A vida e os negócios seguiam de vento em popa, até em que março de 2020 chegou a pandemia da Covid-19 que deixou centros e galerias comerciais quase desertos.
Com o preço dos combustíveis e da energia em alta, as famílias portuguesas procuram cada vez mais soluções para poupar nas despesas mensais. Uma delas pode passar mesmo por controlar o consumo de água em casa, de forma a reduzir a fatura a pagar no final do mês. Mas como é que isto se faz? Explicamos tudo neste artigo da Deco Alerta.
Mantendo o plano de expansão para Portugal em curso, que arrancou no norte do país e tem a próxima abertura marcada para o dia 12 de agosto em Vila Nova de Famalicão, a Mercadona está já a trabalhar para abrir as portas em Lisboa.
A pandemia da Covid-19 levou 42% dos consumidores nacionais a passar a usar canais digitais para consumir, sendo que 32% apontam ainda a conveniência em comparação com os canais físicos, de acordo com um inquérito da consultora McKinsey.Este estudo, que inquiriu mais de 1.200 consumidores portu
O IVAucher está prestes a chegar e traz novidades. Este é o novo mecanismo de incentivo ao consumo no turismo que vai permitir acumular o IVA pago na restauração, alojamento e cultura e descontar esse mesmo valor em novas compras nestes setores. Vai ser lançado no próximo dia 1 de junho e pode mesmo dar descontos máximos de 50% nas compras realizadas no setor do turismo. E traz ainda uma novidade na manga: o saldo acumulado poderá ser consultado através de uma aplicação (app) ou no Portal das Finanças.
A pandemia vai acabar, ainda são se sabe quando. Apesar da luz ao fundo do túnel trazida pela vacina contra a Covid-19, ainda é difícil vislumbrar o “fim” ou quando é que tudo voltará ao “normal”.
Os hábitos de consumo dos portugueses mudaram bastante com o aparecimento da pandemia da Covid-19, desde logo porque as pessoas passaram a estar mais tempo em casa. Na prática, boa parte do orçamento familiar está a ser canalizado para gastos relacionados com a vida em casa, como por exemplo produtos alimentares, água, eletricidade, gás e outros combustíveis. Por outro lado, a despesa com vestuário, calçado, transportes e viagens é menor.
Fazer compras em 2020, ano marcado pelo aparecimento da pandemia da Covid-19, saiu caro aos portugueses, já que foram muitos os produtos e serviços que encareceram, como por exemplo a fruta, que aumentou 12%. Outros houve que baixaram de preço, como é o caso do valor cobrado pela estadia num hotel ou numa unidade de Alojamento Local (AL).
Para melhor compreender os consumidores e as suas necessidades, num ano particularmente atípico, o Echangeur, um dos centros de investigação económica do departamento Prospetivo Cetelem - BNP Paribas Personal Finance, inquiriu três mil indivíduos e traçou os “10 estilos de vida” mais comuns em Portu
Quais são os produtos de maquilhagem mais usados em Portugal e quanto gastam as mulheres em cosméticos por ano? Segundo um estudo da Picodi, os produtos de beleza mais populares no país são máscara de pestanas, batom/gloss, base, corretor e lápis de sobrancelhas. No que diz respeito aos gastos, rondam os 286 euros por ano, o mesmo valor que em Espanha e bem mais que na Alemanha (197 euros por ano).
A pandemia da Covid-19 está a ter efeitos a vários níveis em todo o mundo. E uma das caras mais evidentes destas mudanças reflete-se nos comportamentos dos consumidores, que têm vindo a criar novos hábitos. Apresentamos-te agora as novas tendências de consumo no chamado "regresso à normalidade", detetadas pela Mindshare, a partir de vários inquéritos que tem vindo a realizar no âmbito do COVID-19 New Normal Tracker.
Estás prestes a ir de férias e costumas ter “problemas” com as picadas de insetos? Fica a saber, então, que nos últimos 12 meses, entre junho de 2019 e junho deste ano, 2,2 milhões de portugueses utilizaram pomadas para picadas de insetos e/ou golpes de sol, um número que representa 25,7% dos residentes no continente com 15 e mais anos. Em causa estão dados que constam no estudo TGI da Marktest.
A Sonae Sierra acaba de lançar um serviço gratuito de drive-in nos centros comerciais que gere em Portugal, para oferecer aos visitantes a possibilidade de recolherem as suas compras, sem sair do carro, depois de terem feito encomendas online ou por telefone. O novo modelo vai arrancar com 82 marcas aderentes, presentes em 143 lojas, e os pontos de recolha estarão devidamente assinalados no parque de estacionamento de cada centro comercial
A pandemia da Covid-19 poderá alterar de forma permanente o comportamento dos consumidores e causar mudanças estruturais em várias indústrias. Já está, de resto, a provocar alterações na forma como compramos e a dar lugar a um conjunto de novos hábitos em tudo diferentes de antes.
Mais de cinco milhões de portugueses consomem uma a duas peças de fruta por dia, o que representa 58,6% dos residentes no continente com 15 e mais anos. Um em cada cinco portugueses diz consumir três peças de fruta diariamente e 11,6% mais que três. Há, no entanto, outro número que salta à vista: 749 mil indivíduos dizem não consumir nenhuma peça de fruta ao longo de um dia, o que equivale a 8,8% do total.
Os portugueses estão a sentir, e muito, o impacto da pandemia do novo coronavírus. Entre o final de março e o início de abril, metade dos consumidores disse ter tido uma quebra nos rendimentos, sendo que mais de um terço aumentou os gastos. Em causa está um relatório elaborado pela McKinsey sobre o impacto da Covid-19 no consumo em Portugal.
A pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas na economia em Portugal e no mundo. Os hábitos das pessoas tiveram de mudar e os consumidores tiveram de se habituar a uma nova realidade, até agora desconhecida. O mesmo aconteceu com as empresas dos mais variados setores de atividade. Mostramos-te alguns gráficos que ajudam a ter uma ideia do que está a mudar no comportamento dos consumidores.
O gasto das famílias portuguesas com as compras para casa atingiu os 9,7 mil milhões de euros, no ano passado, um aumento de 4,8% face ao ano anterior e que corresponderá a um valor recorde. E na hora de encher as prateleiras da despensa, os portugueses preferem, cada vez mais, o comércio de proximidade, trocando os hipermercados por espaços mais pequenos.
Os portugueses compraram na última década, entre 2009 e o ano passado, 433.725 automóveis usados importados, sendo que mais de metade destes foram matriculados no país nos últimos três anos. Só em 2019, os portugueses adquiriram 79.459 carros, mais 2,9% que no ano anterior.
Este ano há mais portugueses a querer aproveitar os saldos em janeiro para fazer compras. De acordo com o Observador Cetelem Natal, 36% dos portugueses pretendem aproveitar esta época de descontos no primeiro mês do ano, um aumento de 29% face ao registado no ano passado.
A grande maioria dos lares nacionais consome bacalhau. Esta é a conclusão a retirar do mais recente estudo da Marktest, que quantifica, na primeira vaga de 2019, em três milhões e 260 mil o número de lares onde se consumiu bacalhau nos últimos 12 meses, o que representa 84.4% do universo de lares.
Depois de no segundo trimestre do ano o mercado de Bens de Grande Consumo ter crescido (tanto em volume como em valor) 6% em Portugal em termos homólogos, o terceiro trimestre apresenta valores mais “modestos”, com o consumo a aumentar apenas 4,2% face ao mesmo período do ano passado. Trata-se, no entanto, de um valor superior ao verificado na média dos outros 32 países analisados (3,1%).
Os portugueses estão a ir às compras mais vezes e a gastar mais dinheiro nas mesmas. Segundo um estudo, a frequência aumentou em 2019 para 46,9 dias, assim como o valor gasto em cada uma dessas visitas às lojas (mais 3,2% face ao ano anterior).
A Black Friday está aí à porta, realizando-se dia 29 de novembro de 2019. Uma moda que parece ter vindo para ficar em Portugal, onde há cada vez mais pessoas atentas à sexta-feira negra dos descontos.
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