Covid-19: seis dos maiores bancos já concederam mais de 400 mil moratórias

Covid-19: seis dos maiores bancos já concederam mais de 400 mil moratórias

As moratórias de crédito foram criadas como uma ajuda a famílias e empresas penalizadas pela crise económica desencadeada pela pandemia da Covid-19. Foi em março que o Governo aprovou uma moratória legal (pública), permitindo a suspensão do pagamento das prestações dos respetivos empréstimos bancários, nomeadamente do crédito à habitação – o mais procurado. Entretanto, o Executivo liderado por António Costa decidiu prolongar o regime até 31 de março de 2021, e incluiu mais clientes e mais créditos, sendo 30 de setembro de 2020 a data limite para aderir. Até agora, e segundo o balanço dos seis maiores bancos com atividade em Portugal, já foram concedidas mais de 400 mil moratórias.
A casa depois do divórcio. E agora?

A casa depois do divórcio. E agora?

O que acontece à casa de morada da família quando há um ponto final numa relação? Com o divórcio – a pandemia da Covid-19 está a contribuir para que haja uma subida do número de ruturas das relações matrimoniais – são vários os assuntos que o (ex)-casal tem para tratar, mas há um que surge como prioritário: o que aconteca à casa? No artigo de hoje da Deco Alerta deixamos algumas dicas que podem ajudar a gerir da melhor forma possível um processo de divórcio, que já é por si só doloroso. 
Economia afunda 16,5% no segundo trimestre: é a maior queda de sempre do PIB

Economia afunda 16,5% no segundo trimestre: é a maior queda de sempre do PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) português caiu 16,5% no segundo trimestre de 2020 face ao mesmo período de 2019, tendo também contraído 14,1% em cadeia, ou seja, face aos primeiros três meses do ano. Trata-se, segundo os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), da maior queda do PIB desde que há registo oficial, sendo que a anterior maior remonta ao quarto trimestre de 2012, quando a economia portuguesa contraiu 4,5%.
Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

A pandemia da Covid-19 chegou sem aviso prévio e deixou (muitas) feridas abertas na economia e na sociedade. O desemprego, por exemplo, disparou. Um cenário que apanhou as pessoas de surpresa, mas que não afetou todos por igual, havendo quem tivesse entrado em incumprimento com o banco, já que não conseguiu pagar os respetivos empréstimos, por ter tido menos rendimentos. E agora, o que fazer? Como proceder? Quem consultar? 
Futuro dos escritórios? Vem aí um "modelo híbrido", de teletrabalho e funcionamento "normal"

Futuro dos escritórios? Vem aí um "modelo híbrido", de teletrabalho e funcionamento "normal"

Pandemia e teletrabalho são palavras que andam de “mãos dadas” nos últimos tempos. E a culpa é da Covid-19, que levou a que muitas empresas ficassem com os respetivos escritórios desocupados – e os funcionários a trabalhar a partir de casa. Agora, num cenário pós-pandemia, no chamado “novo normal”, o que se pode esperar do futuro do segmento de escritórios? O que vai mudar? Em entrevista ao idealista/news, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, diz que “o teletrabalho generalizado mudou o paradigma da presença das pessoas nos escritórios”, uma tendência “que veio para ficar”.
Escritórios de Lisboa em tempos de pandemia: ocupação vai continuar a recuar até final do ano

Escritórios de Lisboa em tempos de pandemia: ocupação vai continuar a recuar até final do ano

O mercado de escritórios de Lisboa marcou o maior volume acumulado de take-up no 1º trimestre de 2020 (cerca de 43.934 m2), desde que há registo, segundo revela um estudo da consultora Worx. Apesar disso, após ter sido decretado o estado de emergência, e com a pandemia a impor restrições e a criar incerteza, as decisões prolongaram-se, registando um decréscimo no número de negócios (-41% face ao período homólogo de 2019) e fechando o volume de absorção semestral com uma variação homóloga negativa de 23% quando comparado ao 1º semestre de 2019.
Desconfinamento: o que muda a partir de 1 de agosto no país e em Lisboa

Desconfinamento: o que muda a partir de 1 de agosto no país e em Lisboa

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, 30 de julho de 2020, a resolução que dá continuidade ao processo de desconfinamento iniciado em 30 de abril de 2020, renovando apenas a declaração da situação de alerta e contingência. Quer isto dizer que todo o país permanece em estado de alerta, à exceção da Área Metropolitana de Lisboa (AML), que passa toda ela para o nível de contingência, deixando assim de distinguir as 19 freguesias que estavam sob estado de calamidade. Mas há mais mudanças. 
Confinamento faz disparar pedidos de serviços de reparação em casa

Confinamento faz disparar pedidos de serviços de reparação em casa

É mais um dano colateral causado pela pandemia da Covid-19, que obrigou os portugueses a ficarem em casa durante bastante tempo, e muitos em teletrabalho. O confinamento fez disparar os pedidos de serviços de reparação no lar, com os arranjos de máquinas de lavar e de TV’s a liderarem o ranking: entre março e julho de 2020, aumentaram 389% e 306%, respetivamente, face ao ano passado. O pódio fica completo com o serviço de suporte técnico, que disparou 200% num ano.
Fim do negócio em tempos de pandemia: o trespasse é uma (boa) solução?

Fim do negócio em tempos de pandemia: o trespasse é uma (boa) solução?

Com a pandemia da Covid-19 a não dar sinal de tréguas, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa, muitos têm sido os negócios a fechar portas, por falta de capacidade económica para continuar a aguentar a redução da procura. Qual será, nestes casos, a melhor opção? O trespasse pode ser a luz ao fundo do túnel? Explicamos tudo sobre este modelo de negócio, com fundamento jurídico.

As 10 casas que fizeram sonhar os portugueses na quarentena (e que continuam à venda)

A quarentena vivida durante a primavera de 2020, provocada pela pandemia da Covid-19, levou muitas pessoas a alterar hábitos, mas também a repensar os espaços onde vivem.  Muitas perceberam que não gostavam assim tanto da sua casa, e decidiram, por exemplo, procurar outra. E se em alguns casos a situação financeira poderia permitir essa mudança, noutras era inviável fazê-lo. Ainda assim, visitar casas no idealista durante essas duras semanas de isolamento foi uma forma agradável de ocupar o tempo e até um bálsamo para tornar os dias, pelo menos, "mais leves".
Marcelo promulga apoio extraordinário à retoma mas preferia prolongamento do lay-off simplificado

Marcelo promulga apoio extraordinário à retoma mas preferia prolongamento do lay-off simplificado

O diploma do Governo que cria o apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade em empresas em situação de crise empresarial com redução temporária do período normal de trabalho, que vai substituir, a partir de agosto, o regime de lay-off simplificado, foi promulgado pelo Presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa preferia, no entanto, que o lay-off simplificado fosse prolongado. 
Desconfinamento: portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas, conclui Deco

Desconfinamento: portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas, conclui Deco

“Os portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas anteriores ao início da crise do coronavírus”, conclui a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, salientando que ainda existe medo de frequentar espaços públicos e que muitas férias foram canceladas. Em causa está um inquérito online realizado pela associação entre 16 e 20 de julho, que contempla 1.006 respostas de pessoas que têm entre 18 e 74 anos.
Tudo sobre o apoio extraordinário à retoma progressiva, que sucede ao lay-off simplificado

Tudo sobre o apoio extraordinário à retoma progressiva, que sucede ao lay-off simplificado

As empresas com quebra de faturação igual ou superior a 75% vão ter um apoio adicional da Segurança Social pelas remunerações pagas pelas horas trabalhadas, anunciou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. Em causa está um apoio adicional previsto no regime que vai suceder ao lay-off simplificado a partir de agosto – apoio extraordinário à retoma progressiva – e que foi aprovado, esta segunda-feira (27 de julho de 2020), em Conselho de Ministros.
Acesso à moratória pública do crédito prolongado até 30 setembro

Acesso à moratória pública do crédito prolongado até 30 setembro

As famílias e empresas que pretendam aderir à moratória pública do crédito – nomeadamente à habitação – vão ter mais tempo para o fazer, já que o prazo, que terminava a 30 de junho de 2020, foi prolongado até 30 de setembro, revelou esta segunda-feira (27 de julho) o Banco de Portugal (BdP). 
Alimentação saudável na Covid-19: o que muda e que cuidados há a ter com o ambiente

Alimentação saudável na Covid-19: o que muda e que cuidados há a ter com o ambiente

A pandemia da Covid-19 mudou a sociedade, tendo deixado marcas – e continua a deixar – em vários setores de atividade e, claro, no dia a dia das pessoas. A alimentação não foge à regra, já que muitos portugueses estão (ou estiveram) em teletrabalho e acabaram por mudar os respetivos hábitos alimentares. Damos-te algumas dicas a ter em conta para que a tua alimentação seja mais saudável e que consigas, ao mesmo tempo, contribuir para preservar o meio ambiente.
Governo remete para prazo “muitíssimo curto” divulgação de detalhes do lay-off simplificado

Governo remete para prazo “muitíssimo curto” divulgação de detalhes do lay-off simplificado

O Governo já discutiu na generalidade o conteúdo das novas regras do lay-off simplificado, mas apenas após a entrada em vigor do Orçamento do Estado Suplementar as poderá aprovar formalmente, e remete a divulgação para prazo “muitíssimo curto”. A medida não se chamará lay-off, embora mantenha o mesmo espírito deste regime. A partir de agosto deverá chegar o Apoio Adicional para Empresas com Quebra Significativa de Faturação.
Que casas se procuram em Portugal em tempos de Covid-19?

Que casas se procuram em Portugal em tempos de Covid-19?

A Covid-19 está a deixar marca por onde passa, nomeadamente impactando o processo de procura de casas, por via de uma mudança nas preferências, gostos e necessidades que surgiram, ou ganharam importância, nos últimos meses por força das circunstâncias. A casa assumiu o papel principal durante a pandemia e, isso mesmo, colocou em evidência uma procura mais orientada para espaços maiores, interiores e exteriores - que permitam uma melhor qualidade de vida e convívio familiar e/ou teletrabalhar -, a par de novas tipologias e localizações, sobretudo, nas zonas limítrofes dos centros urbanos, ou até no campo, em zonas rurais, ou de praia.
Metade dos portugueses diz que faria ajustes na casa devido à pandemia

Metade dos portugueses diz que faria ajustes na casa devido à pandemia

Quase metade dos portugueses (49%) faria ajustes na casa devido à pandemia, sendo a criação de um espaço de trabalho (51%), a modernização do espaço exterior (34%) e a redecoração da casa (33%) as principais alterações. Estas são algumas das conclusões do inquérito “Nova vida, Nova casa?”, realizado pela consultora JLL. Segundo o mesmo, os portugueses sentem agora, num cenário pós-confinamento, mais necessidade de ter um espaço exterior privado e uma área reservada para trabalho. Uma ideia, de resto, também deixada pelas mediadoras ouvidas pelo idealista/news.
Pandemia ameaça aumentar desigualdades entre mulheres e homens, alerta FMI

Pandemia ameaça aumentar desigualdades entre mulheres e homens, alerta FMI

A pandemia de Covid-19 ameaça reverter ganhos relativos às oportunidades económicas das mulheres e aumentar desigualdades de género, que persistem após 30 anos de progresso. O alerta foi dada esta terça-feira (21 de julho de 2020) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), num 'post' do blogue da entidade, assinado pela diretora-geral Kristalina Georgieva e pelas economistas Stafania Fabrizio, Cheng Hoon Lim e Marina M. Tavares.
Pandemia põe travão nos projetos de Investimento Direto Estrangeiro anunciados em Portugal em 2019

Pandemia põe travão nos projetos de Investimento Direto Estrangeiro anunciados em Portugal em 2019

Portugal estava (mesmo) na mira dos investidores estrangeiros no período pré-pandemia Covid-19. Só em 2019 foram anunciados 158 projetos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) no país, um valor recorde – mais 114% que os registados em 2018. E mais: estes 158 projetos representam 12.549 postos de trabalho criados, um número que compara com os 6.100 verificados em 2018. Em causa estão dados que constam no estudo EY Attractiveness Survey Portugal 2020, que alerta para o facto da pandemia deixar em risco 20% destes 158 projetos.