas o que está a acontecer afinal?
Comprar casa no litoral de Portugal ficou mais caro com o aparecimento da pandemia da Covid-19. Um fenómeno que poderá ser justificado com o facto da procura de imóveis localizados fora dos centros das cidades ter aumentado. Segundo um estudo realizado pelo idealista, o preço das casas no litoral português aumentou 3,9% num ano – em abril de 2021 face ao mesmo mês do ano passado –, fixando-se o preço do metro quadrado (m2) em 1.371 euros.
Um “oásis verde” com 36 casas, muitos jardins, piscinas privadas e até rooftoops. As obras deste novo projeto residencial que irá nascer no coração da Foz do Porto, em Nevogilde, pela mão do grupo Bondstone e da holding Violas Ferreira, estão prestes a arrancar.
Não é novidade que, ao longo dos últimos anos, os rendimentos das famílias portuguesas não estão a conseguir acompanhar a subida dos preços das casas, sobretudo nos maiores centros urbanos do país. Mas agora há dados mais concretos: entre 2015 e 2020 os preços da habitação subiram 31% mais que os rendimentos dos agregados, o que coloca Portugal na pior posição entre os 34 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
As viagens não essenciais para vários países da União Europeia (UE) e Reino Unido já são permitidas desde a meia-noite desta segunda-feira (dia 17 de maio de 2021). Ainda assim, para embarcar é ainda necessário apresentar um teste negativo para a Covid-19 realizado nas 72 horas anteriores, segundo anunciou o Governo na sexta-feira (14 de maio de 2021).
Alma da Baixa é o nome do mais recente empreendimento habitacional sob alçada da Predibisa e da Century 21. Situado no coração do Porto, este projeto inclui a edificação de 16 apartamentos com um estilo “eco” minimalista, que alia o sentido estético contemporâneo à funcionalidade. O valor do investimento ronda os 3,5 milhões de euros.
Localizado numa zona nobre da cidade do Porto, o empreendimento Antas Build veio preencher uma lacuna na procura, sobretudo da classe média alta, que ansiava por um projeto residencial de qualidade. Prova disso é que as vendas do condomínio na Alameda das Antas se revelaram “um sucesso, com a maioria das unidades já vendidas, restando apenas 14 unidades, de um total de 93”, tal conta ao idealista/news Paulo Ramos, administrador do grupo Tecnibuild, que está a desenvolver o projeto em parceria com a Legendre.