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Um aviso às imobiliárias: o interesse dos estrangeiros em investir no mercado imobiliário nacional é real e os teus potenciais clientes estão cada vez mais fora do país. Prova disso mesmo é que cerca de 20% do tráfego do idealista Portugal já tem origem no estrangeiro.
Está ao rubro o mercado residencial de luxo em Portugal. No primeiro trimestre do ano, a consultora imobiliária JLL duplicou as vendas de imóveis face ao mesmo período do ano passado.
As novas gerações, ao contrário dos seus pais, vão comprar cada vez menos casas e, consequentemente, os bancos vão dar menos crédito à habitação levando a uma estagnação do mercado. Os jovens, devido à instabilidade laboral, preferem não arriscar em contrair um empréstimo e investir antes as suas poupanças em ativos financeiros.
Os números não deixam dúvidas. Em 2017, o distrito do Porto reúne, pela primeira vez, a maior fatia da procura imobiliária em Portugal, com 39,6%. Seguem-se Lisboa (23,1%) e Faro (11,2%). Segundo dados do Gabinete de Estudos da APEMIP, desde 2014, as intenções de compra no distrito do Porto aumentaram 17,5%.
A Euronext, empresa que gere a bolsa portuguesa, decidiu transferir de Belfast para Portugal, mais precisamente o Porto, o seu centro tecnológico.
Portugal entrou definitivamente no radar dos investidores estrangeiros, que continuam a olhar para o território nacional como um bom país para investir. E a cidade do Porto está também cada vez mais no centro das atenções. É sob este mote que se vai realizar na cidade Invicta, no dia 4 de abril, o workshop “Como Investir no Imobiliário Nacional – Investimento Individual e Estruturado”.
Os turcos estão cada vez mais atentos ao imobiliário nacional, um interesse aumentou a partir do final do ano passado. A comprovar esta tendência está o número de vistos gold atribuídos aos cidadãos turcos já este ano: 13 autorizações de residência para atividade de investimento (ARI) – como é chamado o programa que entrou em vigor em outubro de 2012 – em janeiro e fevereiro, quase tantas como as atribuídas em 2016, que foram 15.
O portefólio imobiliário da Tranquilidade, constituído por mais de 80 imóveis, foi vendido a um consórcio de investidores institucionais que irão gerir, reabilitar e promover o conjunto de imóveis de escritórios, habitação, lojas e ativos de turismo da seguradora distribuídos por todo o país, sobretudo em Lisboa e Porto.
O programa “Reabilitar para Arrendar - Renda Acessível”, que entrou em vigor há ano e meio, já acompanhou 91 processos, com a reabilitação de 258 habitações que, após a conclusão das obras, vão dar origem a 359 casas que serão colocadas no mercado com rendas condicionadas. Em causa está um investimento de 13,8 milhões de euros através de crédito concedido pelo Banco Central Europeu, de um total de 20 milhões de investimento.
O Porto anda nas bocas do mundo, tendo sido eleito o melhor destino turístico europeu em 2017, pela terceira vez.
Perto de 2.140 jovens vão ter apoio na prestação da renda da casa, por via do Programa Porta 65-Jovem. A maioria dos futuros inquilinos são de Lisboa e Porto. A ajuda, atribuída pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), consiste na atribuição de uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, tendo sido beneficiadas as candidaturas que englobam menores e pessoas com deficiência e que se encontrem em localizações especiais.
Há uma grande escassez de oferta de espaços de escritórios de qualidade no Grande Porto, sendo que apenas 10% da oferta está em linha com os requisitos básicos que são exigidos pela maioria dos ocupantes. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “Mercado de Escritórios do Porto”, realizado pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield e pela Predibisa.
O Aeroporto do Porto continua a somar pontos.
O FC Porto anunciou na passada sexta-feira (dia 3) que vai lançar um segundo concurso público para transformar as instalações da antiga sede, localizadas no centro da cidade do Porto, num hotel de charme com uma temática associada ao clube de futebol. No primeiro concurso, lançado em novembro de 2015, foram apresentadas seis propostas, mas nenhuma convenceu os portistas.
Em 2016, foram vendidas em Portugal 7.489 casas de luxo e alto luxo (a partir dos 400.000 euros), o que dá uma média de 20 por dia. O segmento esteve na origem de cerca de 6% do total (120 mil) de imóveis transacionados.
Os muitos milhões de euros que têm entrado em Portugal, nos últimos anos, através dos vistos gold, não estão a ter um retorno positivo para a economia real.
A Avenida da Boavista continua a destacar-se como uma das zonas mais prestigiadas para viver no Porto. Nos últimos meses têm sido apresentados ao mercado vários novos projetos residenciais de alta gama e agora chega mais um: o Casas Quinta da Vilarinha. Os preços a partir de 1,1 milhões de euros são explicados pela localização, no centro da cidade e perto da praia, e pela qualidade premium do empreendimento.
Esta pode ser uma oportunidade única de negócio para os investidores imobiliários, portugueses e estrangeiros, que continuam a olhar para Portugal como destino de eleição para apostar no setor. Em causa estão cerca de 200 prédios militares que o Ministério da Defesa quer vender.
Portugal e Espanha decidiram dar um novo impulso às ligações ferroviárias entre os dois países. Numa reunião, esta terça-feira em Madrid, foi decidido reforçar a coordenação técnica na modernização em curso de uma série de ligações ferroviárias de "enorme importância" para os dois países.
A febre da reabilitação urbana veio para ficar em Portugal. Uma tendência que está a dar uma nova vida aos centros históricos de Lisboa e Porto, por exemplo. Mas nem tudo são boas notícias, havendo especialistas a alertar para o facto de haver má qualidade nessa mesma reabilitação.