A pesquisa encontrou 262 resultados
Resultados da pesquisa
Como era o imobiliário em 2009 e como é em 2019? Há um pré-Troika e um pós-Troika? Neste artigo tentamos dar resposta a estas e outras perguntas, com a opinião de alguns dos principais intervenientes do setor.
Quase que se pode dizer que é uma “sociedade secreta” de jovens talentos, embora não seja esse o seu propósito, mas a realidade é que é desconhecida de muitos profissionais que operam no setor do imobiliário.
A Margem Sul do Tejo é, historicamente, a alternativa mais barata à capital, levando quem não pode comprar ou arrendar casa em Lisboa a optar por viver ali. Mas será que o outro lado do rio é uma solução a ter em conta hoje em dia?
O GRI Club Real Estate, um clube global de líderes do setor imobiliário a nível mundial, acaba de escolher Portugal para começar a operar. Com mais de 20 anos de existência, esta plataforma de 'networking' internacional vai promover, nesse sentido, uma reunião em Londres para discutir as principais oportunidades de investimento em Portugal, no próximo dia 20 de fevereiro. Em maio, nos dias 21 e 22, realizará, em Lisboa, o Portugal GRI 2019, que promete ser um dos eventos do ano do imobiliário nacional.
O regime das sociedades de investimento e gestão imobiliária (SIGI), mais conhecidas por REIT, entra hoje em vigor. Desde Espanha, onde há já alguns anos existem estas sociedades, as Socimi, surgem notícias a dar conta de que Portugal pode “roubar” investidores ao país vizinho.
O termo co-living promete fazer correr muita tinta nos próximos tempos. Em Portugal ainda existem apenas aproximações a este conceito, que pode revolucionar a forma como se vive numa casa partilhada. Esta é uma das conclusões a retirar do evento “Co-living: Get inside the millennial-inspired co-living boom”, que se realizou esta quarta-feira (30 de janeiro de 2019) e foi organizado pela Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliário (APPII).
O Governo deu luz verde à criação dos Real Estate Investment Trusts (REIT) em Portugal, uma medida que a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) considera ser “muito bem-vinda e acertada", e que permitirá canalizar o “investimento internacional à criação de mais oferta imobiliária”.
Comprar casa em Portugal é cada vez mais caro. E a venda de imóveis acompanha esta evolução. A tendência já vem de 2017 e voltou, este ano, a confirmar-se, apesar de no segundo e terceiro trimestres do ano a subida de preços ter abrandado, em termos homólogos. A verdade é que com ou sem bolha imobiliária – muitos especialistas desvalorizam o tema –, a subida de preços é notória, estando Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?
Acabado de chegar de Londres e de um périplo de reuniões com investidores estrangeiros e com algumas das principais “UK listed companies” - REITs ou empresas inglesas de investimento imobiliário cotadas em bolsa - Hugo Santos Ferreira, vice-presidente executivo da Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) avança ao idealista/news que, a par dos investidores espanhóis, "há desde Londres um interesse tremendo pelo nosso setor imobiliário e em entrar no nosso mercado através de joint ventures com local partners”.
“Sem investimento privado não haverá mais habitações e a preços mais baixos”. A garantia é dada pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), que critica, em comunicado, as medidas previstas para o setor no Orçamento do Estado para 2019 (OE2019).
A VI Semana da Reabilitação Urbana (SRU) do Porto realiza-se na próxima semana – de 26 de novembro a 1 de dezembro –, no Palácio da Bolsa, e promete animar a Invicta. No primeiro dia do evento, segunda-feira, os grupos parlamentares do PS, PSD e CDS-PP, a indústria do setor imobiliário e a Câmara Municipal do Porto (CMP) irão debater as novas políticas de habitação.
Estreitar e facilitar os negócios imobiliários entre Portugal e o Brasil era o objetivo do primeiro Salão Internacional Imobiliário no Brasil (SIIBRA 2018), que se realizou nos dias 4, 5 e 6 de setembro em Fortaleza, Ceará. Guimênia Nogueira, responsável pelo evento, refere que este foi um “sucesso” e “um marco” para o mercado imobiliário e para as relações entre os dois países.
“É por demais evidente que o imobiliário renasceu das cinzas, com um fulgor considerável”, considera o vice presidente executivo da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), Hugo Santos Ferreira.
As propostas do Governo para a criação de uma nova taxa municipal de proteção civil e o agravamento do IMI de imóveis devolutos para promover a reabilitação não foram bem recebidas pelos proprietários, nem pelos promotores. Os responsáveis classificaram as medidas como uma “completa e total injustiça”.
A falta de imóveis para vender ou arrendar (do lado de quem opera no negócio) ou para comprar/ arrendar (por parte de quem procura é, atualmente, a tónica destacada pelo setor imobiliário - em público e à porta fechada - como referem várias fontes do setor ao idealista/news. Apontada por muitos como a solução para travar a escalada de preços que se vive em Portugal nos últimos anos, o reforço da oferta através de obra nova é vista ao mesmo tempo como uma oportunidade, que cada vez mais empresas estão a dar sinais de estar a aproveitar. (Quase) diariamente chegam ao mercado informações de novos projetos de promoção imobiliária - mas faltam mais, sobretudo para a classe média e os jovens.
Depois de anos a "lutar" pela introdução de REITs (Real Estate Investment Trusts) em Portugal, a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) congratula-se com o anúncio do Governo de querer lançar ainda este ano uma proposta de lei para a criação destas sociedades de investimento imobiliário. E garante que há investidores e promotores preparados já para avançar no mercado com a oferta de casas para arrendar à classe média, que aguardam apenas por que este modelo esteja operacional no país.
O mercado imobiliário está a ferver. Continua, de resto, a ser aquecido pelos investidores estrangeiros. Mas até quando? Ainda não se sabe. A instabilidade fiscal e legislativa constante, que permeia o mercado imobiliário português, está a deixar muitos investidores não residentes nervosos. Um cenário problemático, segundo os especialistas, para quem não faz sentido a consecutiva “mudança de regras do jogo”.
O imobiliário português recuperou à boleia do crescimento global da economia e das baixas taxas de juro. Mas não só. Ana Cristina Leal, diretora da Direção de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal (BdP), aponta ainda o turismo e o forte investimento estrangeiro como grandes agentes da força atual do mercado. A saída deste capital, provocada por “fatores exógenos”, que “não controlamos”, pode colocar o setor em risco.
Que desafios atuais e futuros enfrenta o financiamento bancário na promoção imobiliária? Que perfil tem o promotor imobiliário da atulidade? Há projetos “preferidos” pela banca? Quais são as alternativas ao financiamento? Estas e outras questões serão debatidas no Workshop da APPII - Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários, que vai juntar no dia 11 de setembro, em Lisboa, aquelas que são as duas das principais peças de um projeto imobiliário: o promotor e os seus financiadores.
Os sinais de alarme já começaram a soar dentro do imobiliário. Em causa está a iniciativa do Bloco de Esquerda (BE) de querer acabar com o IRS especial para estrangeiros já em 2019, ao mesmo tempo que a Suécia pretende meter um ponto final nas "borlas" fiscais de que os pensionistas suecos usufruem em Portugal. Mediadores e investidores recordam que os estrangeiros têm sido um dos grandes motores do crescimento do setor e da economia nacional, nos últimos anos, e avisam que muito pode estar agora em perigo.