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Revogar “medidas erradas” do Mais Habitação, criar um programa de apoio à compra da primeira casa pelos jovens, aumentar limites do Porta 65, pôr fim às rendas congeladas, IVA a 6% na construção e reabilitação, ou fomentar a “habitação agrícola”.
É oficial: o Governo de Montenegro vai cumprir a promessa de revogar várias medidas do programa Mais Habitação que considera “erradas”, com destaque para o fim do arrendamento coercivo de casas devolutas, do congelamento das rendas e das restrições ao alojamento local.
O Governo confirmou esta quarta-feira, dia 10 de abril, que vai revogar as medidas do programa Mais Habitação que considera “erradas”, entre as quais o arrendamento forçado, os congelamentos de rendas e as “medidas penalizadoras” do alojamento local.
No Programa do XXIV Governo Constitucional, apre
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 6,9% em março face ao mesmo mês de 2023, acelerando face à subida de 6,5% do mês anterior e com todas as regiões a apresentarem crescimentos homólogos.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) identifica 10 projetos estratégicos imobiliários que estão a ser desenvolvidos na capital. São “dez projetos que consideramos estruturantes, dez áreas de desenvolvimento em Lisboa”, que constituem “grandes oportunidades de investimento” na cidade, disse Paulo Diogo, diretor de Urbanismo da CML, esta terça-feira (9 de abril de 2024), durante a sua intervenção na conferência “Territórios de Oportunidade – Novos Modelos de Construir Cidade”, realizada no âmbito da 11ª edição da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa (SRUL).
Quando pensamos na constituição de uma cozinha, nomeadamente na sua decoração, a escolha das cortinas não é das primeiras coisas que nos vêm à cabeça.
A Square Asset Management (Square AM) foi constituída como sociedade independente regulamentada há 22 anos, em 2002. Três anos mais tarde, em 2005, foi lançado o fundo de rendimento aberto CA Património Crescente, o maior fundo imobiliário nacional, e mais recentemente o Property Core Real Estate Fund. Pedro Coelho recebe-nos, sorridente e de braços abertos, no escritório da Square AM, localizado no 14º piso da Torre 3 das Amoreiras, naquela que é uma das melhores vistas sobre Lisboa, como faz questão de referir. “Para o imobiliário haver uma inflação controlada e a 2% até é bom”, diz, com o Tejo como pano de fundo, o CEO da sociedade em entrevista ao idealista/news. “Há uma parte de uma geração nova que não sabe bem viver com a inflação e está habituada a preços fixos, digamos assim. Os mais antigos já tiveram inflações muito mais altas”, argumenta.
Várias famílias estão a perder direito ao subsídio de apoio às rendas, por serem, alegadamente, obrigadas pelos senhorios a celebrarem novos contratos de arrendamento. Recorde-se que o apoio extraordinário criado pelo Governo de António Costa abrange apenas contratos celebrados até 15 de março de 2023.
O mercado de arrendamento continua resiliente em Portugal, sustentado por uma elevada procura das famílias, sobretudo, nos grandes centros urbanos. As rendas das casas continuam a ficar mais caras no início de 2024 (e até a acelerar o seu ritmo de evolução), melhorando também a sua rentabilidade. A compra de casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,3% no primeiro trimestre de 2024, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,6%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Acontece que a melhoria da rentabilidade de comprar casa para arrendar, por si só, não chega para incentivar este investimento imobiliário em Portugal e aumentar a oferta de habitação no mercado de arrendamento.
O acesso à habitação no espaço europeu agravou-se em 2023, com a subida dos juros nos créditos da casa a somar-se ao já elevado custo da habitação em vários países, como é o caso de Portugal. Este cenário gerou um arrefecimento da procura de casa que se tem refletido na correção dos preços. É isso que mostram os dados mais recentes do Eurostat: as casas para comprar na zona euro voltaram a ficar 1,1% mais baratas no último trimestre de 2023 face ao trimestre anterior. Mas o mercado residencial já dá sinais de recuperação, visto que este recuo dos preços das casas foi menor do que o observado no verão de 2023 (-2,2%). Já em Portugal os preços das casas à venda continuam a subir, tendo mesmo registado a 5.ª maior subida entre os países da UE.
O montante de imposto pago pelos senhorios que em 2022 optaram por pagar a taxa especial de IRS sobre as rendas em vez de as englobar ao restante rendimento aumentou quase 7%, para 698 milhões de euros.
Este dado consta das estatísticas do IRS, agora disponibilizadas publicamente pela Autoridade Tr
Há centros históricos que precisam de ganhar vida, de mais comércio e negócios. É o caso do bairro Garibaldi, no município de Livorno, em Itália. Foi precisamente para dinamizar este bairro histórico que a autarquia de Livorno decidiu incentivar a abertura de novos negócios, comércio e espaços artesanais dando um vale de 1.000 euros para ajudar no início de atividade e oferecendo 800 euros por mês para fazer face ao pagamento das rendas dos espaços. Quem estiver interessado em dinamizar o comércio deste centro histórico em Itália pode inscrever-se até dia 8 de abril. Descobre como.
As famílias em Portugal continuam a precisar de casas para viver. Mas o atual contexto económico incerto retraiu a mudança de casa em 2023, tendência que desacelerou o aumento dos preços das casas para comprar ou arrendar. Mas será que em 2024 vai continuar a assistir-se a uma menor subida dos custos da habitação? Ou poderá mesmo haver uma descida nos preços das casas? Foi isso mesmo que o idealista/news procurou saber junto de profissionais do imobiliário, que não acreditam que haja uma correção acentuada dos preços das casas em Portugal. Isto porque, para que isso fosse possível, seria preciso aumentar - e muito - a oferta de casas para comprar e arrendar no país, algo que o Mais Habitação, tal como está, não será capaz de fazer. Resta agora saber se o novo Governo de Montenegro, que tomou posse a 2 de abril, vai alterar ou não este pacote para que haja um maior dinamismo na construção de casas em Portugal.
A “falta de confiança no mercado de arrendamento” ganhou força ao longo do ano passado. Esta é uma das conclusões a retirar da VII edição do Barómetro da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) “Confiança dos Proprietários”, sendo que foram auscultados 525 senhorios entre 14 e 22 de março. Quase um quarto dos senhorios tem rendas em atraso no final do terceiro trimestre de 2023 e mais de dois em cada dez não fizeram a atualização anual de renda de 2024 pelo coeficiente legal de 6,94%.
A Grécia reforçou este domingo (31 de março de 2024) as regras para obtenção dos chamados vistos gold, que concedem autorização de residência a cidadãos estrangeiros mediante investimento em bens imobiliários, para combater a crise na habitação.
O ano de 2023 arrancou com o anúncio da decisão, por parte do então primeiro-ministro António Costa (PS), da criação de um ministério dedicado exclusivamente à habitação, que seria tutelado por Marina Gonçalves, que subia de secretária de estado da Habitação a Ministra da Habitação. Agora, um ano e três meses depois, o novo Governo (AD) volta a juntar habitação e infraestruturas no mesmo ministério, sendo a pasta tutelada por Miguel Pinto Luz, antigo secretário de Estado do Governo de 27 dias de Passos Coelho.
Os contribuintes já podem entregar a declaração de IRS no Portal das Finanças a partir desta segunda-feira, 1 de abril de 2024. Esta obrigação declarativa, referente aos rendimentos auferidos em 2023, pode ser cumprida ao longo destes próximos três meses, até 30 de junho.
O dinamismo do arrendamento em Portugal marcou o final de 2023. Foi selado o maior número de contratos de arrendamento dos últimos quatro anos. E estes negócios levaram a que as rendas das casas voltassem a subir para valor mais elevado desde 2020. Mas, a verdade é que as casas para arrendar apresentam preços bem dispares a nível geográfico. Há municípios onde as rendas mensais que podem superar os 1.000 euros, mas também há outros onde é possível arrendar uma habitação por menos de 300 euros por mês. Descobre tudo neste mapa preparado pelo idealista/news, tendo por base os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa em Portugal continua a ser uma opção para muitas famílias, dada a flexibilidade que apresenta, a par do menor investimento inicial exigido face à aquisição de habitação. Acontece que as rendas das casas continuam a ficar bem mais caras nos grandes centros urbanos, pressionando os salários. Muitas vezes a procura por rendas mais acessíveis leva as famílias a mudarem-se para as periferias de Lisboa e do Porto, bem como para o interior do país, onde se situam os 10 municípios mais baratos para arrendar casa.
O mercado de arrendamento em Portugal continua a mexer e a ser uma alternativa à compra de casa para muitas famílias, apesar de haver falta de oferta de habitação.