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Afinal, o que pode esperar Portugal em termos de investimento imobiliário no curto e médio prazo?
O Governo quer ter o diploma que determina o fim da atribuição de vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto pronto até final do ano, uma decisão que já foi contestada pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), que adianta que a medida poderá custar 700 milhões de euros por ano à economia nacional. A associação considera, de resto, que as novas regras que estão a ser preparadas pelo Executivo não deverão entrar em vigor sem que seja estabelecido um período transitório de pelo menos um ano.
O Castilho 203, um edifício “super premium” localizado no centro de Lisboa, onde o astro do futebol, Cristiano Ronaldo, terá comprado aquele que é o apartamento mais caro alguma vez vendido em Portugal – por 7,2 milhões de euros – foi “estrela” nos Prémios SIL do Imobiliário 2020. O empreendimento de luxo, promovido pela Vanguard Properties, conquistou dois galardões: “Melhor Empreendimento Imobiliário” e “Melhor Reabilitação Urbana” na categoria Habitação. O projeto foi assinado pelo estúdio ARX Arquitectos.
O problema não é novo. E a solução para o problema, também não. Há muito que o imobiliário discute a necessidade de criação de um mercado de habitação acessível em Portugal, algo que, na opinião dos especialistas do setor, continua longe de um cenário ideal por falta (também) de uma sinergia entre a esfera privada e pública. Todos são unânimes em dizer que o país precisa de casas que os portugueses possam pagar, mas alertam para os custos de contexto e construção - cada vez mais elevados - que acabam por refletir-se na fatura final. A carga fiscal e instabilidade legislativa também entram na equação deste problema, assim como os rendimentos das famílias, longe de acompanharem a subida de preços da habitação registada ao longo dos anos.
A pandemia da Covid-19 levou a uma "reformulação" do Salão Imobiliário de Portugal (SIL), cuja 23ª edição arranca hoje (8 de outubro de 2020) e termina domingo (11 de outubro). Este ano, a maior e mais importante feira imobiliária do país realiza-se em conjunto com outras duas feiras, a Tektónica e a Intercasa, e num formato híbrido. “Estamos a juntar três setores altamente complementares e com sinergias que devem ser aproveitadas”, diz Sandra Fragoso, gestora do SIL, em entrevista ao idealista/news. “Vai ser um SIL diferente, no entanto, o seu ADN está lá - networking e negócios - e é esse o nosso objetivo primordial”, conta.
A discussão sobre os vistos gold voltou a acender-se, agora que o Governo anunciou querer dar um passo em frente para por fim à atribuição das Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI) em Lisboa e Porto, até ao final do ano. O objetivo é canalizar o investimento para o interior do país e ilhas que, para já, ainda parecem estar fora do radar dos investidores. Pelo menos é o que dizem os números: apenas 3% dos quase mil vistos gold atribuídos já este ano foram para estas regiões.
A 23ª edição do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) arranca esta quinta-feira (8 de outubro de 2020) e termina domingo (11 de outubro), realizando-se pela primeira vez em conjunto com a Tektónica - Feira Internacional de Construção e Obras Públicas – e também com a Intercasa - Living & Design, neste caso à semelhança dos últimos anos. Devido à pandemia da Covid-19 as feiras decorrem, este ano, num formato híbrido. O preço do bilhete conjunto é cinco euros.
O arranque da edição deste ano do Salão Imobiliário de Portugal (SIL) – começa esta quinta-feira (8 de outubro de 2020) e termina domingo (11 de outubro de 2020) e decorre em formato híbrido, devido à pandemia da Covid-19 – acontece com o SIL Investment Pro Powered by APPII. Trata-se de um dia de conferências que abordarão os principais temas da atualidade do setor imobliário nacional. As mesmas decorrem no auditório do PT Meeting Center, na FIL, entre as 11h30 e as 18h00.
O fim dos vistos gold em Lisboa e Porto poderá estar mais próximo que o esperado, agora que o Governo se mostrou disposto a avançar com o diploma de restrições até ao final do ano. Mas a notícia não caiu bem a muitas vozes do setor. A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), por exemplo, já reagiu ao eventual fim do programa, e adianta que esta medida poderá custar 700 milhões de euros por ano à economia portuguesa. Acredita, de resto, que o Governo está prestes a “decapitar” o único setor que resiste à crise.
O fim da atribuição de vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, aprovada na especialidade na sequência de uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), vai mesmo ser posta em marcha. A decisão de alterar as regras do regime (nos grandes centros urbanos) que serviu de motor ao imobiliário nos últimos anos foi adiada por causa da pandemia, mas o Governo quer ter o diploma pronto até ao final do ano.
Resolver o problema da falta de oferta de casas em Portugal, face à alta procura que existe a nível nacional, é um desígnio que junta inquilinos e investidores imobiliários.
"Nem todos os setores estão a sentir a crise da mesma forma, porque as atuações empreendidas e a empreender vão posicionar alguns setores como prováveis vencedores.
O presidente executivo do BCP é defensor da extensão das moratórias de crédito para alguns setores mais afetados pela pandemia, tendo em conta que as “consequências muitíssimo negativas” de uma redução da notação de ‘investment grade’ do país.“Deveria resultar evidente que, face à elevadís
Uma nova forma de fazer negócios, em formato híbrido, privilegiando-se o presencial e online. É assim que o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) se apresenta em tempos de pandemia.
“Estamos focados em organizar o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) de 8 a 11 de outubro, e tudo estamos a fazer para que isso aconteça e que seja mais um sucesso”, revela em entrevista ao idealista/news Sandra Fragoso, gestora do SIL, que este ano se realiza em conjunto com a Tektónica, que foi adiada devido à pandemia da Covid-19. Segundo a responsável, o adiamento da maior e mais importante feira imobiliária do país – a 23ª edição está agendada para a FIL, no Parque da Nações, em Lisboa – “seria muito prejudicial para o setor”.
Living Lab APPII SI: Saúde & Imobiliário, powered by Victoria Seguros é o novo centro de inovação e excelência, gerido pela Nova Medical School, para garantir que os espaços físicos promovam a saúde de quem os habita ou utiliza. O projeto nasceu de uma parceria entre a NOVA Medical School (NMS), da Universidade Nova de Lisboa, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e a VICTORIA Seguros.
A segunda edição do guia “Real Estate Investors Roadmap” surge “num momento de incerteza”, devido à pandemia da Covid-19, dizem os responsáveis pelo lançamento do guia: a AICEP Portugal Global e a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), que têm como parceiros a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), a consultora JLL e a sociedade de advogados Morais Leitão (ML). A resposta é dada, no entanto, com uma certeza, a de que o “mercado imobiliário terá sempre um papel extremamente relevante na recuperação e crescimento da economia”.
O Parlamento aprovou a suspensão da renda fixa nos centros comerciais até 31 de março de 2020, mas a medida não foi bem recebida por várias vozes do setor imobiliário. A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) acusa o Parlamento de ter permitido uma “inaceitável e gravosa ingerência do Estado na relação entre privados” ao promover uma “lei cega e discriminatória”. A posição é, de resto, partilhada pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII).
A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) vai realizar um conjunto de palestras online ao longo de todo o dia desta terça-feira, 30 de junho de 2020, para comemorar o Dia do Mediador Imobiliário.
A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) lançou um novo site, em plena pandemia da Covid-19.