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No rescaldo de quase dois anos de pandemia, muita coisa mudou. O mundo, a economia, os mercados. Foi um período de desafios, também, para o imobiliário.
A proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) foi chumbada esta quarta-feira, dia 27 de outubro de 2021, na Assembleia da República, com votos contra do PSD, BE, PCP, CDS-PP, PEV, Chega e IL.
Quantas vezes damos por nós a dizer que o dia devería ter 48 horas? E que nunca temos tempo para nada? Mas a realidade é que, apesar de muitos malabarismos para fazer esticar o tempo, das 24 horas o dia não passa.
Os novos donos de Vilamoura, no Algarve, pretendem construir 1.400 unidades de alojamento em seis anos, apostar no mercado nacional e no conceito de teletrabalho, sendo a expansão da marina outro dos objetivos, disse o presidente executivo à Lusa.
A pandemia da Covid-19 chegou sem pedir licença e teima em deixar marcas na economia, nomeadamente no setor imobiliário. O segmento de escritórios é um dos que mais está a sentir o impacto da crise sanitária. Como será o futuro dos escritórios? Como estão e devem a reagir as empresas? Para ajudar a responder a estas e outras perguntas apresentamos um conjunto de sete recomendações que têm em conta um novo contexto de tomada de decisão por parte das empresas no que diz respeito à localização dos respetivos escritórios.
As casas pré-fabricadas são uma tendência imparável. E por isso, nos últimos anos, aumentou o número de empresas responsáveis pela sua construção. Mojuru é uma delas e tem a particularidade de ser uma das poucas em Espanha que constrói casas ecológicas feitas com contentores marítimos.
Há mudanças à vista no que diz respeito à legislação laboral.
Com o aumento do teletrabalho na pandemia, as segundas casas ou “co-primárias” tornaram-se soluções viáveis para compradores que estão à procura de um maior equilíbrio entre a vida/trabalho, de acordo com o mais recente relatório 'Global Buyer Survey 2021' da Knight Frank.
Que vantagens tem quem investe numa casa barco? Será esta, cada vez mais, uma opção a ter em conta para viver, nomeadamente em tempos de pandemia? São muitas as perguntas que podem ser colocadas, mas uma coisa parece ser certa: este é um negócio que está a crescer em Portugal. “Pela nossa experiência, é um investimento que está a ganhar cada vez mais interesse”, conta ao idealista/news Rita Barata Castro, Communication Manager da Ecosteel, empresa que comprou, este ano, a Gofriday, entrando assim no mundo das casas barco.
Com a pandemia, e em concreto com o teletrabalho, muitos portugueses tiveram de ganhar – ou adaptar – espaços em casa, sendo que o lar passou a ser, literalmente, o local onde tudo acontece. Não é de estranhar, por isso, que com o chamado “regresso à normalidade” haja vontade e/ou necessidade de renovar a casa, dando-lhe como que uma “segunda vida”. A tendência de restaurar e reaproveitar espaços e mobiliário está, assim, a ganhar força.
Viver em Lisboa é o sonho de muitos mas não está, nem por sombras, ao alcance de todos.
O teletrabalho deixou de ser recomendado a 1 de outubro de 2021, altura em que arrancou a última fase de desconfinamento desenhada pelo Executivo de António Costa. Mas trabalhar remotamente a partir de casa vai continuar a ser uma realidade para muitos profissionais.
De volta à escola, ao trabalho e à rotina. Setembro e outubro são meses de novas resoluções, e uma delas pode ser renovar os móveis do escritório ou zonas de estudo das crianças. Nesse caso, vamos deixar-te cinco secretárias versáteis adequadas para qualquer membro da família.
A procura por moradias disparou na pandemia, com mais pessoas a querer construir uma casa à medida, longe dos grandes centros urbanos.
O teletrabalho deixou de ser recomendado pelo Governo, desde o passado dia 1 de outubro, e há empresas a reclamar que os funcionários voltem ao escritório para trabalhar sempre de forma presencial, mas há também entidades que aceitam o trabalho retomo, total ou parcialmente.
Aquela que é a última fase de desconfinamento chegou a Portugal esta sexta-feira, dia um 1 outubro de 2021.
A pandemia veio mudar o mundo. Paralisou praticamente todas as cidades, pondo em evidência as suas fragilidades e capacidade de resposta a momentos de crise.
As novas regras para o combate à pandemia foram publicadas esta quarta-feira (29 de setembro de 2021) em Diário da República, num Decreto-Lei (n.º 78-A/2021) que não altera, para já, quaisquer apoios sociais em vigor e que revoga legislação específica para a Covid-19 já obsoleta.
A sustentabilidade deixou de ser apenas um modismo ou palavra para tornar as empresas mais atrativas. Pelo contrário, cada vez mais, felizmente, o compromisso com ela está a espalhar-se em todas as camadas da sociedade. Os setores da arquitetura e design não são exceções.
Em 2020, ano marcado pelo súbito aparecimento da pandemia da Covid-19, cerca de 12% das pessoas que trabalham na União Europeia (UE) estiveram, em média, em teletrabalho. Em Portugal, mais concretamente na Área Metropolitana de Lisboa (AML), houve muito mais pessoas a trabalhar a partir de casa: 23%, ou seja, quase um em cada quatro lisboetas esteve em teletrabalho. Em causa estão dados revelados recentemente pelo Eurostat.