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Milhões e mais milhões… de euros. O investimento imobiliário realizado em Portugal está ao rubro, o que não deixa de ser um bom sinal. Estão a nascer ou a renascer vários projetos residenciais no país, sobretudo em Lisboa e no Porto, e os estrangeiros teimam em apostar no setor. Como disse ao idealista/news Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), “Portugal é um país de primeira linha de investimento”.
Manter a aposta na reabilitação urbana é importantíssimo. "Não pensemos que o trabalho está feito. Estamos no começo da reabilitação urbana", alerta Hugo Santos Ferreira, secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). Em entrevista ao idealista/news, o responsável lembra, no entanto, que é preciso apostar na construção nova. E dá conta de uma tendência nova no mercado, que é o facto de haver mais portugueses a investir no imobiliário nacional: "Houve um efeito de contágio muito positivo".
Há cada vez mais promotores imobiliários espanhóis a investir em Portugal. Primeiro as notícias sobre a Via Célere, uma companhia imobiliária especializada na promoção, desenvolvimento e gestão de ativos residenciais que decidiu investir em território português, e logo depois sobre o Andbank España, que lançou um veículo de investimento imobiliário para fazer o mesmo.
O Governo está a estudar a criação de um novo mecanismo fiscal que promete simplificar e facilitar as parcerias criadas para a recuperação de imóveis. A garantia foi dada pelo Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, num jantar com a indústria imobiliária realizado no âmbito do Portugal Real Estate Summit, que decorreu recentemente no Estoril.
O crowdfunding imobiliário começa a ser para algumas pessoas uma alternativa ao financiamento bancário, estando a agitar o setor no país. Dados da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) permitem concluir que o setor imobiliário português tem crescido na ordem dos 20% ao ano no seu todo, com o investimento total realizado no setor em 2016 a rondar os 17 mil milhões de euros – grande parte desse investimento tem sido realizado por investidores estrangeiros.
O novo imposto Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) está envolto em polémica. Agora é a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) a condená-lo, mais uma vez. Isto quando as primeiras notas de liquidação já começaram a chegar às caixas de correio dos portugueses. Pagamentos serão feitos em setembro.
Os pontos fortes de Lisboa como destino de investimento imobiliário no contexto ibérico, a criação de um regime de REIT (Real Estate Investment Trust) em Portugal e a tendência de abertura do financiamento a este mercado serão os temas centrais da edição de 2017 do Portugal Real Estate Summit. O evento realiza-se nos próximos dias 19 e 20 de setembro, no Hotel Palácio Estoril.
A APPII - Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários congratula-se e apoia a proposta de desagravamento do imposto a pagar pelos proprietários que coloquem os seus imóveis no mercado de arrendamento de longa duração (descriminação positiva), em vez de se decretar medidas que na prática poderão acabar com o Alojamento Local.
O mercado imobiliário português está muito bem cotado no estrangeiro, havendo cada vez mais investidores internacionais interessados em apostar em território nacional. Uma tendência confirmada pela APPII, que revelou que já conta com cinco parceiros principais: a Caixiave, a EY, o Millennium BCP, a Morais Leitão Galvão Teles Soares da Silva & Associados e a Victoria Seguros.
Numa altura em que há cada vez mais investidores brasileiros interessados no mercado imobiliário nacional, realiza-se hoje (dia 3) em São Paulo, no Consulado Geral de Portugal, o encontro “Mercado Imobiliário Português – Oportunidades de Negócio entre Brasil e Portugal”.
Com um número recorde de 82 candidatos, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana distingue-se já no setor imobiliário e da construção como uma espécie de "óscares" nacionais do que melhor se faz todos os anos em Portugal.
Portugal entrou definitivamente no radar dos investidores estrangeiros, que continuam a olhar para o território nacional como um bom país para investir. E a cidade do Porto está também cada vez mais no centro das atenções. É sob este mote que se vai realizar na cidade Invicta, no dia 4 de abril, o workshop “Como Investir no Imobiliário Nacional – Investimento Individual e Estruturado”.
São 21 os projetos finalistas ao “Prémio Nacional do Imobiliário – Melhor Empreendimento do Ano 2017”. Em causa estão empreendimentos nas categorias Habitação, Escritórios, Comércio, Turismo e Equipamentos Coletivos, além do troféu para a Reabilitação Urbana. Os vencedores serão conhecidos dia 17 de abril, numa gala que se realizará no Palacete do Hotel Tivoli, em Lisboa.
O período de candidaturas ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana de 2017 termina na próxima sexta-feira, dia 10 de fevereiro. A este galardão podem candidatar-se os projetos realizados em Portugal, concluídos entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2016, que não tenham participado em edições anteriores. Os vencedores serão revelados na Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, que decorre de 27 de março a 2 de abril.
A Tabacaria Martins, uma das 63 “Lojas com História” de Lisboa – está localizada no Largo do Calhariz e em funcionamento há 144 anos –, já não vai encerrar. A empresa que detém o edifício onde se encontra o espaço (o Palácio Sandomil) assegurou que o mesmo não será extinto na sequência da conversão do imóvel em apartamentos de luxo, um projeto que será denominado de Sandomil Palace.
O ano de 2016 fechou com um investimento de 18,1 mil milhões de euros resultantes de transações imobiliárias, 4 mil milhões dos quais “via” cidadãos estrangeiros. Trata-se de um valor superior ao verificado em 2015, ano em que foram conseguidos 15 mil milhões de euros, dos quais 3,3 mil milhões tiveram origem externa.
Os números ainda estão por fechar, mas a expetativa de "todo o setor imobiliário é que 2016 volte a ser muito bom", segundo conta em entrevista ao idealista/news o secretário-geral da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII). Os resultados finais estão, porém, "muito dependentes da versão final que seja aprovada do Orçamento do Estado para 2017", aponta Hugo Santos Ferreira, fazendo alusão ao novo imposto adicional ao IMI e às alterações ao regime local.
Desde que há cerca de dois anos rebentou o escândalo do processo de corrupção que envolveu altas esferas políticas, como o ex -ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e o ex-diretor do SEF, Jamelas Paulo, os vistos gold nunca mais foram os mesmos. O ritmo de concessão baixou drasticamente, com os processos de atribuição e renovação a arrastarem-se e os investidores estrangeiros, sobretudo, os chineses a perderem cada vez mais o interesse.
O congelamento das rendas antigas por mais tempo, aprovado no Parlamento para certas situações, vai colocar em risco o forte investimento em marcha na reabilitação urbana, afetando o setor imobiliário e a economia do país. Esta é a posição da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), que diz estar contra esta mudança legislativa à lei das rendas.
O idealista, empresa editora deste portal de notícias, celebrou terça-feira, 4 de outubro, um pequeno almoço de trabalho designado "quo vadis, imobiliário?" (o Estado da Nação do setor). Neste encontro participaram vários perfis profissionais do mercado imobiliário (banca, consultores, mediadores, promotores imobiliários e autarcas) e jornalistas de economia, que acompanham o setor em meios de prestígio nacional e internacional.