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As autarquias portuguesas vão receber, nos próximos dias, perto de 79 milhões de euros de juros de mora de impostos municipais retidos pela administração tributária nos últimos 12 anos.
Criada em 1993 para construir, explorar e desmantelar a Expo‘98, e tendo sido também a entidade responsável pela requalificação urbana da Zona Oriental de Lisboa - onde nasceu o Parque das Nações -, a Parque Expo foi formalmente extinta no dia 31 de dezembro de 2016.
Arrancam hoje, dia 2 de janeiro de 2017, as visitas às 39 frações no Morro de Sé, que a Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana quer arrendar por concurso. Em causa estão 28 apartamentos e 11 espaços comerciais, com preços a variar entre os 164,60 euros (T0) e os 523,90 euros (T3 triplex). Nos espaços comerciais, o mais caro é uma loja com 109,55 metros quadrados, pela qual o arrendatário terá que pagar 876,40 euros, e o mais barato é um pequeno local com 15,64 metros quadrados, com a renda mensal de 125,12 euros.
Comprar ou arrendar? Esta é uma questão que muitos portugueses colocam na hora de sair de casa dos pais ou de mudar-se para uma casa maior ou noutra região. Uns preferem ter um bem próprio e optam pela compra, mesmo que tal implique pedir um empréstimo ao banco de longa duração, mas outros não hesitam em arrendar, mesmo que o valor da renda seja mais elevado que aquele que seria pago no caso de haver um crédito à habitação. Certo é que o mercado de arrendamento continuou a dar que falar em 2016 e... que as rendas vão subir em 2017.
A cobrança da Taxa Municipal Turística (TMT) nas dormidas em Lisboa, entre janeiro e outubro, rendeu à Câmara Municipal de Lisboa 11,2 milhões de euros, dos quais 3,5 milhões já foram aplicados na promoção e divulgação da capital. Segundo a autarquia, “estão ainda a decorrer os prazos de pagamento referentes a novembro e dezembro”, pelo que só “será possível ter dados relativos ao total de 2016” a partir de janeiro do próximo ano.
A tradicional época de saldos da Remax começou esta quarta-feira (28 de dezembro) e tem a duração de dois meses, terminando a 28 de fevereiro. São ao todo 2.934 imóveis – entre apartamentos, moradias, lojas, terrenos, escritórios, garagens e armazéns – que terão um desconto médio de 10% e até 70% sobre o valor de venda.
A liberalização do alojamento local fez disparar o negócio em Portugal, sobretudo nas grandes cidades como Lisboa e Porto. A princípio como um rendimento extra para famílias, depois já com a operação de empresas especializadas, atraídos pela rentabilidade. Depois de um verdadeiro boom, as casas para turistas enfrentaram em 2016 várias frentes de batalha, começando a atividade a dar sinais de algum arrefecimento.
A carga fiscal no setor imobiliário não parece estar, pelo menos para já, a afugentar os investidores estrangeiros, que continuam a olhar para Portugal como um bom país para investir. Ainda assim, é necessário ter um ambiente fiscal estável e transparente para que a captação de investimento imobiliário estrangeiro continue a crescer. Esta foi uma das conclusões a retirar do Portugal Real Estate Summit, o maior encontro de investidores imobiliários internacionais já realizado no país.
Mês após mês o setor imobiliário começou este ano a dar sinais de retoma e de uma vitalidade que não se vivia desde antes da crise em Portugal. E as melhores expetativas foram confirmadas ou até superadas: as operações de compra e venda dispararam e as casas subiram de preço. Estes resultados foram alimentados por uma forte procura de investidores estrangeiros, sobretudo no que toca o segmento de gama alta, mas também das famílias que voltaram a estar ativas no mercado de compra de habitação.
A Câmara Municipal do Porto (CMP) aprovou esta terça-feira a minuta do contrato para reabilitação, requalificação e exploração do Pavilhão Rosa Mota, celebrado entre a autarquia e o consórcio “Porto Cem por Cento Porto”. O contrato terá agora de receber o visto do Tribunal de Contas, começando depois a contar o prazo de dois anos para que a reabilitação do pavilhão seja concretizada.
A receita do Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) “deve ser diminuta” e, “se não houver mais asneiras”, os investidores estrangeiros vão continuar a apostar no imobiliário nacional.
Entre as 10 cidades mundiais a olhar em 2017 há duas portuguesas. Lisboa e Porto integram um ranking de metrópoles que contempla, por exemplo, a colombiana Bogotá, a austríaca Viena e a canadiana Calgary. As cidades nacionais aparecem no quarto e nono lugar da tabela, respetivamente. Em causa está o ranking “10 Cities to Watch in 2017”, da rede imobiliária de luxo Christie's International Real Estate.
A aprovação do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017) trouxe “um ataque direto ao imobiliário”, considera Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN). Mais longe nas criticas vai António Maria Pinto, da sociedade de advogados Telles de Abreu: “Portugal posiciona-se entre os países com maior tributação efetiva sobre a detenção de propriedade imobiliária”.
A PortugalRur, empresa de mediação imobiliária especializada na promoção e venda de imóveis rurais exclusivos e imóveis de luxo e investimento, está a ter um ano de 2016 de sonho. Este será, aliás, “o melhor ano de sempre da empresa”, que foi fundada em Proença-a-Nova em 2000. A revelação é feita por Francisco Grácio, administrador da mediadora, em entrevista ao idealista/news.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) tem cerca de 13 mil casas disponíveis para habitação social, havendo atualmente uma lista de espera que soma quase quatro mil pedidos. Crianças, deficientes e idosos têm prioridade e as famílias a quem lhe toca uma habitação do Estado pagam rendas calculadas em função do seu rendimento líquido, em vez do bruto - como acontecia até há pouco.
As três torres que restam no bairro do Aleixo, Porto, vão manter-se de pé até que o fundo imobiliário criado para demolir o complexo habitacional conclua as casas para realojar os moradores. A garantia foi dade pelo gabinete de comunicação da Câmara Municipal do Porto (CMP).
Continua a haver uma grande procura por escritórios em Lisboa. Uma tendência que também se começa a verificar no Porto. O problema é a escassez de oferta, sobretudo de espaços com grandes áreas, aponta André Almada, responsável da consultora imobiliária CBRE pela área de escritórios.
A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Porto Vivo está em vias de lançar um concurso para a construção e exploração de uma residência para 120 estudantes no morro da Sé, no centro histórico do Porto. Em paralelo, a entidade liderada por Álvaro Santos prepara-se para arrendar 30 frações habitacionais e dez comerciais, a preços acessíveis na mesma zona.
A imobiliária alemã Engel & Völkers acaba de dar mais um passo no plano de expansão que traçou para a Península Ibérica até 2018.
A polémica continua à volta do negócio do alojamento local, com muitas zonas cinzentas que podem incendiar ainda mais a chamada "guerra de condomínios" das casas para turistas. No caso de Lisboa esta atividade está classificada na categoria de habitação, no âmbito do Plano de Diretor Municipal em Lisboa. Em outubro, o Tribunal da capital considerou, porém, que é uma "atividade comercial".