Taxas implícitas nos empréstimos da casa há cinco meses a subir
Notícias menos positivas para quem tem um crédito à habitação, ou está a pensar em contratar um. Depois de um ciclo de quebras, a taxa de juro implícita nos empréstimos da casa está a subir desde há cinco meses consecutivos, o que faz com que o valor da prestação mensal aumente - ainda que de forma ligeira. Os dados mais recentes do INE confirmam esta tendência.
Juros na prestação da casa continuam a subir e atingem máximos de 2016
Há quatro meses consecutivos que as taxas de juro implícitas no crédito à habitação estão a subir. Em março, voltaram a ficar mais altas, passando dos 1,061% em fevereiro para os 1,066% - o valor mais alto registado desde julho de 2016, tal como mostram os dados mais recentes revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O problema imobiliário que a Suíça está a viver devido às baixas taxas de juro
Em cidades como Zurique e Genebra os problemas no mercado imobiliário estão longe de chegar, mantendo um grande número de inquilinos. Mas em algumas zonas suburbanas e rurais da Suíça, o cenário é outro. Há apartamentos vazios, que são um sinal de alerta sobre as consequências das taxas de juros negativas. A Bloomberg diz que a última década de rendimentos baixíssimos levou os investidores ansiosos por melhores retornos a investirem em propriedades, alimentando um "boom" da construção.
BCE adia subida de juros por causa da economia - como afeta isto o crédito à habitação e o imobiliário?
O BCE voltou a sacar da artilharia pesada para enfrentar o abrandamento económico da zona euro e vai manter as taxas de juro nos mínimos atuais até, pelo menos, final do ano. Isto significa que o preço do dinheiro vai manter-se em 0,0%.
Taxa fixa mais longa no crédito à habitação: o que podes ganhar com a nova luta da banca
Com a Euribor a manter-se em terreno negativo, os bancos estão cada vez mais empenhados em atrair os clientes do crédito à habitação para taxas fixas em vez dos juros variáveis. Mas será que as taxas fixas compensam?
Taxas de juro dos empréstimos da casa voltam a cair
As taxas implícitas do conjunto de créditos à habitação voltaram a descer em novembro, depois de oito meses consecutivos sem cair - neste período, aumentaram sempre ou mantiveram-se inalteradas. Segundo os dados mais recentes do INE, no mês passado atingiram os 1,049%, o que representa uma queda face aos 1,051% atingidos em outubro.
Dezembro chega sem alterações na prestação da casa
O mês de dezembro é, em regra, um mês de maiores gastos - as prendas e festas de natal.... a passagem de ano.... mas este ano há uma boa notícia: as prestações da casa pagas ao banco ficam quase inalteradas no último mês de 2018. Se tens um crédito à habitação indexado às taxas Euribor vais ficar a pagar basicamente o mesmo. Em novembro, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,257% (contra -0264% em outubro) e a média da taxa a três meses de -0,316% (face a -0,318% em outubro).
Euribor continua negativa no próximo ano
Boas notícias para quem tem de pagar um empréstimo ao banco pela compra da casa. A Euribor, principal indexante dos contratos à habitação em Portugal (mais de 95% dos financiamentos em vigor), vai manter-se em terreno negativo até ao próximo ano. Essa é, pelo menos, a previsão do Governo contemplada na proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019). Isto significa que a prestação da casa se vai manter praticamente inalterada - caso as estimativas do Executivo estejam certas.
A pensar em pedir um crédito à habitação? Conta com subida da Euribor em 2020
Um dado importante para quem está a considerar contratar um crédito à habitação: as atuais condições do mercado das taxas de juro não devem mudar muito daqui até, pelo menos, ao verão de 2019, segundo o próprio BCE. A partir de aí, o cenário deverá mudar e, por isso, neste momento é hora de pensar se optar por um empréstimo para a compra de casa baseado em taxa fixa, variável ou mista.
Juros da casa com nova subida para máximos de dois anos
A taxa de juro implícita no crédito à habitação subiu para 1,039% em agosto, face a 1,038% em julho, atingindo o máximo do último ano, revelou esta quinta-feira o INE. Nos contratos antigos a prestação média manteve-se nos 242 euros; já nos financiamentos celebrados nos últimos três meses, o valor médio subiu para 323 euros.
BCE avisa que a próxima crise internacional estará ligada ao mercado imobiliário
Uma nova crise internacional vai rebentar. Desconhece-se onde e quando, mas sabe-se que vai acontecer e estará relacionada com o mercado imobiliário. Quem o diz é a presidente do Conselho de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE). Danièle Nouy assegura, porém, que os bancos "estão melhor preparados" para enfrentá-la do que há uma década. A grande preocupação do momento são as taxas de juro variáveis.
Juros do crédito à habitação sobem para máximos de quase dois anos
As taxas de juros implícitas no crédito à habitação voltaram a subir em julho. O valor médio fixou-se nos 1,038%, acima da taxa de 1,032% registada no mês anterior. Os juros não estavam tão altos desde novembro de 2016, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
ESTER, assim se chama a nova Euribor que entra em vigor em 2019
Ainda em fase de testes, a nova taxa de juro interbancária - visa complementar a Euribor a partir de 2019 - já tem nome: ESTER. Será uma solução híbrida, depois de os bancos terem rejeitado um modelo com base apenas em transações reais. A Euribor serve de referência à maioria dos contratos de crédito à habitação em Portugal.
Vais comprar casa? Juros vão começar a subir...
As famílias portuguesas têm beneficiado de um forte alívio das taxas de juro, que afundaram para mínimos históricos. Ainda assim, o ciclo de quedas das Euribor - utilizadas como referência no crédito à habitação - parece ter os dias contados. No próximo ano, a maior parte destas taxas deverá deixar de ter valores negativos.
BCE vai reduzir estímulos monetários para metade
O Banco Central Europeu (BCE) vai reduzir para metade as compras mensais de dívida. Quer isto dizer que em vez dos 60 mil milhões de euros mensais, a autoridade monetária vai passar a comprar obrigações dos governos da zona euro numa base mensal de 30 mil milhões, até setembro.
BCE vai reforçar supervisão às fontes de risco para o setor imobiliário
O Banco Central Europeu (BCE) anunciou que vai reforçar, já no próximo ano, a investigação das posições em risco relacionadas com o imobiliário. Ainda que as últimas notícias deem conta de que em Portugal não há risco de uma bolha imobiliária rebentar, o BCE revelou que o método de supervisão que combina atividades remotas e no local vai ser aplicado aos imóveis da banca.
Taxas de juro nos novos contratos de crédito à habitação caem para mínimos históricos
As taxas do crédito para a compra de casa caíram para um novo mínimo histórico em Portugal. Recuaram três centésimas em outubro, para 1,53%, o valor mais baixo desde 2004, segundo os dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
Prestação da casa igual, apesar da queda das taxas de juro
O valor médio da prestação do crédito à habitação manteve-se inalterado em junho nos 237 euros, em termos médios, pelo décimo mês consecutivo. Isto apesar de as taxas destes empréstimos terem voltado a cair, ficando mais próximo do 1%, em linha com a tendência de queda registada ao longo dos últimos três anos. A mensalidade paga pelas famílias aos bancos tem por base um capital médio em dívida de 51.532 euros.
Crédito aos consumidores com novas taxas máximas em 2017
Estás a pensar em pedir um novo crédito pessoal no próximo ano? Fica então a saber que o Banco de Portugal acaba de fixar novas taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores, que serão aplicadas no primeiro trimestre de 2017 e diferem das que agora estão a ser utilizadas. Desde o final de 2010 que o supervisor determina as taxas de juro máximas neste tipo de crédito para combater práticas de usura.
Taxas de juro vão continuar em 0%, decidiu BCE
As taxas de juro vão continuar inalteradas, mantendo-se no mínimo histórico de 0%, fixado em março passado. A decisão foi comunicada esta quinta-feira, pelo Banco Central Europeu (BCE). A taxa de depósitos permanece em -0,40% e a taxa aplicável à facilidade permanente de cedência de liquidez fica em 0,25%.
Juros negativos nos depósitos estão proibídos em Portugal, garante BdP
A decisão de pequenos bancos alemães começarem a cobrar pelos depósitos, devido às taxas de juro negativas, ameaçou abrir a caixa de pandora a nível internacional, nomeadamente no mercado nacional. Mas o supervisor do setor financeiro português já veio clarificar que "em Portugal, a taxa de remuneração de um depósito não pode, em quaisquer circunstâncias, ser negativa".
E se começares a ter de pagar para ter o dinheiro depositado? Há um banco que já cobra por isso
As taxas de juros negativas têm vindo a fazer com que os depósitos sejam uns dos instrumentos de poupança menos atrativos dos últimos tempos, com baixas rentabilidades. Mas agora a banca começa mesmo a querer repercurtir esse efeito nos depósitos e há uma instituição financeira alemã que está já a cobrar aos clientes por terem lá dinheiro. Será que a moda vai pegar em Portugal?
Depósitos rendem menos que nunca
Estás a pensar no destino a dar às tuas poupanças? Fica então a saber que os tradicionais depósitos estão, cada vez mais, menos atrativos com as remunerações a encolherem cada vez mais. As taxas atingiram um novo mínimo histórico, de apenas 0,4%, e a tendência é que rumem para zero. Há já bancos que dão nada às poupanças das famílias portuguesas que continuam, porém, a colocar em depósitos grande parte do dinheiro.
Crédito à habitação: novos contratos disparam mais de 60% num ano
A febre do crédito à habitação abrandou em abril, face ao mês anterior, com menos 3% do valor dos empréstimos concedidos pelos bancos a particulares para a compra de casa.
Prestação da casa volta a baixar em junho e incumprimento está a estabilizar
Há cerca de dois anos que as prestações da casa estão em queda devido às baixas taxas de juro e o mês de junho que arranca hoje não é exceção. Em maio, a média mensal da taxa Euribor a seis meses (o indexante mais usado nos contratos de crédito à habitação) foi de -0,145% e a três meses de -0,257% (a segunda mais usada), sendo que 90% dos empréstimos usam taxa de juro variável.