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O imobiliário português recuperou à boleia do crescimento global da economia e das baixas taxas de juro. Mas não só. Ana Cristina Leal, diretora da Direção de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal (BdP), aponta ainda o turismo e o forte investimento estrangeiro como grandes agentes da força atual do mercado. A saída deste capital, provocada por “fatores exógenos”, que “não controlamos”, pode colocar o setor em risco.
Que desafios atuais e futuros enfrenta o financiamento bancário na promoção imobiliária? Que perfil tem o promotor imobiliário da atulidade? Há projetos “preferidos” pela banca? Quais são as alternativas ao financiamento? Estas e outras questões serão debatidas no Workshop da APPII - Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários, que vai juntar no dia 11 de setembro, em Lisboa, aquelas que são as duas das principais peças de um projeto imobiliário: o promotor e os seus financiadores.
Os sinais de alarme já começaram a soar dentro do imobiliário. Em causa está a iniciativa do Bloco de Esquerda (BE) de querer acabar com o IRS especial para estrangeiros já em 2019, ao mesmo tempo que a Suécia pretende meter um ponto final nas "borlas" fiscais de que os pensionistas suecos usufruem em Portugal. Mediadores e investidores recordam que os estrangeiros têm sido um dos grandes motores do crescimento do setor e da economia nacional, nos últimos anos, e avisam que muito pode estar agora em perigo.
O setor imobiliário está ao rubro em Portugal, um dinamismo que não tem passado despercebido aos investidores nacionais e internacionais. Para perceber quais são as suas oportunidades e dificuldades, a APPII e o IFFRU 2020 realizam em Lisboa, dia 11 de setembro, um workshop, intitulado “O Financiamento na Promoção Imobiliária”.
O investimento brasileiro no mercado imobiliário português está a crescer, representando já cerca de 19% da compra de casas por estrangeiros no país. E porque não levar agora Portugal até ao Brasil? Foi esta ideia que impulsionou a criação daquele que será o primeiro Salão Internacional de Imobiliário no Brasil (SIIBRA) – realiza-se nos dias 4, 5 e 6 de setembro em Fortaleza –, um evento que pretende estreitar e facilitar os negócios imobiliários entre os dois países, recebendo Portugal como país convidado.
Casas novas fora das grandes cidades para portugueses e estrangeiros de classe média. Esta é uma “janela de oportunidade” a que “os promotores imobiliários devem estar atentos”, refere a APPII, apelando à construção nova fora dos grandes centros urbanos. Neste momento, faltam cerca de 70.000 casas no país.
Os estudantes universitários têm cada vez mais dificuldade em encontrar alojamentos a preços acessíveis. Uma tendência que se deve manter, já que a procura é elevada e a oferta escassa. Arrendar um quarto já chega a custar mais de 500 euros em Lisboa e no Porto.
Portugal transformou-se num investimento de primeira linha, não só a nível turístico, mas também imobiliário. Esta foi a mensagem que Hugo Santos Ferreira, vice-presidente executivo da APPII, transmitiu na sexta-feira passada no Inmonext de Madrid, organizado pelo idealista. Incentivando Espanha a seguir o exemplo português no que toca à forte aposta em reabilitação urbana, o porta-voz dos promotores e investidores imobiliários em Portugal, aliciou ainda os espanhóis a investir neste segmento, a que chamou o CR7 do imobiliário luso.
A Nova Geração de Políticas de Habitação não foi bem recebida pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). Os promotores consideram que as medidas apresentadas vão "encolher" o "já encolhido" mercado do arrendamento.
Simplificação legislativa. Foi este um dos apelos que Fernando Santo, administrador executivo do Montepio Gestão de Ativos Imobiliários ACE, lançou ao Governo, no âmbito do debate da promoção imobiliária, organizado pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). “O poder político tem de promover um clima de confiança e estabilização do setor”, sublinhou.
A apresentação da Nova Geração de Políticas de Habitação entrou em contagem decrescente. Para a secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, aumentar o parque habitacional com apoio público é “fundamental”, para que o mercado possa receber 170.000 novas casas nos próximos oito anos.
A chegada dos REIT (Real Estate Investment Trusts) a Portugal pode estar para breve. Depois de concluída a reforma da supervisão, o Governo deverá avançar com a criação deste tipo de sociedade de investimento imobiliário, um instrumento há muito reclamado pelo setor. Depois, só faltará a luz a verde da CMVM, que está disponível para colaborar.
A Semana da Reabilitação Urbana está de volta à capital, para aquela que é a sua 5ª edição. O evento arranca já na próxima segunda-feira (9 de abril) e decorrerá até dia 15 de abril, no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço.
O mercado português de investimento imobiliário está a viver um bom momento. Mas será suficientemente competitivo, do ponto de vista fiscal, quando comparado com outros países? A resposta é clara: em Portugal tributa-se de mais. A instabilidade legislativa também pode condicionar o investimento. Em cima da mesa está a criação das Sociedades de Investimento em Património Imobiliário (SIPI), um tipo de veículo já existente noutros países.
Portugal entrou definitivamente no radar dos investidores internacionais. E o setor imobiliário, que tem vindo a assumir um papel determinante no crescimento da economia nacional, funciona como porta de entrada de investimento.
Mais casas e mais baratas. Onde estão essas casas? Não estão. O mercado imobiliário está a viver um drama: muita procura e pouca oferta a preços acessíveis. As poucas casas que chegam ao mercado são o resultado de reabilitações, na maior parte das vezes a preços incomportáveis. A solução? Mais apoios à reabilitação urbana e, claro, à construção nova.
Um catamaran, 50 profissionais do imobiliário e um objetivo: explorar os terrenos dos três projetos que integram a Lisbon South Bay. Reunidas as condições para mais uma APPII Networking TRIP, era chegada a hora de partir, e desta feita com destino aos terrenos da Baía do Tejo (BT), para descobrir a futura Cidade da Água (Margueira, antiga Lisnave) e os Parques Empresariais do Barreiro e Seixal. Sérgio Saraiva, administrador da BT, frisou a importância de “conectar pessoas, empresas e entidades aos territórios”.
A Cidade da Água, que se vai instalar nos antigos terrenos da Lisnave, será uma realidade. Sérgio Saraiva, administrador da Baía do Tejo, não tem dúvidas de que dentro de 10 ou 15 anos o Arco Ribeirinho Sul estará completamente renovado. O megaprojeto imobiliário já tem cinco investidores interessados e o concurso público deverá ser lançado até junho.
A V edição da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa vai regressar ao seu primeiro palco, o Pátio da Galé, no Terreiro do Paço. O evento realiza-se de 9 a 15 de abril e é coorganizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi, com o apoio da CML e da ATL- Turismo de Lisboa.
A Assembleia-Geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) aprovou, por maioria absoluta, os novos Órgãos Sociais para o triénio 2018/2020. A associação tem registado um forte crescimento desde 2014, na ordem dos 40 novos associados por ano, sendo que atualmente cerca de 30% dos 170 associados já são empresas ou veículos de investimento internacionais.