O Governo estima que sejam necessários 50 milhões de euros para terminar os projetos de reabilitação de imóveis que serão destinados a habitação social do Estado e admite criar mecanismos para que os municípios possam participar neste processo, através da transferência de competências.
É oficial: as rendas antigas vão mesmo continuar congeladas, por um novo período de oito anos, para os cidadãos com baixos rendimentos. O diploma da Assembleia da República, aprovado pela esquerda parlamentar com a oposição do PSD e CDS-PP, foi agora promulgado pelo Presidente da República.
Nos próximos três anos, serão investidos cerca de 17 milhões de euros na revitalização do centro histórico de Évora. Segundo a Câmara Municipal de Évora, a maioria do investimento irá incidir na recuperação do edifício centenário do Salão Central Eborense e na requalificação dos Paços do Concelho, do Teatro Garcia Resende, da antiga central rodoviária e em arranjos de espaços públicos.
O número de trabalhadores da construção aumentou 5,6%, para 303,7 mil, no primeiro trimestre do ano. Trata-se do “melhor trimestre inicial dos últimos cinco anos” em termos de emprego, revelou a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP).
A Câmara Municipal do Porto (CMP) prevê investir até 2018 cerca de 5,4 milhões de euros na reabilitação dos bairros do Falcão e Viso e 298.000 euros na elaboração dos projetos de reabilitação do Pêgo Negro e do Cerco.
O miradouro de São Pedro de Alcântara, com mais de 250 anos, é um dos mais visitados de Lisboa e necessita de obras urgentes, por questões de segurança. Devido a fissuras encontradas, e de forma a estabilizar as plataformas do local que acolhe muitos turistas todos os dias, a Câmara de Lisboa decidiu contratar, por ajuste direto à empresa Teixeira Duarte Engenharia e Construções, uma empreitada de 5,5 milhões de euros.
Chama-se Le Consulat e está situado na Praça Luís de Camões número 22, em Lisboa, no edifício onde funcionou o Consulado do Brasil. O imóvel foi totalmente restaurado e acolhe agora “um local de exceção” dedicado às artes. “Não é um hotel, nem uma galeria de arte, uma loja, um bar ou apenas um restaurante, mas sim um conceito inovador que junta todos estes serviços num só lugar”, explica a empresa.
A par de vários edifícios de habitação, a construção de uma residência de estudantes e de um hotel eram apresentados como projetos âncora da operação de reabilitação e realojamento do Morro da Sé, no Centro Histórico do Porto. Mas o novo executivo da Porto Vivo–SRU, presidido por José Carlos Nascimento, pondera agora avançar com um projeto de habitação no local.
Itália quer que sejam os jovens do país a recuperar o seu património histórico. A Agenzia del Demanio, a versão italiana da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), decidiu “oferecer” 103 edifícios históricos situados em ambiente rural, entre eles alguns castelos e “villas”, a jovens empreendedores com menos de 40 anos que apresentem um plano para reabilitá-los e transformá-los em polos de atração turística.
A reabilitação e a exploração do Pavilhão Rosa Mota por parte do Consórcio “Porto 100% Porto” já podem avançar, depois do Tribunal de Contas (TdC) considerar não ser necessário dar visto prévio ao processo. Em causa está um ofício do TdC, datado de 8 de maio, segundo o qual o contrato com aquele consórcio “não está sujeito a fiscalização prévia”, uma vez que “não comporta despesa pública”.
Associações de proprietários, de industriais da construção civil e de proteção do património criticaram esta semana a “incompreensível” demora na entrada em funcionamento do Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado (FNRE), anunciado pelo Governo há mais de um ano.
O Quarteirão do Bonjardim é apontado no mercado como o maior projeto imobiliário do na Baixa do Porto, na atualidade. E o empreendimento junto ao mercado do Bolhão e da Avenida dos Aliados não está a passar despercebido aos olhos de quem quer fazer negócio na Invicta.
O Coliseu do Porto precisa de obras nas coberturas e nas fachadas que custam pelo menos “quatro a cinco milhões de euros”, podendo o valor duplicar com a instalação de climatização, revelou o presidente do equipamento, Eduardo Paz Barroso. Entretanto, Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto (CMP), admitiu a possibilidade de “repensar o modelo institucional” espaço, de forma a financiar as respetivas obras.
Os construtores estão preocupados com a clandestinidade no setor. Em causa estão as obras de renovação das casas, realizadas com recurso a “biscates” e à margem da lei, nomeadamente em termos fiscais, mas também as empresas que operam sem alvará ou título habilitante para a atividade. Segundo a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), duas em cada cinco empresas não detêm qualquer título que as qualifique para a atividade.
Em 2016, foram transacionados 513 imóveis no Centro Histórico do Porto (CHP), num total de 154 milhões de euros. Trata-se de um aumento de 64% face ao investimento registado no ano anterior. Em causa estão dados revelados pela Confidencial Imobiliário (Ci).
“Informamos que, na noticia divulgada no passado dia 1 de março de 2017, intitulada “Cuidado com a reabilitação urbana! Especialistas avisam que está a ser feita com má qualidade”, não era intenção da IDEALISTA visar, nem associar a empresa Planirest Construções, Lda.
A requalificação feita nos últimos anos na zona do Intendente, em Lisboa, tornou este local atrativo para investidores imobiliários, que consideram que a zona é uma “oportunidade de negócio” para reabilitar edifícios e vendê-los posteriormente ou para colocá-los no mercado de arrendamento, nomeadamente no Alojamento Local (AL).
O Programa Renda Acessível, iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa (CML) que visa trazer pessoas para a cidade e intervir no património do município que está a necessitar de ser reabilitado, vai finalmente arrancar. O primeiro conjunto de prédios que a autarquia quer por na mão de privados – estes fazem as obras nos imóveis e colocam-nos no mercado de arrendamento a valores acessíveis – vai ser aprovado na reunião de quinta-feira (dia 13).
Mais de 5.000 pessoas participaram nas iniciativas promovidas no âmbito da IV Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, num crescimento de cerca de 10% face à edição anterior. Pelo segundo ano consecutivo, o primeiro- ministro, António Costa, participou na sessão oficial de abertura deste evento
O “boom” da reabilitação urbana veio para ficar em Lisboa. Uma tendência que se tem verificado nos últimos anos, mas que deverá abrandar, já que começam a ser poucos os edifícios por reabilitar para venda no centro histórico da capital, prevendo-se que se acentue a expansão da promoção para outras zonas da cidade e que comecem a ser construídos mais projetos de raiz e com maior dimensão. No que diz respeito ao valor das rendas, disparou 23% em 2016 face ao ano anterior.
A Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) levou a leilão na sexta-feira (dia 31 de março) 12 imóveis – inicialmente eram 13 – detidos pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central. O valor base de licitação era de 6,4 milhões de euros, mas o Estado acabou por arrecadar 9,5 milhões, um montante que será aplicado em investimentos de substituição de equipamentos médicos.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) lançou um concurso para venda de um terreno, e uma moradia, com loteamento aprovado para construção de 11 moradias em banda, localizadas na freguesia da Tornada, em Caldas da Rainha, com o preço base de 143.000 euros.
Responsável pela conversão da antiga sede do Diário de Notícias (DN), Lisboa, num condomínio de luxo, a atividade do grupo Avenue vai muito além deste emblemático projeto.
Com um número recorde de 82 candidatos, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana distingue-se já no setor imobiliário e da construção como uma espécie de "óscares" nacionais do que melhor se faz todos os anos em Portugal.
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