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O Porto continua a protagonizar grandes negócios no setor imobiliário. Agora, foi um edifício misto de escritórios e serviços na zona da Boavista que mudou de mãos, por um valor superior a 5 milhões de euros. A operação de venda foi assessorada pela consultora imobiliária Aguirre Newman, sendo desconhecidas as identidades tanto do vendedor como do comprador.
Com capacidade para 300 consultores, está em vias de abrir aquele que a KW Business diz vir a ser o maior market center do imobiliário em Portugal.
A par de vários edifícios de habitação, a construção de uma residência de estudantes e de um hotel eram apresentados como projetos âncora da operação de reabilitação e realojamento do Morro da Sé, no Centro Histórico do Porto. Mas o novo executivo da Porto Vivo–SRU, presidido por José Carlos Nascimento, pondera agora avançar com um projeto de habitação no local.
O PS quer clarificar o regime de autorização de exploração de estabelecimentos de Alojamento Local (AL), propondo a obrigatoriedade de a assembleia de condóminos autorizar o titular da exploração do estabelecimento a exercer a atividade numa fração do prédio. Trata-se de um projeto lei assinado por dois deputados socialistas que o BE considera ser "insuficiente". Já a ALEP fala numa proposta "inconstitucional".
Ir às compras é mais barato no Jumbo, que lidera o ranking dos supermercados com os produtos mais em conta do país. Seguem-se na lista o Continente Modelo, o Continente, o Lidl, o Pingo Doce, o Intermarché e o Minipreço, por esta ordem. É no Porto que a procura pelo supermercado mais barato compensa mais ao final do ano.
No último período de candidaturas ao Programa Porta 65-Jovem, que decorreu entre 17 de abril e 18 de maio, foram submetidas 7.120 candidaturas. Foi nos grandes centros urbanos que se registou o maior número de candidaturas, com Lisboa à cabeça, com 601 candidaturas. Seguem-se Sintra (393), Vila Nova de Gaia (378), Porto (333) e Braga (242).
A subida em flecha dos preços das casas em Portugal, que está a deixar Bruxelas sob alerta, e a falta de produto nas zonas de maior procura, como Lisboa e Porto, marcaram grande parte do pequeno almoço de trabalho designado "Quo vadis, imobiliário?" (o Estado da Nação do setor), organ
Comprar casa no concelho do Porto custou em média, no ano passado, 1.265 euros por m2, mais 17% que o preço médio das casas vendidas no concelho de Matosinhos e mais 35% que os imóveis transacionados em Vila Nova de Gaia ou na Maia.
A família Moreira vendeu o palacete que tinha na primeira linha de mar na Foz, no Porto, ao operador hoteleiro que lançou o hotel Teatro, na baixa da cidade. A casa apalaçada encontrava-se no universo familiar desde a sua construção, em 1906, e está destinada a ancorar um projeto hoteleiro de luxo. O lote tem uma capacidade construtiva aprovada para um bloco de quatro andares, voltado para a rua das traseiras (Gondarém).
Aprovada em 2014, a Taxa Municipal Turística começou a ser aplicada em Lisboa no ano passado sobre as dormidas de turistas nas unidades hoteleiras ou de alojamento local, sendo cobrado um euro por noite até um máximo de sete euros.
Os estudantes universitários têm cada vez mais dificuldade em encontrar alojamento em Lisboa, quer em residências públicas, devido à oferta limitada, quer em espaços privados, já que os senhorios pedem valores muito elevados. Na prática, o mercado de arrendamento universitário continua a ter mais procura que oferta.
A MPC Capital, uma das maiores empresas alemãs a atuar no mercado das residências universitárias e nos apartamentos de pequena dimensão, vai investir entre 50 e 100 milhões de euros em Portugal, a sua primeira experiência de internacionalização. O primeiro ativo já está comprado, no centro de Lisboa, e o objetivo é abrir também residências no Porto, nesta primeira fase, e em Coimbra, posteriormente.
A reabilitação e a exploração do Pavilhão Rosa Mota por parte do Consórcio “Porto 100% Porto” já podem avançar, depois do Tribunal de Contas (TdC) considerar não ser necessário dar visto prévio ao processo. Em causa está um ofício do TdC, datado de 8 de maio, segundo o qual o contrato com aquele consórcio “não está sujeito a fiscalização prévia”, uma vez que “não comporta despesa pública”.
Luís Lima, presidente da da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), considera que o preço das casas está elevado em “algumas cidades do país”, mas descarta a existência de uma bolha imobiliária. Dados da Comissão Europeia indicam que o valor médio do imobiliário em Portugal subiu 7,6% em 2016 e que os preços da habitação recuperaram os valores pré-crise. Bruxelas vai, de resto, fazer recomendações ao país nos próximos dias.
As autoridades registaram 4.472 furtos a casas sem que tenha havido arrombamento no ano passado. Quer isto dizer que em 24% das investidas os assaltantes tiveram a tarefa facilitada: aproveitaram uma porta ou janela abertas, uma chave deixada no vaso e outros descuidos de moradores, que não cumprem as regras básicas de segurança.
A operar em Portugal, desde 2006, no setor da mediação de imóveis residenciais e comerciais de luxo, a Engel & Völkers tem agora um ambicioso plano para engordar o negócio em cerca de 30% ao ano no mercado português. Para isso, a empresa conta com investidores estrangeiros, mas também nacionais, segundo conta em entrevista Juan-Galo Macià, que recebeu o idealista/news, em Barcelona, para revelar a sua estratégia enquanto novo diretor-geral da Engel & Völkers para a Península Ibérica.
Chama-se Praia D’Ouro Residence e está localizado na Foz do Douro, no bairro mais prestigiado do Porto.
As faculdades de economia da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa fazem parte do grupo das 50 melhores do mundo, segundo o ‘ranking’ de programas de formação de executivos do jornal britânico ‘Financial Times’, divulgado esta segunda feira.
O bom desempenho dos hotéis em Lisboa, no Porto e no Algarve está a atrair a atenção de cada vez mais investidores, uma tendência que deverá manter-se em 2017 face às boas perspetivas de evolução da atividade turística e ao reforço da oferta hoteleira prevista para os três mercados, concluiu um estudo da consultora imobiliária JLL.
Helena Roseta propôs esta quarta-feira (dia 10), no Parlamento, o aprofundamento do trinómio habitação, turismo e Alojamento Local (AL), de forma a resolver a confusão entre tipos de uso dos imóveis. A deputada independente do PS considera que a lei não é explícita relativamente a este assunto.