O mercado residencial europeu continua ao rubro. O preço das casas na União Europeia (UE) subiu 30,9% entre 2010 e o primeiro trimestre de 2021. E as rendas aumentaram 15,3%.
Os preços das casas continuam a escalar em vários países da Europa mesmo durante a pandemia da Covid-19. Na zona euro subiram 5,8% no primeiro trimestre de 2021 face ao período homólogo, o maior aumento anual registado desde o quarto trimestre de 2006.
A produção na construção teve uma forte recuperação em março, tanto na zona euro (18,3%) quanto na União Europeia (14,9%), após seis meses de recuos homólogos, segundo dados divulgados, no final da semana passada, pelo Eurostat.
O PIB português cresceu 13,3% no terceiro trimestre de 2020 face ao trimester anterior e recuou 5,7% em termos homólogos, ou seja, comparativamente com o mesmo período do ano passado. Em ambos os casos, os valores estão acima da média da Zona Euro e da União Europeia (UE), segundo dados divulgados esta terça-feira (8 de dezembro de 2020) pelo Eurostat.
Os preços das residências habituais há muito que integram a lista de bens incluídos no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do Instituto Nacional de Estatísticas da Alemanha. Não estão, no entanto, incluídos no IPC harmonizado, o que é decisivo para a política monetária do Banco Central Europeu (BCE). Um cenário que pode vir a mudar nos próximos tempos, já que o Governo alemão parece apoiar a inclusão das casas ocupadas pelos respetivos proprietários no IPC calculado para fins europeus.
A carga fiscal em Portugal desceu duas décimas em 2019, para 36,8%, mais que na média dos países da União Europeia – recuou apenas uma décima, para 41,1%. Já na Zona Euro permaneceu estável, em 41,6%. Em causa estão dados revelados recentemente pelo Eurostat, que permitem concluir que Portugal foi o 10º país da Zona Euro onde a carga fiscal mais caiu.
No segundo trimestre de 2020, marcado por várias medidas de contenção por causa da pandemia na maioria dos estados-Membros, o preço das casas aumentou 5% na Zona Euro e 5,2% na União Europeia (UE) face ao mesmo período do ano passado. Portugal superou este valor e registou a quinta maior subida na UE: as casas em território nacional ficaram 7,8% mais caras.
A taxa de emprego diminuiu 3,1% na Zona Euro e 2,9% na União Europeia (UE) no segundo trimestre do ano, período de paralisação da atividade económica devido à pandemia da Covid-19, face ao mesmo período do ano passado. Estas foram as maiores quedas registadas desde o início das séries temporais, em 1995, conclui o Eurostat.
A taxa de inflação anual na Zona Euro situou-se em 0,4% em julho, uma ligeira subida face aos 0,3% de junho, mas ainda abaixo de 1% no período homólogo, revelou recentemente o Eurostat. De referir que Portugal foi um dos países em que a taxa de inflação anual caiu em julho de 2020 (-0,1%).
A produção na construção recuou 13,6% na zona euro no segundo trimestre deste ano, em comparação com o período homólogo de 2019, afundando também 10% face aos três primeiros meses do ano, anunciou esta quinta-feira, dia 20 de agosto de 2020, o Eurostat.
Paschal Donohoe é o novo presidente do Eurogrupo, tendo vencido, esta quinta-feira (9 de julho de 2020), a eleição para a liderança do fórum de ministros das Finanças da zona euro, anunciou o presidente cessante Mário Centeno. O irlandês derrotou na segunda volta a espanhola Nadia Calviño – a candidata apoiada por Portugal –, depois de o luxemburguês Pierre Gramegna ter abdicado cumprida a primeira volta.
Estará a pandemia do novo coronavírus a dividir (ainda mais) os países europeus, tornando o norte ainda mais rico e o sul ainda mais pobre? É uma pergunta de resposta difícil, mas uma coisa é certa: há nações da União Europeia (UE) e da Zona Euro que estão a sentir mais o impacto da Covid-19 que outras.
A herança deixada por Mario Draghi à frente do BCE é pesada, sobretudo para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. O italiano fez oito cortes na taxa de juro de referência da Zona Euro em oito anos: passou de 1,5% para 0%.
A indústria portuguesa de construção está mais dinâmica e regista melhor desempenho do que a média europeia. Em agosto, num mês em que a Zona Euro viu a produção na construção cair, Portugal destacou-se, em contra-ciclo, sendo mesmo um dos três em que este indicador mais subiu.
O mercado imobiliário continua “animado” na zona euro, com os preços das casas a disparar na última década. Na maioria dos países os valores já ultrapassam os níveis de 2008, ano que marcou o início da maior crise económico-financeira dos últimos tempos.
No primeiro trimestre do ano, a taxa de poupança das famílias da Zona Euro subiu para os 12,6%, face aos 11,4% homólogos e aos 12,1% registados entre outubro e dezembro de 2018. Este comportamento foi acompanhado pelo investimento familiar.
O aumento dos preços das casas é uma tendência generalizada, um pouco, por toda a Europa. Nos últimos oito anos, a habitação ficou 15% na União Europeia (UE) e 11% na Zona Euro, com a maior subida a registar-se na Estónia e a maior quebra a acontecer em Itália.
A moeda única está a celebrar 20 anos e o Centro para a Política Europeia (CEP) preparou um estudo sobre como o Velho continente evoluiu desde a sua entrada. Os portugueses, ao contrário dos alemães, por exemplo, perderam dinheiro.
Depois da Eslovénia (13,4%) e da Irlanda (12,6%), foi Portugal o país que viveu a maior subida de preços da habitação (11,2%) no segundo trimestre deste ano, face a igual período de 2017. Tanto na zona euro como na União Europeia (UE), os custos de uma casa subiram 4,3%, face ao período homólogo, segundo os dados mais recentes do Eurostat.
A produção no setor da construção aumentou, em abril, 1,8% na Zona Euro e 0,9% na União Europeia (UE), face ao mesmo mês do ano passado. Mas em Portugal a atividade cresceu quase o dobro da Zona Euro (3,2%).
O mercado imobiliário está ao rubro em Portugal. Nunca se venderam tantas casas e os preços estão a acompanhar esta tendência. Segundo o Eurostat, Portugal teve a segunda maior subida de preços da UE no quarto trimestre do ano passado face ao período homólogo.
O ministro das Finanças, Mário Centeno, é o novo presidente do Eurogrupo. Foi apontado como favorito, desde o início, tendo vencido à segunda volta de votações: levou a melhor sobre o eslovaco Pierre Gramegan. Centeno junta-se a sete portugueses que ocupam posições de destaque na Europa e no mundo.
O ministro das Finanças, Mário Centeno, avançou na semana passada com uma candidatura à presidência do Eurogrupo. E é já hoje (4 de dezembro) que o fórum de ministros das Finanças da Zona Euro elegerá o seu novo presidente. Centeno, candidato dos Socialistas Europeus, que reúne apoios da Alemanha, França, Itália e Espanha, surge como favorito.
Mario Draghi decidiu mudar o tom da sua mensagem para consciencializar o mercado de que estamos perante o princípio do fim dos estímulos extraordinários.
Nem suspeitosamente altos, nem excessivamente baixos: os preços da habitação na Zona Euro estão atualmente no ponto certo, segundo o Banco Central Europeu (BCE), que afasta assim as especulações à volta de uma nova bolha imobiliária.
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