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O primeiro Museu do Holocausto na Península Ibérica será inaugurado no dia 20 de janeiro, na zona do Campo Alegre, no Porto.
O histórico edifício do antigo quartel de Monte Pedral e a sua envolvente, situado entre as ruas da Constituição, Serpa Pinto e Egas Moniz, no Porto, vão ser alvo de uma importante obra de requalificação e urbanização. Ali está previsto nascer um complexo que terá casas com rendas acessíveis, comércio, escritórios e uma residência universitária. Em causa está um investimento de 63,2 milhões de euros.
Depois de ter sido adiado por causa da pandemia da Covid-19 - à semelhança de outras feiras internacionais - o Salão Imobiliário do Porto (SIP) tem agora data marcada para realizar-se entre 23 e 26 de setembro de 2021.
A arquitetura e a decoração impactam significativamente os sentidos, estimulando as sensações das pessoas.
“Continua a fazer todo o sentido desenvolver habitação para a classe média portuguesa, uma vez que continua a haver escassez deste tipo de produto no nosso país e será necessário responder à procura”. A garantia é dada ao idealista/news por Miguel Alegria, CEO da Engexpor, empresa especializada na gestão de projetos e gestão da construção que está no mercado há mais de 35 anos, estando envolvida em várias obras no país.
Que tipo de casa se quer comprar agora em Portugal? E para arrendar casa quais são as preferências do momento? Com que áreas e características? E onde se registam os preços mais altos e mais baixos?
O investimento captado através dos vistos gold – programa de Autorização de Residência para Investimento (ARI) – caiu 13% num ano, tendo diminuído de 742 milhões de euros em 2019 para 646,7 milhões de euros em 2020. Segundo contas feitas pela Lusa com base nas estatísticas do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), foram atribuídos 1.182 vistos gold em 2020, menos que os 1.245 registados no ano anterior.
Numa época marcada por grande agitação social e económica, e por uma inesperada crise à escala global, o setor imobiliário mostrou-se resiliente à pandemia. Ainda assim, a subida dos preços das casas abrandou, e perspetiva-se um cenário de estabilização - e até queda - que dá o mote à pergunta de milhões para qual toda a gente procura resposta: vender casa agora, sim ou não? O idealista/news consultou várias mediadoras imobiliárias para perceber se este é um bom momento para colocar um imóvel no mercado. Mas não só. Procurámos perceber quais os passos a dar para fechar negócio neste contexto, as vantagens e desvantagens de recorrer a um mediador, a par dos riscos de tentar vender a casa sozinho, reunindo com a ajuda dos profissionais um conjunto de boas práticas para tentar vender bem (e mais depressa).
“Saudade” foi a PALAVRA DO ANO 2020, tendo levado a melhor sobre as outras nove palavras candidatas, com 26,8% dos votos. “Covid-19” (24,4%) e “pandemia” (17,03%) ocupam o segundo e terceiro lugares do pódio, respetivamente, segundo a Lusa.
A venda de prédios para reabilitação manteve-se alta num ano marcado pela chegada da pandemia da Covid-19. No espaço de um ano, entre dezembro de 2019 e novembro de 2020, a Remax Portugal foi responsável pela comercialização de 273 prédios, que resultaram posteriormente em 501 transações imobiliárias. “Apesar de um decréscimo de 27% face a período homólogo, que se explica pela conjuntura pandémica, só entre janeiro e novembro de 2020, a venda de prédios significou um volume de preços na ordem dos 82,5 milhões de euros”, adianta a mediadora, em comunicado.
São 84 os municípios que decidiram reduzir as taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a cobrar aos proprietários de casas em 2021, relativamente aos imóveis de que eram detentores a 31 de dezembro de 2020. Significa isto que quase metade dos portugueses (47,7% da população residente) vai pagar menos IMI, visto que alguns dos municípios em causa estão entre os mais populosos do país. Em média, cada próprietário de casa pagou 183 euros de IMI em 2020, imposto esse relativo a 2019.
A pandemia contaminou vários setores de atividade, mas a construção mostrou-se resiliente, ao contrário da última crise, destacando-se ao longo de 2020 por um desempenho positivo, dando provas de resistência aos efeitos da Covid-19, segundo o Banco de Portugal (BdP).
O interesse pelo setor de ‘multifamily’, que consiste na habitação construída de raiz para o arrendamento tradicional, vai disparar em Portugal nos próximos cinco anos. Esta é uma das conclusões do mais recente relatório da consultora imobiliária JLL, European City Dynamics. Segundo o mesmo, os jovens entre os 18 e os 34 anos serão o principal motor da procura de arrendamento em Portugal e, também, na Europa.
O ano de 2020 "foi muito complicado”, mas, ainda assim, a Sacyr Somague prevê fechar o exercício com um aumento de 10% a 15% do volume de negócios, em plena pandemia. A construtora de base espanhola faturou 179 milhões de euros em 2018, tendo registado um crescimento para 202 milhões de euros em 2019 e chegará aos 230 milhões de euros em 2020.
Depois de, em julho, adquirir por 20 milhões de euros dois edifícios na Baixa-Chiado, Lisboa, que pretende destinar ao setor turístico, a Mondego Capital Partners fechou 2020 com a compra de um conjunto de imóveis novamente na capital, por 45 milhões de euros. Localizados no Chiado, Baixa e Marquês de Pombal, desta vez, o objetivo é desenvolver habitação de luxo. Para este ano, a promotora promete mais investimento no imobiliário nacional, juntando-se assim a outras empresas que têm vindo a anunciar novos projetos, num sinal de resistência à crise da pandemia.
“Nos centros e bairros históricos, em particular em Lisboa e no Porto, muita da reabilitação tem passado pela destruição dos interiores dos edifícios antigos, com perda de elementos com valor histórico-artístico”. Quem o diz é Vitor Cóias, o primeiro engenheiro português a ser distinguido com a Medalha Richard H. Driehaus para a Preservação do Património, que distingue profissionais e instituições que contribuem de forma significativa para a preservação do património, dando continuidade às tradições de construção e arquitetónicas na Península Ibérica. “O que se tem passado em Lisboa, no Porto e noutras cidades, não tem sido, em grande parte, uma verdadeira reabilitação, porque esta tem de envolver as pessoas, os moradores”, sustenta, em entrevista ao idealista/news.
Como será e/ou vai reagir o mercado imobiliário em 2021? Para Eric van Leuven, diretor-geral da consultora Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, as perspetivas para 2021 “são moderadamente otimistas, embora dependentes da eficácia da vacinação e subsequente controlo da pandemia, e distintas entre os diferentes setores imobiliários”. Segundo o responsável, acompanhando uma tendência europeia reforçada no ano passado, “o segmento de residencial para arrendamento (ou PRS - private rented sector) irá dinamizar o mercado, não só do ponto de vista do utilizador final, mas também enquanto produto de investimento, sendo já muitos os promotores e investidores que se estão a posicionar para concretizar projetos nesta área”.
O difícil e conturbado ano de 2020 chegou ao fim e 2021 acaba de arrancar. É a altura ideial, por isso, para dar uma espreitadela ao calendário de 2021. Este ano haverá 11 feriados durante a semana – um já foi gozado, o Dia de Ano Novo (1 de janeiro de 2021), na passada sexta-feira – e será possível “desfrutar” de seis pontes.
O setor imobiliário português está a “dar luta” à pandemia da Covid-19. Os números revelados pela JLL mostram isso mesmo, comprovando que o setor está resiliente à crise pandémica. “O mercado manteve um volume de transações elevado, estimando-se 2,6 mil milhões de euros investidos em imobiliário comercial e outros 24 mil milhões de euros em compra de habitação”, revela a consultora, frisando que, em ambos os casos, trata-se do terceiro melhor ano de sempre do mercado: em 2019 foram transacionados 3,240 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 25,1 mil milhões de euros em residencial e no ano anterior 3,356 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 24,1 mil milhões de euros em residencial.
O Ministério Público arquivou o inquérito relacionado com o projeto de reabilitação do Mercado do Bolhão, no Porto, por considerar que não existem “indícios da prática de infração criminal”, nem “quaisquer violações de regras de contração pública”.Numa nota divulgada na página da Procuradoria-Geral