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O teletrabalho veio para ficar, mas este não será, de todo, o princípio do fim dos escritórios. O mercado, isso sim, terá de adaptar-se para enfrentar algumas mudanças.
Localizado em pleno centro da capital, na praça do Saldanha, o Monumental já teve várias vidas. Com diferentes fachadas, configurações e usos, o emblemático edifício tem mudado de cara desde que foi inaugurado em 1951 e agora está a ser alvo de uma nova e profunda remodelação, pela mão da espanhola Merlin Properties, que comprou o ativo em 2016. No final do ano, e depois de um investimento de 30 milhões de euros, deverá voltar a abrir as portas, agora como a nova sede operacional do banco BPI - que será o novo inquilino.
A pandemia do novo coronavírus vai ter um forte impacto nas contas dos bancos em 2020, isto apesar de haver ainda uma grande incerteza. “O cenário de uma pandemia e os seus severos impactos, designadamente económicos eram, até há pouco, contemplados como remotos”, alerta a Caixa Geral de Depósitos (CGD).
No atual estado de emergência em Portugal, por causa da pandemia global do Covid-19, são muitas as famílias que, consequentemente, estão a sofrer uma quebra nos rendimentos e com falta de liquidez para fazer frente às suas despesas, incluindo os seus créditos.
Os principais bancos a operar em Portugal chegaram a acordo para a definição de um modelo comum de moratórias privadas para crédito à habitação e consumo. Famílias em que alguém perdeu 20% dos rendimentos podem suspender prestações da casa e carro, por exemplo. Decidimos preparar um guia explicativo de perguntas e respostas sobre as condições de acesso a estas iniciativas privadas.
O Governo aprovou uma moratória para o crédito às famílias e empresas, em vigor por seis meses, até 30 de setembro de 2020, de forma a aliviar os encargos com prestações a quem seja afetado pelos efeitos económicos negativos da pandemia do novo coronavírus. Mas a Deco veio, entretanto, denunciar que esta moratória de capital e juros apresenta uma cláusula penalizadora para os clientes, que implica o pagamento de muitos mais juros no crédito à habitação.
O Conselho de Ministros aprovou, esta quinta-feira, 26 de março de 2020, uma moratória para o crédito às famílias e empresas. Trata-se de uma medida que permite aliviar os encargos com prestações a quem seja afetado pelos efeitos económicos negativos da pandemia do novo coronavírus, e estará em vigor por seis meses, até 30 de setembro deste ano. Explicamos-te agora o que é, como funciona e quem pode aceder a este regime.
O regime que será aplicado às moratórias de crédito para apoiar as empresas e famílias com dificuldades em cumprir com o pagamento das respetivas prestações, nomeadamente dos empréstimos para a compra de casa – e que o ministro das Finanças, Mário Centeno, já tinha prometido novidades até final do mês de março de 2020, na sequência da crise gerada pela pandemia do coronavírus –, deverá ser publicado ainda esta semana, segundo o mesmo governante. O primeiro-ministro António Costa também veio reiterar o compromisso, anunciando que o acordo com a banca sobre o tema será fechado em breve.
O Santander juntou-se ao BPI e à Caixa Geral de Depósitos (CGD) na concessão de moratórias nos empréstimos às famílias e pequenas e médias empresas, para fazer face à crise provocada pelo surto do novo coronavírus. Em causa está uma moratória de 6 meses para o crédito ao consumo e à habitação e de 12 meses para as empresas.
Depois da Caixa Geral de Depósitos (CGD), ficou agora a saber-se que também o BPI está disponível para conceder uma moratória de seis meses no crédito à habitação aos clientes afetados pela crise do coronavírus, bem como em outros empréstimos a particulares (por exemplo, no financiamento automóvel). Além disso, o pacote de medidas anunciado pelo BPI para mitigar o impacto económico da pandemia de Covid-19, contempla os créditos a empresas.
As empresas e famílias afetadas pela pandemia do novo coronavírus vão ter direito a moratórias no pagamento das prestações de crédito, nomeadamente as relativas aos empréstimos da casa. A legislação que vai viabilizar estas moratórias estará concluída até final do mês, revelou o ministro das Finanças, Mário Centeno, esta quarta-feira (18 de março) em conferência de imprensa.
O BCP entrou na corrida dos spreads para tentar angariar mais clientes de crédito à habitação. O banco liderado por Miguel Maya cortou a margem mínima para 1%, e passa a partilhar a taxa mais atrativa de mercado com o Bankinter.
As mexidas nos spreads da casa foram uma constante no ano passado. A concorrência continuou a alimentar a “luta” dos bancos em Portugal pela angariação de clientes e o cenário não será diferente em 2020. Pablo Forero, presidente do BPI, admite que está “cada vez mais difícil” fugir à guerra de preços, antecipando quebras e maiores pressões no crédito pessoal e a empresas.
Foi com base num email interno da CGD, contendo dados relativos a créditos à habitação do BCP, Santander, BES, BPI e Montepio, que a Autoridade da Concorrência “descobriu” que havia um cartel da banca. O inquérito levado a cabo pela entidade terminou com a condenação a 14 bancos ao pagamento de uma coima global de 225 milhões de euros.
Os bancos a operar em Portugal continuaram empenhados na limpeza de ativos tóxicos do seu balanço em 2019. Estima-se que a venda de ativos imobiliários e portefólios de crédito mal parado tenha rendido cerca de 6 mil milhões de euros. O Novo Banco, sem surpresa, continua a ser o “campeão” de vendas.
Desde 2015 que os bancos em Portugal têm vindo a degladiar-se no mercado do crédito à habitação, oferecendo spreads mais competitivos. Cada vez há mais instituições financeiras com margens mínimas próximas ou iguais a 1% nos empréstimos para a compra de casa e agora foi a vez de o Eurobic atualizar o preçário, com uma revisão em baixa, de 1,2% para 1,1%.
A cultura de ser proprietário está bem vincada em Portugal. Ao mesmo tempo que o mercado de arrendamento está a tardar em ser uma alternativa, devido ao elevado valor das rendas, os bancos são por esta altura “os melhores amigos” de quem quer comprar casa. Desde 2010 que não emprestavam tanto – foram 4.931 milhões nos primeiros seis meses do ano –, sendo que em julho concederam 967 milhões e em outubro, último mês sobre os quais há dados, 943 milhões de euros.
O Pestana Delfim Beach & Golf Hotel, que está localizado em Alvor, perto das praias do Alvor e dos Três Irmãos, no Algarve, mudou de mãos, tendo sido vendido por 35 milhões de euros, revela em comunicado a consultora imobiliária Worx, que representou o comprador no negócio.
O resort Quinta do Lorde, na freguesia do Caniçal, Madeira, foi inaugurado em 2013. Mas o projeto não correu como esperado: o pagamento de salários e das obrigações creditícias começaram a falhar. Depois de um longo processo, que se arrastou ao longo de vários anos, o gestor judicial pôs o complexo à venda por 54 milhões de euros.
Os bons resultados obtidos na aplicação do IFRRU 2020 – Instrumento de Reabilitação e Revitalização Urbanas – fazem com que este programa seja já reconhecido a nível internacional como o “Cristiano Ronaldo da reabilitação urbana”. Quem o afirma é Abel Mascaren