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O número de contratos afetados pela nova lei que obriga à devolução dos juros negativos no crédito à habitação ascende a cerca de 33.000. Aos cerca de 31.000 clientes dos cinco principais bancos –CGD, BCP, BPI, Novo Banco e Santander Totta – juntam-se 1.800 clientes do Montepio e 300 do Crédito Agrícola.
A compra da primeira casa representa, para a maioria, o grande investimento da sua vida. Por ser um encargo financeiro avultado esta compra implica, normalmente, a contratação de um crédito à habitação. Neste artigo, preparado para o idealista/news pela plataforma ComparaJá.pt, explicamos-te todas as condições especiais que existem no mercado para clientes até aos 35 anos de idade e, ainda, como podes usar a tua idade a favor para obteres um crédito.
A consultora imobiliária JLL transacionou um volume global de 1.500 milhões de euros em imóveis nos primeiros sete meses do ano, um montante que engloba a transação de edifícios de rendimento, terrenos e projetos para promoção imobiliária, bem como a venda de unidades residenciais.
Cerca de 31.000 clientes com crédito à habitação nos cinco principais bancos portugueses – CGD, BCP, BPI, Novo Banco e Santander Totta – irão beneficiar de uma redução no capital em dívida do empréstimo da casa, face à lei que obriga os bancos a aplicarem juros negativos.
O Santander Totta tem à venda cerca de cinco mil imóveis que quer fechar até ao final do ano, mas a sede na Baixa de Lisboa não faz parte da carteira. A maioria dos ativos foi herdada do Banco Popular Portugal, aquando da sua aquisição. Por outro lado, o banco prepara-se para compensar 1.300 clientes com crédito à habitação por causa das Euribor negativas.
Os bancos tinham até ao dia 30 de julho de 2018 para refletir totalmente nos contratos de crédito à habitação a compensação dos valores negativos das taxas de juro Euribor associadas aos empréstimos. Os clientes que não receberem até à passada segunda-feira uma carta do banco a explicar como vão cumprir a lei devem apresentar queixa ao Banco de Portugal (BdP), segundo recomenda a Deco.
Deduzir ao capital em dívida na próxima prestação ou constituir uma bolsa de juros que serão descontados quando os juros forem positivos. Estas são as duas opções que os bancos têm, segundo a Lei que entrou em vigor há uma semana, para compensar os clientes pelas Euribor negativas. A maioria dos bancos diz que vai amortizar capital em dívida na próxima revisão da prestação. O Crédito Agrícola será excepção.
No total, vão ser cerca de 3.000 clientes com crédito à habitação do BPI que irão beneficiar de uma redução no capital em dívida do empréstimo da casa, devido à nova lei que obriga os obriga os bancos a aplicarem juros negativos. Por outro lado, o banco agora controlado pela espanhola Caixabank aplaude as recomendações do Banco de Portugal (BdP) para apertar a concessão de crédito.
Cláudia Azevedo, a filha mais nova de Belmiro de Azevedo, sucede ao irmão Paulo Azevedo e a Ângelo Paupério na liderança executiva do grupo Sonae. Os dois gestores, que até agora repartiam a gestão executiva do grupo, vão passar a ter funções não executivas na empresa. A decisão de mudar a estrutura organizativa entra em vigor no próximo mandato.
Os bancos BCP e BPI alienaram, na mesma semana, dois grandes ativos imobiliários que tinham em carteira, na Baixa de Lisboa. O BPI vendeu um quarteirão inteiro por 66 milhões de euros, a um fundo internacional, e o BCP vendeu ao grupo hoteleiro Sana o edifício por entre 40 e 50 milhões.
Ocupa 1,6 hectares em pleno quarteirão classificado da Rua de Álvares Cabral, na Baixa da Porto, e é considerada um "património excecional" pelo Estado. No mercado para venda desde 2013, a Companhia Aurifícia foi finalmente comprada, por cerca de 10 milhões de euros. Os novos donos dos imóveis da antiga indústria de pregaria são os irmãos Pedro e Vasco Couto, donos da Telhabel, e os investidores Gonzalo Alvargonzalez Figaredo, da Ership, e o suíço Daniel Klein, apurou o idealista/news.
Nas palavras do gestor do IFRRU 2020, este "é o maior programa de incentivo à reabilitação urbana lançado em Portugal" e a procura, seja por parte de empresas ou particulares, "está a superar todas as expetativas". Em entrevista ao idealista/news, Abel Mascarenhas demonstra as vantagens de recorrer a este instrumento financeiro que visa apoiar os investidores no setor imobiliário em Portugal.
O banco BPI vai conceder um crédito de 1,8 milhões de euros para “alargar e melhorar a oferta” do The Wine House Hotel Quinta da Pacheca, no Douro. Em causa está um investimento total de 4,9 milhões de euros, sendo que o alojamento passará a ter mais 34 quartos.
O banco espanhol CaixaBank reforçou a posição no BPI com a compra de 357.244 ações ordinárias, passando a deter 94,053% do capital social da instituição financeira.
O chef José Avillez vai comprar a maioria do capital do grupo Cafeína, criado e detido pelo empresário Vasco Mourão, que tem cinco restaurantes no Porto: quatro na Foz e um na Baixa. O império do conceituado chef português não para de crescer. São já mais de 20 restaurantes.
Vai nascer em Vila Nova de Gaia, nos antigos armazéns da Taylor’s, um complexo turístico, cultural e comercial, isto após um investimento total de 100 milhões de euros, 58 dos quais a cargo do BPI. O espaço – são 30.000 metros quadrados (m2) – deve abrir em junho de 2020.
O primeiro trimestre de 2018 foi o melhor arranque de ano desde 2010 no crédito à habitação. Os bancos deram, ao todo, 2.186 milhões de euros para a compra de casa. Só em março concederam 876 milhões, um máximo desde julho de 2010.
O CaixaBank comprou ao grupo Allianz ações representativas de 8,425% do BPI, passando a deter 92,935% do capital do banco, informou o banco espanhol ao mercado, adiantando que vai retirar o banco português da bolsa.
A modelo portuguesa Sara Sampaio – um dos anjos da Vitoria’s Secret – comprou um apartamento de luxo em Nova Iorque. A casa está localizada num edifício na Steiner East Village e custou 3,5 milhões de dólares (2,9 milhões de euros).
Está ao rubro a “guerra de spreads” no crédito à habitação. O Novo Banco baixou o spread mínimo de 1,5% para 1,25%, igualando a oferta do Santander Totta e do Millennium bcp. Só o Bankinter tem uma taxa de juro inferior: 1,15%.