Construir casas novas ficou 2,6% mais caro em janeiro

Construir casas novas ficou 2,6% mais caro em janeiro

Os custos de construção de casas novas aumentaram 2,6% em janeiro de 2020 face ao mesmo mês do ano passado, uma subida homóloga 0,5% superior face à verificada no mês anterior, ou seja, em dezembro de 2019 face a dezembro de 2018. Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (9 de março de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 
2019, o ano da construção nova

2019, o ano da construção nova

As promotoras imobiliárias estão cada vez mais a apostar na construção nova. Um cenário que já se verificava no ano passado, conforme escrevemos, e que ganhou ainda mais força este ano. Esta é, de resto, uma das soluções apontadas por vários intervenientes do setor para colmatar o “problema habitacional” do país, aumentando a oferta e contribuindo para ajustar os preços das casas, que dispararam nos últimos anos, apesar de agora haver sinais de algum abrandamento. Uma coisa é certa, faltam casas no país, nomeadamente na capital. 
Setor da construção despede-se (finalmente) da crise? Cresce 6% face a 2018

Setor da construção despede-se (finalmente) da crise? Cresce 6% face a 2018

“Ao longo do ano de 2019 a produção do setor da construção revelou um sensível dinamismo, prevendo-se que, em termos anuais, venha a registar um crescimento real de 6% face ao ano anterior, reforçando o andamento positivo dos últimos dois anos”. A garantia é dada pela Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), em comunicado.
Empresas de imobiliário e construção com a melhor performance económica do país

Empresas de imobiliário e construção com a melhor performance económica do país

Começa a haver sinais de algum abrandamento no setor imobiliário em Portugal - justificados sobretudo pela falta de oferta face à alta procura - mas 2018 foi sem dúvida um ano em grande. Os setores da construção e atividades imobiliárias foram os que melhor perfomance económica e financeira registaram a nível nacional, nas principais variáveis que medem os resultados das empresas, segundo uma análise do INE - Instituto Nacional de Estatística, divulgada a 20 de setembro de 2019 - excluíndo o setor financeiro. 
Faltam 70 mil operários no setor da construção (e no Norte só há 2.800 em formação)

Faltam 70 mil operários no setor da construção (e no Norte só há 2.800 em formação)

O setor da construção continua a precisar de aumentar a mão de obra, sendo que patrões e sindicatos estimam que sejam necessários 70 mil operários, como eletricistas, montadores de ar condicionado e outros técnicos especializados. O Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (CICCOPN) aumentou o fluxo de formações para responder à “elevada procura” das empresas, mas conta apenas com 2.800 formandos.
Mota-Engil é a única empresa na corrida à expansão do CCB

Mota-Engil é a única empresa na corrida à expansão do CCB

O concurso internacional para a expansão do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, terminou com um candidato. A Mota-Engil foi a única empresa a manifestar interesse na subcessão do direito de superfície de uma parte dos terrenos, tendo em vista a construção e exploração de uma unidade hoteleira, assim como a construção de espaços comerciais.
Setor da construção reclama “visto gold” para nova vaga de obras públicas

Setor da construção reclama “visto gold” para nova vaga de obras públicas

As obras do novo plano nacional de investimentos (PNI) 2030 anunciado pelo Governo, que prevê o financiamento de 65 projetos, no total de 20,4 mil milhões de euros, deixou o setor da construção em “estado de alerta”. Diferentes vozes do setor apontam a falta de mão de obra como um problema, e pedem a criação de uma espécie de "visto gold" para atrair mais força de trabalho para o país. 
Construção da sede da PJ investigada por suspeitas de irregularidades

Construção da sede da PJ investigada por suspeitas de irregularidades

A construção da sede da Polícia Judiciária (PJ), em Lisboa, está a ser investigada pelo Ministério Público (MP). O novo edifício ainda não foi formalmente recebido pelo Estado por terem sido detetadas graves irregularidades na execução da obra. Se as suspeitas forem confirmadas, o Estado poderá ter sido lesado em vários milhões de euros.